31/01/2012

A Cruz e seus Simbolismos

Apesar de ter sido difundida pelo cristianismo como símbolo do sofrimento de Cristo à crucificação, a figura da cruz constitui um ícone de caráter universal e de significados diversificados, amparados por suas inúmeras variações. 


É possível detectar a presença da cruz, seja de forma religiosa, mística ou esotérica, na história de povos distintos (e distantes) como os egípcios, celtas, persas, romanos, fenícios e índios americanos. 
Seu modelo básico traz sempre a intersecção de dois eixos opostos, um vertical e outro horizontal, que representam lados diferentes como o Sol e a Lua, o masculino e o feminino e a vida e a morte, por exemplo. 
É a união dessas forças antagônicas que exprime um dos principais significado da cruz, que é o do choque de universos diferentes e seu crescimento a partir de então, traduzindo-a como um símbolo de expansão. 
De acordo com o estudioso Juan Eduardo Cirlot, ao situar-se no centro místico do cosmos, a cruz assume o papel de ponte através da qual a alma pode chegar a Deus. Dessa maneira, ela liga o mundo celestial ao terreno através da experiência da crucificação, onde as vivencias opostas encontram um ponto de intersecção e atingem a iluminação. 


Cruz simples

Em sua forma básica a cruz é o símbolo perfeito da união dos opostos, mantendo seus quatro "braços" com proporções iguais. Alguns estudiosos denominam esta como Cruz Grega. 


Cruz de Santo André

Símbolo da humildade e do sofrimento, recebe esse nome por causa de Santo André, que implorou a seus algozes para não ser crucificado como seu Senhor por considerar-se indigno. Acredita-se que o santo foi martirizado em uma cruz com essa forma. 


Cruz de Santo Antonio (Tau)

Recebeu esse nome por reproduzir a letra grega Tau. É considerada por muitos, como a cruz da profecia e do Antigo Testamento. Dentre suas muitas representações estão o martelo de duas cabeças, como sinal daquele que faz cumprir a lei divina, encontrado na cultura egípcia, e a representação da haste utilizada por Moisés para levantar a serpente no deserto. 


Cruz Cristã

Definitivamente o mais conhecido símbolo cristão, que também recebe o nome de Cruz Latina. Os romanos a utilizavam para executar criminosos. Por conta disso, ela nos remete ao sacrifício que Jesus Cristo ofereceu pelos pecados das pessoas. Além da crucificação, ela representa a ressurreição e a vida eterna. 


Cruz de Anu

Utilizada tanto por assírios como caldeus para representar seu deus Anu, esse símbolo sugere a irradiação da divindade em todas as direções do espaço. 


Cruz Ansata

Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo. 


Cruz Gamada (Suástica)

A suástica representa a energia do cosmo em movimento, o que lhe confere dois sentidos distintos: o destrógiro, onde seus "braços" movem-se para a direita e representam o movimento evolutivo do universo, e o sinistrógiro, onde ao mover-se para a esquerda nos remete a uma dinâmica involutiva. No século passado, essa cruz adquiriu má reputação ao ser associada ao movimento político-ideológico do nazismo. 


Cruz Patriarcal

Também conhecida como Cruz de Lorena e Cruz de Caravaca possui um "braço" menor que representa a inscrição colocada pelos romanos na cruz de Jesus. Foi muito utilizada por bispos e príncipes da igreja cristã antiga e por jesuítas nas missões no sul do Brasil. 


Cruz de Jerusalém

Formada por um conjunto de cruzes, possui uma cruz principal ao centro, representando a lei do Antigo Testamento, e quatro menores dispostas em cantos distintos, representando o cumprimento desta lei no evangelho de Cristo. Tal cruz foi adotada pelos cruzados graças a Godofredo de Bulhão, primeiro rei cristão a pisar em Jerusalém, representando a expansão do evangelho pelos quatro cantos da terra. 


Cruz da Páscoa

Chamada por alguns de Cruz Eslava, possui um "braço" superior representando a inscrição INRI, colocada durante a crucificação de Cristo, e outro inferior e inclinado, que traz um significado dúbio, dos quais se destaca a crença de que um terremoto ocorrido durante a crucificação causou sua inclinação. 


Cruz do Calvário

Firmada sobre três degraus que representam a subida de Jesus ao calvário, essa cruz exalta a fé, a esperança e o amor em sua simbologia. 


Cruz Rosa-Cruz

Os membros da Rosa Cruz costumam explicar seu significado interpretando-a como o corpo de um homem, que com os braços abertos saúda o Sol e com a rosa em seu peito permite que a luz ajude seu espírito a desenvolver-se e florescer. Quando colocada no centro da cruz a rosa representa um ponto de unidade. 


Cruz de Malta:

Emblema dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos para a ilha de Malta. A força de seu significado vem de suas oito pontas, que expressam as forças centrípetas do espírito e a regeneração. Até hoje a Cruz de Malta é muito utilizada em condecorações militares.
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30/01/2012

Os cavaleiros do Apocalipse



OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE


Descritos na terceira visão proféticas do apóstolo João no livro revelações como quatro cavaleiros que acabam por findar o apocalipse e cada um corresponde a peste, guerra, fome e morte. 


PROFECIA 


De acordo com a profecia João após contemplar a grandiosa estrutura celestial de Deus, ve em sua mão direita um rolo contendo sete selos, em seguida Jesus Cristo retira o rolo das mãos de joão sentado no trono e abre o primeiro selo iniciando a cavalgadura do primeiro cavaleiro e assim dando inicio ao apocalipse, e a cada selo aberto um cavaleiro é libertado (sendo que eles não são chamados ao mesmo tempo) iniciada no fim das 70 semanas e cavalgam até a grande tribulação findando no Armagedon. 


CAVALEIROS E SIMBOLOGIA 


PESTE: é aquela que traz as doenças. Diz a biblia que ela é aquela que virá seguida de muitos oque leva a crer que ele sera o primeiro a iniciar a cavalgadura trazendo consigo doenças e epidemias. 


Cor do cavalo: branco indicando pureza, ilusão fausa paz. 


Apetrecho: arco e mascara simblo da guerra do poder e da falsidade. 


A quem diga que a peste na verdade é o anticristo e seria ele que causaria a grande tribulação sendo que ele é o primeiro cavaleiro a ser libertado. 


GUERRA: é ele quem traz as guerras, porta um imponente cavalo vermelho e possui uma grande espada simbolo das guerras sangrentas, acredita-se que ele representa os flagelos, e seria por meio dele que Deus demonstraria sua ira com os adoradores da besta e do falso profeta 


Cor do cavalo: vermelho significando sangue, assassinato e guerra. 


Apetrecho: espada, principal arma dos exercitos antigos e simbolo da guerra e do assassinato. 


FOME: terceiro cavaleiro a surgir porta uma balança que para uns significa justiça mais para os estudiosos significa o colapso economico inflacionando os alimentos e da escasseis de alimentos causada pelos dois cavaleiros anteriores. 


Cor do cavalo: preto, significa obscurioridade, peste maldição, fome. 


Apetrecho: uma balança significando desigualdade ou injustiça(no caso de alimentos). 


MORTE: tráz consigo a morte e a privação do plano terrestre e é muito magro ou realmente um cadáver, é o pior de todos é o ultimo cavaleiro a aparecer, de acordo com a tradição popular ao invez de um cavalo seria no caso uma egua esquálida e vem acompanhado do inferno no caso de Leviatã que vem para engolir as pessoas destinadas a morte eterna. 


Cor do cavalo: amarelo-esverdeado ,a cor de um cadaver em decomposição e a repulsa. 


Apetrecho: uma jarra contendo a peste. 
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26/01/2012

Religião


Há muito tempo abandonei a fé cristã 
Não busco seres espirituais 
Criaturas mitológicas 
...que para alguns, criaram o homem e tudo o que existe. 

