10/04/2017

8 Músicas que têm Mensagens Subliminares se tocadas ao Contrário


Você já ouviu essa história: um suposto músico fez um suposto pacto com o diabo e, como forma de sinalizar isso ao público, escondeu mensagens secretas em suas músicas – para ouvi-las, só tocando ao contrário. A maioria dessas histórias é pura lenda urbana. Mas realmente existem músicas com mensagens secretas. Conheça alguns dos exemplos mais notáveis.

“665” – Soundgarden

Em inglês, as palavras “Satan” (Satã) e “Santa” (Papai Noel) são parecidas, então a banda resolveu tirar um sarro e colocou uma mensagem subliminar de adoração a Noel. Ela diz: “Santa, I love you baby / My Christmas king / Santa, you’re my king / I love you, Santa baby / Got what I need”. Tradução: “Papai Noel, eu te amo, baby / Meu rei do Natal / Papai Noel, você é meu rei / Te amo / Tenho o que preciso”

“Ilusão de Ótica” – Engenheiros do Havaí

É possível ouvir o vocalista Humberto Gessinger questionando: “Por que cê tá ouvindo isso ao contrário? O que cê tá procurando, hein?”. Na sequência, escuta-se claramente uma série de expressões aparentemente desconexas, deixadas de propósito para serem descobertas

“Full Throttle” – The Prodigy



Ouvindo ao contrário, escuta-se “we’re going in full throttle” (“estamos indo a todo vapor”). A frase foi sampleada do filmeStar Wars Episódio IV– uma fala de Luke Skywalker

Várias – Electric Light Orchestra

A banda foi acusada de pôr mensagens satânicas no disco Eldorado (1974). Para tirar sarro, esconderam várias frases nas músicas do álbum Secret Messages (1983), como “welcome to the show” (“bem-vindo ao show”) e “you’re playing me backwards” (“você está me tocando ao contrário”)

“Michael” – Franz Ferdinand

Em referência a uma doença pega pelo baixista, a banda escondeu a mensagem “she’s worried about you, call your mother” (“ela está preocupada com você, ligue pra sua mãe”). Queriam fazer o oposto de uma mensagem satânica, colocando um recado superpositivo


“Boys In Black” – L7
Até pode ser visto como “do mal”: as integrantes colocaram a receita do lanche Big Mac (consagrada nos comerciais de TV do McDonald’s do século passado) na música, perceptível apenas ouvindo ao contrário. Em inglês: “All beef patties, special sauce, lettuce, cheese, pickles, onions on a sesame seed bun”. Em português: “Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão com gergelim”


Essa música não tem letra inteligível – parece que o vocalista está cantando em outra língua. Ouvindo ao contrário, porém, dá para entender que ele fica repetindo “you should brush your teeth and you should wash your hands” (“você deve escovar os dentes e lavar as mãos”). O título da música é invertido (o certo seria Public Service Announcement) em referência a essa brincadeira

“Free As A Bird” – The Beatles

O single foi gravado em 1995 pelos integrantes remanescentes após a morte de John Lennon. No final, é possível ouvir a voz de Lennon dizendo “turned out nice again” (“ficou legal de novo”). Paul McCartney disse que a mensagem subliminar foi colocada como piada, “para dar àqueles malucos pelos Beatles algo para fazer”

Curiosidade: Outros artistas que esconderam mensagens ao contrário: Beck, Cake, Deep Purple, Incubus, Iron Maiden, The Mars Volta e Slayer

E AS MÚSICAS DA XUXA?


Entrevistamos Michael Sullivan, coautor de mais de 60 músicas da Rainha dos Baixinhos
ME: Fãs encontraram “mensagens subliminares” em faixas como “Marquei Um X” e “Lua de Cristal”. Há fundamento?

Michael Sullivan: Todo o meu trabalho com a Xuxa foi de criar conteúdo inédito, construtivo e de cunho didático para as crianças. Todas as mensagens foram e são passadas de forma explícita. Nosso [meu e da Xuxa] dom é e foi compartilhado de forma clara e em bom português. Qualquer disco que você girar ao contrário trará palavras e sons distorcidos.

ME: Alguma música sua já teve isso?

MS: Não. Acredito no legível, na criação e na língua universal que é a música. Acredito no poder de comunicação que a música tem. O subliminar, a meu ver, ao silêncio pertence. E tudo que fiz na vida não foi silêncio.

ME: Qual é o interesse das pessoas em procurar por mensagens subliminares, principalmente em conteúdo infantil?

MS: Uma simples brincadeira de criança.