Creio em mim,
mas não entendam isso como desrespeito. 
Respeito à fé alheia, já tive muita fé, ou assim pensei. 
Já esperei pelo inacreditável 
Já tentei enxergar o invisível 

Mas depois de nada ver 
Nada ouvir 
Nada sentir 
Deixei de acreditar 

Não me tenham por ateu 
Pois mesmo duvidando.... talvez exista um ser maior. 
Decidi! Sou deísta! 
Existe uma força natural, mas que não interfere. 

As vidas seguem, interligadas ou não. 
Ainda creio no certo e no errado 
Mas como pós-moderno que sou 
Minhas ideias mudam, mas a essência permanece. 

Desconsidero o relativismo moral 
Ainda valorizo a família 
E procuro...procuro...procuro... O meu anjo gótico 

Sonho com aquela a quem delicadamente... 
...beijarei os pés, a reconhecendo como minha rainha. 
Mas porque valorizo o certo e o errado, se não tenho religião? 
Mais uma pergunta sem resposta...

Talvez...eu já tenha respondido... 
Sou um pós-moderno 
A minha essência permanecerá 
Até o dia em que meus olhos fechar. 

*Aermo Wolf
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25/01/2012

As mais famosas serial killers Mulheres

10 - Maria Swanenburg (1839-1915) 


Nacionalidade: Holandesa 
Vítimas: 27 
 Seu apelido ironicamente era "boa Mie"( traduzido do holandês “Goeie Mie”). Ela "cuidava" de crianças e adultos doentes. Sua técnica para cometer seus crimes era por envenenamento, usando arsênio. Ao todo, foram 27 vítimas entre 1880 e 1883. Seu plano de matar mais pessoas acabou quando ela tentou envenenar outros 50, usando o de sempre, com o mesmo método. Seus assassinatos eram motivados pelo dinheiro do seguro de vida que receberia das vítimas, de quem cuidava. Sua primeira vítima foi sua própria mãe, em 1880, no mesmo ano o seu pai. Maria foi presa quando tentava envenenar a família Groothuizen, em dezembro de 1883. Foi condenada à prisão perpétua, local onde morreu, aos 75 anos, em 11 de abril de 1915. 


09 – Jane Toppan (1854-1938)


Nacionalidade: Norte-Americana 


Quantos matou: 31


 Nascida Honora Kelley, sua família já tinha um sério histórico de problemas mentais. Em 1901, ela confessou ter matado 31 pessoas. Conta-se que seu maior desejo era o de matar mais pessoas que qualquer homem ou mulher já pensou em matar. Começou suas atividades criminosas assim que iniciou um curso de enfermagem no Hospital de Cambridge, em 1885. Nessa época ela "apenas" experimentava morfina e atropina em porcos, a fim de ver o que essas substâncias seriam capazes de fazer aos seus sistemas nervosos. Além dos assassinatos, Jane também abusava sexualmente de pacientes à beira da morte, com a intenção de “ressuscitá-los”. Ela misturava uma combinação de drogas e os dopava; a seguir os deitava em uma cama e abraçava seus corpos enquanto eles morriam. Jane começou a envenenar em 1895, quando matou o dono da casa onde morava. Quatro anos depois, ela matou sua irmã de criação, Elizabeth, com uma dose de estricnina. Em 1901, Toppan mudou-se com seu irmão mais velho, Alden Davis, e sua família para cuidar dele após a morte de sua mulher, que foi outra vítima de Jane. Semanas depois, ela matou Davis e duas de suas filhas. Ela voltou então para sua cidade natal e começou a namorar o marido de Elizabeth. Jane matou a irmã dele e o envenenou. Como o assassinato não se consumou, ele a expulsou de casa. Nesta época, os membros sobreviventes da família de Alden Davis pediram um exame toxicológico no corpo de sua filha mais nova. O resultado obtido foi o de que ela havia sido envenenada, o que levou autoridades locais a prenderem Jane Toppen por assassinato. Ela foi julgada inocente por razões de insanidade mental e sentenciada a permanecer internada pelo resto da vida em um sanatório. 


08 - Vera Renczi (1903 - ?) Sem data exata 


Nacionalidade: Romena 


Quantos matou: 35 
 Os amigos de infância de Vera Renczi diziam que ela possuía um desejo patológico por constante companhia masculina e era de natureza ciumenta e suspeita. Sua primeira vítima foi o seu marido, um comerciante mais rico e mais velho que ela, com quem teve um filho chamado Lorenzo. Ela começou a suspeitar que ele a traía, foi então que Vera Renczi pôs arsênico no jantar de seu marido e começou a dizer à família, amigos e vizinhos que fora abandonada com o filho. Após um ano, então ela alegou que havia ouvido que o marido morrera em uma acidente de automóvel. Pouco tempo depois do “acidente do marido”, Vera voltou a casar, agora com um homem mais jovem que ela mesma. Porém, a relação entre eles era “tumultuada” e ela insinuou novamente que seu marido estaria envolvido em casos extra-conjugais. Depois de poucos meses de casamento, Vera contou a familiares e amigos que seu marido a abandonara. Um ano depois, ela alegou ter recebido uma carta do marido, que dizia deixá-la para sempre. Ela nunca mais casou, mas continuou a se envolver com homens ricos casados e solteiros. Então Vera Renczi passou o resto da vida a iniciar relacionamentos, sugerir que era “traída” e “abandonada”. Depois que a mulher de um dos amantes de Vera Renczi o seguiu uma noite até a sua casa e o homem nunca retornara ao próprio lar, a polícia foi chamada para investigar seu desaparecimento. Ao chegar à adega da casa de Renczi, os policiais descobriram 32 caixões de zinco não-enterrados. Cada um continha um corpo de homem em variados estágios de decomposição. Vera foi presa e confessou haver envenenado os 32 homens com arsênico quando ela suspeitou que eles a trairiam ou que seus interesses nela estavam diminuindo. Ela também confessou ter assassinado os dois maridos e o filho Lorenzo. Ela contou a polícia que o filho veio lhe fazer uma visita, quando acidentalmente descobriu os caixões na adega e tentou chantageá-la. Consequentemente, ela o envenenou e desfez-se de seu corpo. Vera Renczi foi condenada à prisão perpétua pelos 35 assassinatos. 


07 - La Quintrala (Catalina de los Ríos y Lisperguer - 1604-1665)


Nacionalidade: Chilena 


Quantos matou: mais de 40 
Catalina de Los Ríos foi uma aristocrática chilena do século XVII, proprietária de grandes lotes de terras. Possuía a alcunha “La Quintrala” devido ao seu cabelo vermelho. Durante o período colonial do Chile, ela ficou conhecida pela extrema crueldade que praticava contra seus inquilinos. La Quintrala foi acusada pelo assassinato de mais de 40 pessoas, o que fez dela um ícone do abuso e da opressão colonial. Sua figura ainda vive na cultura popular chilena, não só como o de exemplo máximo de mulher perversa e abusiva, mas também como da opressão do império espanhol. 


06 - Belle Gunness (1859-1908) 


Nacionalidade: Norueguesa 


Quantos matou: mais de 40 
Belle Sorenson Gunness, nascida Brynhild Paulsdatter Størseth, foi uma das mais famosas mulheres Serial Killer na história dos EUA. Suspeita-se que ela matou os maridos que teve e todos os seus filhos. Porém, ela é mais conhecida por ter matado todos os seus namorados e duas de suas filhas, Myrtle e Lucy. Tudo indica que grande parte das mortes eram ligadas a interesses financeiros, como benefícios de seguro de vida por morte e afins. Há suspeitas que ela tenha matado mais de 40 pessoas no decorrer de décadas. 


05 - Amy Archer-Gilligan (1873-1962) 


Nacionalidade: Norte-Americana 


Quantos matou: 48 
 Amy Archer-Gilligan foi uma enfermeira, proprietária de uma casa de repouso. Inicialmente, ela matou 5 pessoas por envenenamento. Uma delas era seu segundo marido, Michael Gilligan, as demais eram pacientes. Estima-se que outras 43 pessoas tenham sido mortas por Amy, já que as mortes ocorreram em sua casa de repouso. Parentes dos pacientes acharam as mortes suspeitas – todas ocorridas em apenas 5 anos. Investigações foram feitas na casa e arsênico foi encontrado. A enfermeira alegou que o veneno havia sido usado para matar roedores, mas quando os corpos do segundo marido e dos clientes foram exumados, foi encontrada grande quantidade de arsênico. Amy foi presa em 1917 e condenada à prisão perpétua. Morreu na prisão em 1962, aos 89 anos. 


04 - Delfina González (? - 1968) e María de Jesús González (? - anos 90?) Sem data exata


Nacionalidade: Mexicanas 


Quantos matou: 91 
Conhecidas como “Las Poquianchis”, as irmãs mexicanas se instalaram no Rancho El Ángel, também chamado de “bordel do inferno”. A polícia deteve uma mulher de nome Josefina Gutiérrez, procurada por suspeita de sequestrar jovens garotas na área de Guanajuato. Durante o depoimento, ela implicou as duas irmãs Gónzalez no esquema. Oficiais de polícia procuraram pelas duas irmãs na propriedade e encontraram os corpos de 11 homens, 80 mulheres e vários fetos, um total de mais de 91. Investigações revelaram o esquema – elas recrutariam prostitutas por meio de anúncios. Quando as prostitutas ficavam muito doentes, prejudicadas por repetidos estupros, perdiam a boa aparência ou deixavam de agradar os frequentadores, as irmãs as matavam. Delfina e María também costumavam matar os frequentadores do bordel que exibiam muito dinheiro. Julgadas em 1964, as irmãs González foram sentenciadas a 40 anos de prisão cada uma. Na cadeia, Delfina ficou louca porque temia que pudesse ser morta por protestantes furiosos. Acabou por morrer em um acidente: em 1968, um trabalhador que fazia reparos em sua cela derrubou, acidentalmente, um balde de cimento em sua cabeça. María cumpriu sua sentença e logo após ganhar liberdade, sumiu, ao lado de um homem de 64 anos que conhecera na prisão. Ela teria morrido em fins dos anos 90 já com idade avançada. É interessante citar que elas não cometeram todos esses crimes sozinhas: elas foram ajudadas por outras duas irmãs, Carmen e María Luisa. A primeira morreu na cadeia, de câncer; já María Luisa morreu sozinha em sua cela em 19 de novembro de 1984. Seu corpo, já comido por ratos, só fora descoberto um dia depois. 


03 - Miyuki Ishikawa (1897-?) Sem data exata 


Nacionalidade: japonesa 


Quantos matou:103 
Foi uma parteira japonesa. Acredita-se que ela seja a serial killer que mais assassinou bebês no mundo. Miyuki tinha a ajuda de vários cúmplices. Estima-se que ela tenha matado entre 85 e 169 crianças (a maioria iria ser abandonada pelos pais após o nascimento), mas dados oficiais asseguram que o número total de vítimas é 103. Os crimes começaram a ser descobertos quando 5 corpos de suas vítimas foram acidentalmente descobertos em janeiro de 1948. Autópsias feitas nos bebês mostraram que eles não haviam morrido de causas naturais. O incidente é lembrado como a principal causa de o governo japonês começar a considerar a legalização do aborto no Japão, o que de fato ocorreu um ano depois. 


02 - Darya Saltykova (1730-1801) 


Nacionalidade: Russa 


Quantos matou: por volta de 138 
Saltykova foi uma jovem nobre de Moscou que se tornou conhecida por torturar e matar mais de 100 servos (em sua maioria mulheres e garotas). Darya Saltykova casou-se jovem, teve dois filhos e enviuvou aos 26 anos. Dessa forma, ela herdou não apenas muita terra, mas um número considerável de servos. Tornando-se senhora de suas terras, Darya recebeu da corte real russa o direito de torturar e matar seus servos sem que nenhuma punição recaísse sobre seus ombros. No entanto, parentes das mulheres mortas por ela levaram uma petição até a imperatriz Catarina II, que decidiu julgar Saltykova publicamente pela sua iniciativa ilegal. A nobre foi presa em 1762 e assim ficou por seis anos, enquanto as investigações sobre o caso corriam. A investigação contou no mínimo 138 mortes suspeitas. Ela foi considerada culpada de ter matado 38 servas por batê-las e torturá-las até a morte. Em 1768, Saltykova foi acorrentada a uma plataforma em Moscou por uma hora com os seguintes dizeres em volta do pescoço: “Esta mulher torturou e matou”. Muitas pessoas vieram vê-la durante a hora que ela ficou exposta. Depois, Darya Saltykova foi encarcerada em um convento. 


01 - Condessa Erzsébet Báthory (1560-1614) 


Nacionalidade: húngara 


Quantos matou: mais de 500 
Essa moça cruel já foi vista várias vezes no blog. Erzsébet Báthory foi uma condessa húngara que ficou conhecida por uma série de crimes hediondos que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Devido a isso, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula". Vaidosa, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nadasdy aos onze anos de idade, com quem casaria 4 anos mais tarde. O conde era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Erzsébet cuidava dos assuntos do castelo do marido. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a serem reveladas - com o disciplinamento de um grande número de empregados, principalmente mulheres jovens. Qualquer motivo era desculpa para ela infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas. O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos. O conde Nadasdy morreu em 1604 e nos anos que se seguiram à morte do marido, quem cometia os crimes com Erzsébet no crime foi uma mulher, Anna Darvulia. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet encontrou apoio em Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova encorava a condessa a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. No início do verão de 1610, as primeiras investigações sobre os crimes de Erzsébet Báthory começaram. Ela foi presa no dia 26 de dezembro daquele ano e em 7 de janeiro de 1611 foi apresentada uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento de um castelo sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614.
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24/01/2012

O Terceiro Anticristo



O Anticristo falado várias vezes na Biblia, em especial no livro das Revelações ou do Apocalipse,escrito por João o Evagelista. A Palavra "Apocalipse" ao contrário do que pensam, significa "Revelação" ou algo que está oculto e será revelado. Direto ao assunto: "Anticristo",como o próprio nome diz é contrário a Cristo. Se cristo é amor, o Anticristo só pode ser ódio, egoísmo e orgulho.(Caracteristicas comuns sobre eles são o derramamento de sangue). Os Três fizeram isso.


O 1º Anticristo


Por causa das Profecias de Nostradamus, o profeta revelou em sua profecia, um lider que um liderdestrutivo,nascerá no Sul da Europa,para afligir seu próprio povo.Revelado em uma quadra do seu livro a palavra: Pau,Nay,Oloron,3 cidades da França,formam a palavra NapoleonRoi.Seu Nome era Napoleão BonaParte. Nostradamus acertou na mosca.


"O Imperador nascerá perto da Itália e custará muito caro para esse imperio". A França estava aniquilada naquele tempo,ele o corou a sí mesmo como o Salvador e Rei da França.Napoleão foi o responsável por uma série de mortes,genocidios entre outras coisas, por causa da sua fome de conquista.Quando invadiu a Rússia em 1812,seu exército começou com 600 mil homens,quando voltou estava apenas 18 mil.