OUVINDO DEMAIS

Três exemplos do que a Internet diz ter achado nas músicas de Xuxa

Meu Cãozinho Xuxo(1986, composta por Rogério Enoé Messias Corrêa) -“Meu anjo é o diabo e o mundo merece esse amor”

Lua de Cristal (1990, composta por Michael Sullivan e Paulo Massadas) -“Diabo do amor / Anjo lindo da luz / Ele me faz bem”

Marquei um X (1992, composta por Sarah Benchimol e Fafy Siqueira) -“Olha só, eu confesso, sou de Exu e Exu reina”

ILUSTRA: Pedro Corrêa
http://mundoestranho.abril.com.br

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30/03/2017

A Maldição de Tutancamon


As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.

Este faraó era o lendário Tutancamon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?

Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.

Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.

A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.

Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.

Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.

Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancamon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancamon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.

Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.

A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.

Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancamon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.

Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.

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24/03/2017

Civilização dos Celtas


Existe uma pergunta que todo historiador ou estudante de história faz: Como um povo tão importante e interessante como os Celtas são geralmente esquecidos ?

Pela inexistência de dados e documentos originais, grande parte da história dos celtas é hipotética. Sabe-se, hoje, que se estendeu por 19 séculos, desde 1800 a.C. — quando, culturalmente, os celtas se individualizaram entre os demais povos indo-europeus — até o século I d.C, época da decadência motivada pela desunião entre suas várias tribos e a invasão romana às terras que ocupavam.

O período mais brilhante da história celta transcorre, aproximadamente, entre 725 e 480 a.C., na Era de Hallstatt, início da civilização céltica do ferro e, também, da invasão à Europa. Os celtas se instalaram em uma imensa região das atuais repúblicas Tcheca, Eslovaca, Áustria, sul da Alemanha, leste da França e da Espanha, alcançando a Grã-Bretanha. Nesta fase se consolidaram os traços particulares da civilização céltica.

Os Celtas foram o primeiro povo civilizado da Europa. Chegaram neste continente junto com a primeira onda de colonização ainda em 4.000 AC. Destacaram-se dos outros povos que chegaram na mesma época porque acreditavam em uma terra prometida e iam em busca dela. Em 1800 AC já tinham a sua cultura e o território totalmente estabelecidos, isso enquanto os gregos e os romanos nem sonhavam em nascer ( e há quem diga que eles são colônias celtas ).

Ocupavam a região da Alemanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca, França e Inglaterra. Não eram lá muito calmos e pacíficos, para se ter uma idéia do como eram guerreiros, para um menino ser considerado homem tinha de passar por um prova que consistia em sair da cidade onde morava, sais da sua região, e trazer a cabeça de qualquer pessoa que não fosse Celta. Somente com a cabeça na mão é que se fazia uma tatuagem em seu corpo que dizia que ele agora era homem adulto. ... Por sinal em termos de rituais celtas tem outro muito, mas muito mais interessantes, clique aqui para saber mais.

Chegaram a desenvolver uma escrita, ela é tão complexa que hoje são poucos os que se atrevem a desvendá-la. A escrita era considerada mágica, e somente os seus sacerdotes é que a aprendiam, estes eram os famosos druídas. Inventaram lendas belíssimas, que estão entre as mais famosas dos dias de hoje, como por exemplo as história do rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda, Tristão e Isolda, além de terem inventado quase todos os contos de fada ( que foram se modificando com o tempo )

Sem dúvida eram um povo com muita ciência unida a muita mística. Têm relatos praticamente inexplicáveis, como o de uma operação de transplante de coração, realizado em 1000 a.C., e o de Navios voadores que soltavam fumaça enquanto desciam e pousavam no meio dos campos da Inglaterra. Utilizaram com muita perfeição o monumento de Stonehenge , o qual dizem que não construíram ... outro mistério entre os tantos que o cercam.

Tinham um estrutura de família bem peculiar, se consideravam animais acreditavam em uma infinidade de deuses e demônios, por sinal, vocês sabiam que os simpáticos duendezinhos com seus potes de ouro são invenção dos Celtas, só que nesta história eles não são nada engraçados, são terrivelmente malvados e sarcásticos.

E numa cultura com tantas lendas, tantos seres malvados, tinham também grandes heróis ... e se espantem, o maior destes heróis era uma mulher, e o seu maior ato heróico era o poder gerar vários filhos por ano, 7 a 8, durante todos os anos. E com heróis querendo vencer demônios, tinham artefatos sagrados muito interessantes, são 4 os que influenciaram praticamente todo o nosso imaginário.

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