O 2º Anticristo 


O segundo Anticristo ainda pior. Adolf Hitler,segundo Nostradamus,ele também era Europeu e tinha poderes malignos sem precedentes."Das Profundezas da Europa Ocidental,nascerá um líder que cujo a língua seduzirá multidões".Adolf Ritler encantou por suas falas impactantes e convincentes. Em menos de 10 anos, convenceu a Alemanha para a guerra em genocídio em massa.Responsável por milhões de mortes,Hitler visitou o Tumulo logo após a morte de Napoleão. Assim como Napoleão, Hitler era fascinado pelas profecias do Profeta.


O Profeta se refere várias vezes em seu livro um nome: "Hister", bem pareçido com Hitler. O Lider nasceu na Austria.


Nostradamus se refere em uma das "quadras do seu livro o seguinte: "Bestas ferozes e famintas atravessarão o rio,grande parte da batalha estará contra Hister". [Bestas ferozes e famintas,tanques e etc]. Aquela tecnologia ainda não tinha sido inventada, Nostradamus ainda era de uma década inferior.


Jaula de Ferro,também citado pelo Profeta. A Jaula onde Hitler se abrigava.


O Primeiro e Segundo, revelados,agora vamos para o possível e terceiro "Messias".


O 3º Anticristo


O terceiro e ultimo,será o primeiro em excelência, uma pessoa muito adorada pelo povo, um lobo em pele de cordeiro. O Mundo já está se preparando para a chegada dele. Nostradamus tenta avisar para a chegada dele no nosso tempo. Uma coisa estranha: Os lideres de hoje,fizeram do Estados Unidos, um país ruim e ameaçador.


Sadan Hussen, um dos predecessores do terceiro anticristo, o Profeta Nostradamus descreve mais uma quadra sobre isso: "Logo a vingança virá de uma centena de lugares,quando o cometa passar".Sadan Hussen, foi enforcado e na noite anterior a sua morte uma poeira do céu, (O Cometa Mcnaught), que durou duas semanas e foi o cometa mais brilhante dos últimos 60 anos.


Vários desses lideres vieram e se foram,mas alguns ainda estão vivos. São os Anticristos, vários que preparam a vinda do verdadeiro e último.


Para se qualificar como o terceiro anticristo,tem que ter um grande exército,um grande poder da marinha e aviação e muito poder econômico.


Muitos Estudiosos declaram que ele já está na terra, mas não sabe que é o anticristo,ainda vai receber o poder do Demônio. Ele herdará o poder de Lúcifer.


A Bíblia diz que o número da besta será 666, Nostradamus diz o seguinte: "Logo a vingança virá de centenas de lugares,haverá sede,fome". Alguns sugerem que Nostradamus previu isso para o nosso tempo,quando o Profeta se referiu a palavra, "vingança", ele estaria falando sobre a guerra no Afeganistão ou nos momentos que vivemos? Sede fome, se referindo ao que está vivendo a Àfrica e regiões do mundo?


A Profecia diz que o Anticristo trará o caos e a abertura para o Juízo Final, profecias sempre são cumpridas,nunca falham, o grande Inimigo da Humanidade será mas forte do que os dois anteriores.


O Nome Misterioso aparece na quadra do livro de Nostradamus: "Mabus". Na Quadra tem o Seguinte, "Mabus logo vai morrer,então virá uma horrível destruição de pessoas e animais.


O 44º Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mas Nostradamus revela que nenhum presidente da América será o anticristo.


Gente como Nostradamus alerta que uma figura do Oriente médio precisa ser olhada com outros olhos, antes que fiquemos na vala e no fim.


Armas nucleares 10x mais potentes em mãos de Países inconvenientes, aquecimento global, será uma destruição completa,onde ninguém poderá ajudar ninguém.


O Relógio está correndo, o juízo final está próximo? Fica aí a pergunta e a espera para o que vai ocorrer!
 Fonte: The History Channel - Série Efeito Nostradamus
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23/01/2012

Exorcismo


Nas culturas egípcia, babilônica, assíria e judaica, atribuíam-se certas doenças e calamidades naturais à ação dos demônios. Para afastá-los, recorria-se a algum esconjuro ou exorcismo. A cultura ocidental recebeu essas idéias através da Bíblia e do cristianismo primitivo. 


No cristianismo, exorcismo (do grego exorkismós, "ato de fazer jurar", pelo latim exorcismu) é a cerimônia que visa esconjurar os espíritos maus, forçando-os a deixar os corpos possessos ou dominar sua influência sobre pessoas, objetos, situações ou lugares. Quando objetiva a expulsão de demônios, chama-se Exorcismo Solene e deve fazer-se de acordo com fórmulas consagradas, que incluem aspersão de água benta, imposição das mãos, conjurações, sinais da cruz, recitação de orações, salmos, cânticos, etc. Além disso, o ritual católico do exorcismo pode ser executado por sacerdotes somente quando são expressamente autorizados por bispos. 


Possessões 


Possessão é o estado ou condição em que o corpo e (ou) a mente de um indivíduo são supostamente possuídos ou dominados por uma entidade (um ser, força, ou divindade) que lhes é externa, ou que não se manifesta habitualmente nas atividades da vida diária. 


A possessão, considerada como experiência de natureza psicológica e social, pode ser verificada individual ou coletivamente, e ter caráter inesperado, ou estar submetida a algum tipo de controle ritual; em diversas sociedades e culturas, figura como episódio ou experiência central da vida religiosa. Podemos dividir, genericamente, as formas de possessão em quatro categorias. 


Encosto 


O espírito fica próximo à pessoa, mas a influência é pequena. Neste caso, banhos de água e sal ou orações como o Pai-Nosso ou o Credo, afastam este espírito inferior. Geralmente estes espíritos são de pessoas que desencarnaram e pertencem à família do possuído. 


Espírito Opressivo 


O espírito tem a capacidade de "vampirizar" a energia do indivíduo. Os efeitos são sentidos como um cansaço ou vontade de chorar que podem cessar de um momento para outro. Indica-se neste caso, que se utilize um saquinho de cor vermelha, sempre junto ao corpo para neutralizar a presença deste espírito. Também os banho de água com sal, são benéficos neste caso. A leitura do salmo 23 é o mais indicado contra o espírito opressivo. 


Obsessão 


O espírito consegue ficar de maneira tão dominante no corpo astral do indivíduo que pode até mesmo mudar o modo de falar e fazer coisas que normalmente não faria no dia-a-dia. Chega até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas de seu convívio. É bom frisar que aqui no Brasil de acordo com o espiritismo ou nas religiões afro-brasileiras como a umbanda e candomblé, existem os fenômenos de possessão de espíritos doutrinadores e iluminados, trazendo ao médium apenas benefícios. 


Possessão Demoníaca 


Neste caso, o espírito toma o corpo da pessoa, fazendo com que ocorram até fenômenos de "poltergeist" (conjunto de fenômenos produzidos espontaneamente, que consiste em ruídos e deslocamento de objetos, podendo ter duração indeterminada). 


Exorcismos na Bíblia 




O Antigo Testamento, embora reconheça a atuação do demônio a partir da tentação e da queda de Adão no paraíso, praticamente não alude a uma ação maléfica direta do diabo sobre os homens. 


Foi no judaísmo antigo que se atribuíram ao demônio intervenções muito concretas na vida cotidiana. O Livro de Tobias (século II a.C.), de influência assíria, narra um exorcismo praticado mediante a oração e utilização das vísceras de um peixe. 


No Novo Testamento, que não apresenta modificações essenciais no que se refere ao exorcismo, o Evangelho de Marcos é o que insiste de maneira mais realista nos exorcismos praticados por Jesus e por seus discípulos. Em certos casos, trata-se de expulsar o demônio do corpo de possessos ou lunáticos. Em outros, da cura de enfermidades atribuídas à ação do demônio. Os evangelistas se servem dessas vigorosas ilustrações para demonstrar a vitória de Jesus sobre Satanás e também para mostrar como seu povo se libertou do pecado. "Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso" (João - 12:31). Esses milagres seriam um sinal da instauração do reino de Deus. "Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós" (Mt - 12:28).  


Exorcismos na História da Igreja




As curas e os exorcismos foram comuns na igreja primitiva. Com o reconhecimento oficial da Igreja sob o imperador Constantino, os exorcismos carismáticos, realizados informalmente por qualquer cristão, deram lugar à institucionalização da função do exorcista. O Rituale Romanum reuniu mais tarde, diversos ritos de exorcismos para situações variadas. Também as igrejas reformadas estabeleceram tais ritos. 


O racionalismo do século XVIII conseguiu explicar muitos mistérios supostamente sobre-humanos, o que também sucedeu, de modo ainda mais intenso, com a descoberta do hipnotismo e da psicologia profunda no século XIX. A Igreja Católica, como também algumas denominações protestantes, admite os exorcismos ordinários, contidos no rito do batismo, como símbolo da libertação do pecado e do poder do demônio. Pratica-se o exorcismo ordinário na bênção da água batismal e na sagração dos santos óleos. Os exorcismos solenes, que têm por objetivo expulsar o demônio do corpo de um possuído, são práticas raríssimas e só confiadas, mediante permissão episcopal, à sacerdotes muito experientes. 


O exorcismo católico inicia-se com a expressão latina "Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem" (eu te ordeno, espírito maligno, pelo Deus Todo-Poderoso). O processo pode ser longo e extenuante, chegando a se estender por vários dias. A possessão está associada ao mal. O processo de libertação é feito de forma dramática e violenta. Os exorcistas recorrem as preces, água-benta, defumadores, essências de rosas e arruda. O sal que é associado à pureza espiritual também é utilizado. 


Porém, o cristianismo deste século tem uma atitude dividida em relação ao exorcismo. Por um lado, mantém distância de sua prática, atuando mais próximos a psiquiatras e médicos e autorizando estudos para esclarecer este fenômeno. Mesmo assim, a Igreja oculta os casos confirmados de possessão a prática dos rituais de expulsão. Ainda, o Papa João Paulo II declarou ter aplicado o exorcismo sob uma jovem, em 1982. 


Um relatório sobre exorcismo foi compilado pela Igreja da Inglaterra, em 1972, por uma comissão que incluía represen- tantes católicos e um consultor psiquiatra. Apesar de pretender desbancar as possessões, acabou fortalecendo esta idéia quando relacionada à possessão de lugares: "a interferência demoníaca... é comum em lugares não consagrados... assim como em conexão com sessões espíritas".


Porém, este relatório considera exorcismos de pessoas extremamente duvidosos. À luz da Igreja moderna, aqueles que se julgarem possuídos, devem, prioritariamente, procurar a ajuda de um médico ou psicólogo. Recorrer a um sacerdote cristão é considerado último recurso. 


O padre Gabrielle Amorth, diz ter realizado aproximadamente 50.000 exorcismos mas considera que somente 84 foram possessões autênticas. O sacerdote diz que os sintomas incluem força física sobre-humana, xenoglossia (a fala espontânea em língua que não foi previamente aprendida) e revelações de segredos sobre as pessoas. 


O cânone dominicano Walker, de Brighton, que coordena o Grupo de Estudos do Exorcismo Cristão, lembra de somente sete casos genuínos durante sua vida religiosa: "Normalmente, tudo que é preciso são conselhos e rezas". 


O Demônio e o Exorcismo nas Religiões


Católicos 


Satanás, líder da rebelião dos anjos contra Deus, é a encarnação do mal que existirá até o fim dos tempos e contra o qual os cristãos devem estar sempre vigilantes. Há sinais que distinguem os endemoninhados, mas a Igreja recomenda que se recorra à avaliação de psiquiatras para evitar confusões com casos de histeria e esquizofrenia. 


Anglicanos 


O demônio pode ser combatido em orações, hinos e leituras da Bíblia, mas não existe uma cerimônia específica. Os casos de exorcismo são muito raros. Quando ocorrem, o possuído é "tratado" num grupo de orações, que lhe recomenda jejum, abstinência sexual e adoração a Deus. 


Judeus 


A literatura rabínica clássica não prevê a existência do demônio, por isso a religião não reconhece rituais de exorcismo. Nos séculos XVI e XVII, surgiu a figura do dibuk, espírito perverso que podia ser expulso em ritos de oração. Para a maioria dos judeus, é considerado apenas folclore. 


Evangélicos neopentecostais 


Todos os males são causados pelo demônio. Há tipos de possessão que estragam a vida amorosa, provocam miséria, perturbam a família. Nos cultos, os endemoninhados são conduzidos ao altar. O pastor grita com Satanás e exige que abandone o corpo em nome de Jesus. 


(Fonte: Revista Época)
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22/01/2012

Asthar Sheran





O Senhor ASHTAR é um mestre "crístico" ascensionado e imortal. Pertence à raça de ADÃO CADMON humano (ou adâmica) e é uma emanação de Raio, ou "filho" daquele ser conhecido como Senhor SANANDA e seu congênere divino ou chama gêmea. É a representação daquele ser conhecido como Senhor MIGUEL e sua chama gêmea, sendo formado da fusão combinada de suas essências e códigos de luz. O Senhor ASHTAR começou sua jornada individualizada como o que vocês poderiam designar como um ser dévico/angélico das linhagens das potências/arautos - anjos, encimadas em termos de almas pelo Senhor Miguel e pelo Senhor Gabriel respectivamente.


Desse modo, o Senhor ASHTAR vem originariamente do que poderia ser designado como o décimo segundo reino dos mundos do trono celeste do Senhor Supremo, o mais Alto Deus. Ele não é originariamente deste universo dimensional e veio aqui apenas para servir na missão que aceitou. É conhecido como um filho "não decaído" de Deus, pois, no decorrer de sua longa passagem através do tempo e do espaço, jamais esqueceu sua fonte espiritual e sua natureza divina. Ele é aquele que jamais se rebelou contra a vontade divina e as leis da divindade suprema. De fato, sua inabalável lealdade e devoção características ao princípio divino e à lei universal revelam seu caráter imaculado e integridade pessoal enquanto um homem plenamente digno de seus elevados status e níveis de responsabilidade.


Muito antes da criação e formação dos mundos inferiores de evolução, dualidade e experimentos, inclusive da formação do mundo agora denominado Terra, ASHTAR passou por longos ciclos de treinamento sob a orientação de seu mestre, o Senhor SANANDA. ASHTAR terminou tomando a decisão de se transferir da linhagem angelical e ingressar na linhagem adâmica humana. O Senhor SANANDA encontrou em ASHTAR alguém bem qualificado para estar no comando de suas esquadras recém-formadas, as quais estariam posicionadas como guardiãs num universo futuro. ASHTAR mais tarde atendeu ao pedido do Senhor Miguel, de SANANDA e de SANAT KUMARA e se uniu à família dos Kumara venusianos numa missão solenemente comprometida com a adoção e os cuidados com a onda de vida em desenvolvimento e com os experimentos a serem realizados neste universo local, galáxia, sistema solar e na Terra, por conseguinte.


Ele tinha sido cuidadosamente treinado e preparado para colaborar nas missões de guarda, orientação espiritual e ascensão dos mundos planetários através do padrão crístico da salvação. ASTHAR alcançou o equivalente do desenvolvimento como alma de um humano da Terra em outros lugares no cosmo, bem como no interior da cadeia venusiana de mundos, na qual alcançou sua maestria ascensionada. Sua essência de alma, como a de muitos outros seres, tocou muitas constelações e mundos planetários e atravessou universos multidimensionais em desenvolvimento e em serviço por virtualmente eras de ciclos incontáveis. Embora pareça estar na faixa dos quarenta anos, ASTHAR é um ser extremamente antigo.


Ele não era originariamente conhecido como ASHTAR, mas como a ressonância de freqüência de ELESTRON-ANTAR-RA-NA e também como GABRI-NA, SHERNA, SHER-NA e finalmente como ASTHAR SHERAN, devido ao mundo no qual alcançou sua maestria ascensionada. ASHTAR não deve ser considerado um deus espacial, mas como um filho de Deus altamente evoluído, um mestre ascensionado e um ser de Deus realizado. Ele trabalha a serviço deste universo através dos auspícios e dos CONSELHOS DE ÓRION, do Senhor MELCHIZEDECK e do Senhor MIGUEL (bem como daqueles mencionados acima). O Senhor ASHTAR vem como um conselheiro de alto nível e embaixador da hierarquia do Grande Sol Central e do Alto Conselho de MELCHIZEDECK.


Ele e seu Conselho da Cruz Solar servem em união coordenada com os Conselhos dos ELOHIM e do poderoso Mercúrio, o grande Diretor Divino SANAT KUMARA e o Senhor SATHYA SAI BABA. Ele também é um membro altamente respeitado de muitos outros conselhos intergalácticos na qualidade de um conselheiro de alto nível de MELCHIZEDECK e universal. Na companhia de ASTHAR encontram-se os celestiais, os indivíduos angélicos e divinos que servem o Senhor Deus e o Cristo ao administrar as chaves e códigos divinos da luz viva e do som vivo para este setor do universo e, no caso da Terra, ao prepará-la e aos seus povos para se erguer além do código 666 da involução e do materialismo para o código 999 da vida eterna ressuscitada.


ASHTAR SHERAN é um ser de pura luz e puro amor, trazendo uma mensagem espiritual da divindade essencial de todos os seres.
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20/01/2012

Deuses Greco-Romanos



Na concepção greco-romana, os imortais classificavam-se em: Divindades primordiais, superiores, siderais, dos ventos, das águas e alegóricas. 

Divindades Primordiais

Geia – Mãe de todos os seres, personificação da terra. 
Surgiu do Caos e gerou Urano, os Montes, o Mar, os Titãs, os Centímanos (Hecatonquiros), os Gigantes, as Erínies, etc. O mito de Géia provávelmente começou como uma veneração neolítica da terra-mãe antes da invasão Indo-Européia que posteriormente se tornou a civilização Helenística. 

Urano – O primeiro rei do Universo, segundo Hesíodo (céu estrelado). 
Casou-se com Géia, da qual teve os Titãs, as Titânidas, os Ciclopes e os Hecatonquiros. Urano, por ódio, lançou no Tártaro os Ciclopes e os Hecatonquiros, Géia porém deu uma foice aos Titãs para que se vingassem. Cronos, o mais audacioso deles, castrou Urano e tornou-se o senhor do universo! 

Cronos – Filho de Urano e Géia. 
O mais jovem dos Titãs. Se tornou senhor do céu castrando o pai. Casou com Réia, e teve Héstia, Deméter, Hera, Ades e Poseidon. Como tinha medo de ser destronado, Cronos engolia os filhos ao nascerem. Comeu todos exceto Zeus, que Réia conseguiu salvar enganando Cronos enrolando uma pedra em um pano, a qual ele engoliu sem perceber a troca. Mais tarde Zeus voltou, deu ao pai um remédio que o fez vomitar os filhos, e logo depois o destronou e baniu-o no tártaro. Cronos escapou e fugiu para a Itália onde reinou sobre o nome de Saturno. Este período no qual reinou foi chamado de "A era de ouro terrestre". 

Ciclopes – Arges, Brontes e Estéropes. 
Pertenciam a raça dos gigantes. Forjavam os raios e os trovões para Zeus. Teriam sido mortos por Apolo para vingar a morte de Asclépio. Segundo Homero, porém, teria sido um povo de gigantes rudes, fortes, indiferentes às divindades, dedicados ao pastoreio. 

Hecantoquiros (ou Centimanos) – Briareu, Coto e Giges. 
Gigantes de cem braços e cinquenta cabeças. Tendo hostilizado o pai, este os mandou para horríveis cavernas nas vísceras da terra. Participaram da rebellião contra Urano. Quando Cronos tomou o poder, os aprisionou no tártaro. Libertados por Zeus, lutaram contra as titãs. Com a habilidade de arremeçar cem pedras de uma vez venceram os titãs. Briareus era guarda-costas de Zeus. 

Titãs – Oceano, Hipérion, Japeto, Céos, Créos e Cronos. 

Titanidas – Téia, Réia, Têmis, Mnemôsine, Febe e Téis. 

Zeus – O deus supremo do mundo, o deus por excelência. 
Presidia aos fenómenos atmosféricos, recolhia e dispersava as nuvens, comandava as tempestades, criava os relâmpagos e o trovão e lançava a chuva com sua poderosa mão direita, à sua vontade, o raio destruidor; por outro lado mandava chuva benéfica para fecundar a terra e amadurecer os frutos. Chamado de o pai dos deuses, por que, apesar de ser o caçula de sua divina família, tinha autoridade sobre todos os deuses, dos quais era o chefe reconhecido por todos. Tinha o supremo governo do mundo e zelava pela ordem e da harmonia que reinava nas coisas. Depois de ter destronado o sei pai, dividiu com seus irmãos o domínio do mundo. Morava no Olimpo, quando sacudia a égide, o escudo formidável que lançava relâmpagos explodia a procela. Casou-se com Hera, porém teve muitos amores.

Hera – Irmã e esposa de Zeus, a mais excelsa das deusas. A Ilíada a representa como orgulhosa, obstinada, ciumenta e rixosa. Odiava sobretudo Héracles, que procurou diversas vezes matar. Na guerra de Tróia por ódio dos troianos, devido ao julgamento de Páris, ajudou os gregos. 

Hestia – Deusa do fogo e da lareira. 

Demeter – É a maior das divindades gregas ligadas à terra produtora; seu nome significa Terra-mãe. De Zeus teve Perséfone, que foi raptada por Hades. Enraivecida, fez com que a terra se tornasse árida. Zeus, para aplacá-la, obteve de Hades que Perséfone permanecesse quatro meses nos Infernos, junto com o marido, e oito meses ao lado de sua mãe. O seu mito em relação a Perséfone teve lugar nos mistérios eleusinos. 

Apolo – Filho de Zeus e de Leto, também chamado Febo, irmão gêmeo de Ártemis, nasceu às fraldas do monte Cinto, na ilha de Delos. É o deus radiante, o deus da luz benéfica. A lenda mostra-nos Apolo, ainda garoto, combatendo contra o gigante Títio e matando-o, e contra a serpente Píton, monstro saído da terra, que assolava os campos, matando-a também. Apolo é porém, também concebido como divindade maléfica, executora de vinganças. Em contraposição, como dá a morte, dá também a vida: é médico, deus da saúde, amigo da juventude bela e forte. É o inventor da adivinhação, da música e da poesia, condutor das Musas, afasta as desventuras e protege os rebanhos. 

Artemis – Deusas da caça, filha de Zeus e Leto, irmã gêmea de Apolo. Representava a mais luminosa encarnação da pureza feminina. Eram-lhe oferecidos sacrifícios humanos em tempos antiquíssimos. Deusa da Lua, declinava-se, circundada por suas ninfas, vagar de dia pelos bosques à caça de feras, à noite, porém, com o seu pálido raio, mostrava o caminho aos viajores. Quando a Lua, escondida pelas nuvens, tornava-se ameaçadora e incutia medo nos homens, tomava o nome de Hécate.

Atena - Surgiu toda armada do cérebro de Zeus, depois de ter ele engolido seu primeira esposa Métis. Era o símbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas. Um esplêndido templo, o Partenon, surgia em sua honra na Acrópole de Atenas, a cidade que lhe era particularmente consagrada. Obra maravilhosa de Ictino e de Calícrates, o Partenon continha uma colossal estátua de ouro dessa deusa, de autoria do famoso escultor Fídias.

Hermes – Filho de Zeus e de Maia, o arauto dos deuses e fiel mensageiro de seu pai, nasceu numa gruta do monte Ciline, na Arcádia. Lodo que nasceu, fugiu do berço e roubou cinqüenta novilhas do rebanho de Apolo, em seguida, com a casca de uma tartaruga, construiu a primeira lira e com o som deste instrumento aplacou Apolo, enfurecido pelo furto; esse deus acabou por deixar-lhe as novilhas e deu-lhe o caduceu, a vara-de-ouro, símbolo da paz, n troca da lira. Zeus deu-lhe o encargo de levar os mortos a Hades, daí o epíteto de Psicompompo. Inventou, além da lira, as letras e os algarismos, fundou os ritos religiosos e introduziu a cultura da oliveira. Deus dos Sonhos, eram lhe oferecidos sacrifícios de porcos, cordeiros, cabritos... Seus atributos eram a prudência e a esperteza. Livrou Ares das correntes dos Aloídas, levou Príamo à tenda de Aquiles e matou Argos, guarda de Io. Era representado com um jovem ágil e vigoroso, com duas pequenas asas nos pés, um chapéu de abas largas na cabeça e o caduceu nas mãos. 

Afrodite – A deusa mais popular do Olimpo grego, símbolo do amor e da beleza. Filha de Zeus e de Díone ou, segundo outra versão, nascida da espuma do mar na ilha de Chipre. Acompanhavam-na as Horas, as Graças e as outras divindades personificadoras do amor. Era esposa de Hefesto, porém amou Ares, Hermes, Dioniso, Poseidon e Anquises. Por seus amores com Ares, foi considerada também como divindade guerreira. A sede mais antiga de seu culto era a ilha de Chipre. 

Hefesto – Deus do fogo, filho de Zeus e Hera. Trabalhava admiravelmente os metais e construiu inúmeros palácios de bronze, além da esplêndida armadura de Aquiles e o cetro e a égide de Zeus. Segundo uma tradição, nasceu coxo, pelo que sua mãe lançou-o do alto do monte Olimpo, foi recolhido por Tétis e Eurínome, com as quais permaneceu durante nove anos. Voltando ao Olimpo, ao defender Hera contra Zeus, este atirou-o do céu e, precipitando durante um dia inteiro, caiu na ilha de Lemos. Suas forjas, com vinte foles, foram depois do Olimpo colocadas no Etna, onde tinha os Ciclopes como companheiros de trabalho. 

Hades – Senhor do reino subterrâneo. Acreditava-se que, com seu carro, viesse ao mundo para buscar as almas dos mortos. Possuía um capacete que o tornava invisível. Somente Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, porém, utilizou-se desse poder pouquíssimas vezes e, assim mesmo, a pedido da esposa. Era o deus das riquezas porque dominava nas profundezas da terra, de onde mandava prosperidade e fertilidade; era considerado um deus benéfico. 

Poseidon – Depois que os Titãs foram derrotados por Zeus, na divisão do mundo coube-lhe a senhoria do mar e de todas as divindades marinhas. Tinha um palácio nas profundezas do mar, onde morava com sua esposa Anfiritre e seu filho Tritão. Sua arma era o tridente, com o qual levantava as ondas fragorosas, que engoliam as naus, e fazia estremecer o solo ou desperdiçar os recifes. Odiava Ulisses, por ele ter cegado o Ciclope Polifemo, seu filho. Foi inimigo de Tróia, depois que seu rei Laomendonte lhe negou a compensação pela construção das muralhas da cidade, ocasião em que mandou um monstro marinho para devorar Hesíon, filha do rei, que Héracles matou. Teve com Zeus, numerosos amores, todavia enquanto os filhos de Zeus eram heróis benfeitores, os de Poseidon eram geralmente gigantes malfazejos e violentos. 

Ares – Deus da guerra, filho de Zeus e de Hera. 
Deleitava-se com a guerra pelo sei lado mais brutal, qual seja a carnificina e o derramamento de sangue. Inimigo da serena luz solar e da calmaria atmosférica, ávido de desordem e de luta. Ares era detestado pelos outros deuses, o próprio Zeus o odiava. Tinha como companheiros nas lutas Éris, a discórdia; Deimos e Fobos, o espanto e o terror, e Ênio, a deusa da carnificina na guerra. Amou Afrodite, da qual teve Harmonia, Eros, Anteros, Deimos e Fobos. 

Dioniso – Filho de Zeus e de Sêmele, deus do vinho e do delírio místico. 
Em sentido mais geral, representava aquela energia da natureza que, por efeito do calor e da umidade, amadurece os frutos; era, pois, uma divindade benéfica. De todas as divindades, era a que mais aproximava dos homens. Teve um nascimento milagroso, com efeito, morrendo-lhe a mãe antes que tivesse o necessário desenvolvimento, foi recolhido pelo pai que o costurou numa de suas coxas e aí o conservou até que o garoto pudesse enfrentar a vida. Dioniso demonstrou muito cedo sua origem, divina: crescia livre, amante da caça e possuía o estranho poder de amansar as feras mais ferozes. Um dia, criou a videira e quis dar o vinho a todos os homens; para esse fim, empreendeu numa longa viagem, através de todas as terras, seguido por um cortejo de ninfas, sátiros, bacantes e silenos. Por onde passavam, os homens tornavam-se felizes. Na Frígia, concedeu ao rei Midas a faculdade de poder transformar em ouro tudo que tocasse. Na Trácia, o rei Licurgo tentou dispersas a comitiva: Dioniso indignado, cegou-o. Em Delos, concedeu às filhas do rei Ânio o poder de mudar a água em vinho. Casou-se com Ariadne, depois que esta foi abandonada por Teseu; as núpcias foram celebradas com suntuosidade e o casal subiu ao Olimpo sobre um carro puxado por panteras. 

Divindades Siderais

Helios – Filho de Hipérion e de Téia, titã por excelência, irmão de Selene e de Éos, personificação do Sol. Surgia todas as manhãs do Oceano para conduzir o carro do Sol, puxado por cavalos que expeliam fogo pelas narinas. Penetrava com seus raios em todos os juramentos. Mais tarde foi confundido com Apolo. O Colosso de Rodes foi uma estátua lhe consagrada. 

Selene - Deusa da Lua, irmã de Helios e Éos, da família dos Titãs. Era uma linda deusa, de braços brancos, com longas asas, que percorria o céu sobre um carro para levar aos homens a sua plácida luz. Amou Endimião e foi, posteriormente, identificada com Ártemis. 

Eos – Deusa que anunciava o dia. Era representada sobre o carro da luz, guiando os cavalos, com uma tocha na mão. 

Divindades dos Ventos

Boreas – Filho de Astreu e de Éos, deus dos ventos do norte, morava na Trácia. Pertencia à raça dos Titãs e era irmão de Zéfiro, Euro e Noto. Raptou Orítia, com a qual casou e que lhe deu os filhos Cálais e Zetes.

Zefiro – Vento que sopra do Poente, anunciador da primavera e venerado como deus benéfico. 

Euro – Vento que sopra do Oriente, dependente de Éolo. 

Noto – O vento do Sul. 

Eolo – Rei dos ventos, às vezes identificado com o filho de Poseidon e Arne. Morador das ilhas Eólias, acolheu amigavelmente Ulisses e seus companheiros e deu-lhes um odre em que estavam encerrados todos os ventos contrários à navegação Ítaca. Os companheiros de Ulisses, por curiosidade, abriram-no e os ventos desencadearam uma terrível tempestade que causou o naufrágio de quase toda a frota. 

Divindades das Águas:

Oceano – O mais velho dos Titãs, marido de Tétis, pai de todos os rios e das Oceânides. Era a personificação da água que envolve o mundo. 

Nereu – Velho deus marinho, filho do Ponto e de Géia. Tinha o dom da profecia e a faculdade de tomar várias formas. Era representado com os cabelos, sobrancelhas, queixo e peito cobertos por juncos marinhos e por folhas de plantas similares. 

Proteu – Pastor das focas de Poseidon. Morava numa ilha próxima ao Egito e tinha o poder de metamorfosear-se em todas as formas que desejasse, não só de animais, mas também de plantas e de elementos, com a água e o fogo. Segundo Eurípedes, Proteu foi rei da ilha de Faros e, casando-se com Psâmate, teve os filhos Idoteu e Teoclímenes. 

Ninfas – Filhas de Zeus, representavam as forças elementares da natureza. Moravam nos montes, nos bosques, nas fontes, nos rios, nas grutas, das quais eram potências benéficas. Viviam livres e independentes, plantavam árvores e eram de grande utilidade aos homems. Dividiam-se em Oceânides, Nereidas, Náiades, Oréades, Napéias, Alseidas, Dríades e Hamadríades.

 SOBRE A DEUSA VÊNUS e a MAGIA

 Na antiguidade, a deusa Vénus era vista sob diversos outros nomes, em diferentes culturas. No antigo Egipto, era Hator: deusa da fertilidade. Entre os babilónicos, fenícios e caananitas, foi vista como Aserá e Astarte. Tanto Aserá como Astarte ou Vénus, eram veneradas em templos dedicados á Deusa do Amor, aquela que traz fertilidade, prosperidade, vitoria e sucesso. O seu culto era feito através do festivais primaveris, onde flores, danças e alegria eram dedicadas á Deusa, em troca da sua protecção que trazia prosperidade a todos os níveis: negócios, família, filhos, colheitas, sucessos em todos os empreendimentos. 

Entre os romanos, o dia da Deusa Vénus era a sexta feira, e por isso esse dia tinha o nome de «Veneris dies» 

Ainda hoje em Inglês, sexta feira é «Friday», nome que sucede em honra da Deusa Vénus, (Fri" = Freya, de freo, free: livre; deusa teutónica do Amor, Beleza, Fecundidade, líder das Valquírias), assim como em francês «Vendredi» também tem origem no culto da deusa Vénus, e igualmente em alemão «Freitag» tem a mesma origem mitológica e esotérica ( Frei = Freya, de frija: amada, dos amados, livre; equivalente à deusa anglo-saxã) 

A CONCHA - SIMBOLO PAGÃO DE VÊNUS 

No mito do nascimento de Vénus, conta-se que a deusa surgiu de dentro de uma concha de madrepérola, tendo sido gerada pelas espumas. 

Pois a concha, tem sido desde então um símbolo esotérico poderoso e carregado de simbologias poderosas, todas elas ligadas á força espiritual que emana desta figura celestial que é a Deus Vénus, e que representa a própria essência do feminino, do amor, da fertilidade. 

Ainda nos dias de hoje estas simbologias permanacem de forma oculta em diversas religiões, ate mesmo naquelas onde menos se espera. O novo Papa, tem uma veste oficial constituída por um manto adornado de conchas, símbolo esotérico directamente relacionado com os cultos da fertelidade e prosperidade representados pelo principio feminino que Vénus simboliza. 

ORIGENS E EXISTÊNCIA DA DEUSA VÊNUS 

Muitas genealogias mitológicas explicam a descendência de Vénus, contudo regra geral aceita-se que a Deusa Vénus é filha do Céu e da Terra, tendo sido gerada nas espumas no oceano. Vénus é a Deusa do Amor e da beleza. Depois de nascer, Vénus foi levada para o céu, sendo que os deuses ficaram extasiados com a sua irresistível e inigualável beleza. O deus Vulcano tomou-a como esposa, em virtude de ter fabricado os raios que ofereceu a Júpiter na sua luta contra os Gigantes que ameaçavam expulsa-lo do Céu. Pelo préstimo ao Júpiter, Vulcano recebeu Vénus por esposa. No entanto, perante os tratos pouco agradáveis do marido, a Deusa procurou a companhia de outros Deuses, com quem teve diversos casos amorosos. Vénus conheceu Marte, tornou-se amante dele e teve o filho Cupido. Vénus amou também Adónis, num célebre caso de tórrido amor que abalou o Olimpo. Vénus fez amor com Deuses e mortais, espalhando tanto no céu como na terra descendentes mitológicos. A deusa do amor fez justiça ao seu título, e personificou a própria essência do ser feminino em toda a sua indomável beleza e liberdade. Os romanos consideravam-se descendentes da deusa, pelo lado de Eneias, o fundador mítico da raça romana, que era filho de Vénus com o mortal Anquises.

 VÊNUS E OS ETERNOS DIAMANTES 

A deusa Vénus simboliza o amor, a luxúria e a prosperiade. E se procuramos um símbolo altamente relacionado com Vénus, encontramo-lo no…. Diamante.

O diamante é o símbolo dos apaixonados. 

Na Antiguidade,o diamente era chamado «Pedra de Vénus». O nome advinha do intenso brilho dos diamantes, que ra relacionado com o resplandecente brilho do planeta Vénus. Assim, sendo que Vénus representacva o amor, os diamantes passaram a ser vistos como objectos advindos de Vénus e por isso relacionados com o feminino e com a paixão. Na grécia, o diamente era chamado de «adama», que signfica: eterno. Pois na verdade o amor é eterno, e tambem são os diamantes, símbolo da eternidade desta Deusa que apesar de todas as lutas para a apagar da historia, jamais se desvaneceu. 

MAGIA E VÊNUS 

A deusa Selena, ( nalgumas mitologias relacionada com Hecate), e Vénus, eram as deusas a quem as poderosas forças da luxúria e do amor estavam relacionadas. 

Por isso, todos os trabalhos místicos relacionados com o amor, o erotismo ou a luxúria, devem ser direccionados a Vénus, e á força espiritual que esta entidade representa, sendo que ainda nos dias de hoje essa mesma essência se perpetua nas crenças místicas atraves da astrologia. 

Igualmente os favorecimentos em assuntos de fertilidade, prosperidade e sucesso, devem ser endereçados a esta força espiritual, e ás influencias que ela representa no nosso mundo terreno. 

Banho da Deusa Vênus 

Com este banho mágico,( veja também: banhos mágicos), o seu corpo ganhará um brilho especial que vai atrair irresistivelmente o homem dos seus sonhos. 

Eis como proceder. 
Tenha: 
· 1 litro de água mineral. 
· metade de uma maçã com casca 
· 7 pétalas de rosa vermelha 
· 7 gotas de essência de sândalo 
 ***** Numa sexta feira, (dia de Vénus), faça o seguinte:
1- Ferva numa panela 1 litro de água mineral. 
2- Apague o fogo e acrescente a metade de uma maçã com casca, 7 pétalas de rosa vermelha, 7 gotas de essência de sândalo. 
3- Deixe a mistura esfriar. Depois de atingir uma temperatura amena, retire a pétalas de rosa e as maças para um saquinho plástico. 
No final da tarde, tome um banho normal. Em seguida, despeje o preparado pelos ombros abaixo. 
4 - Deixe que a mistura seque naturalmente no seu corpo, sem utilizar toalha. 
5- nessa sexta feira á noite, o saquinho com as pétalas e maças, deve ser devolvido ao mar. 
Resultado: seu corpo ganhará um brilho especial que vai trazer a si, com desejo, o seu amado.
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