30/06/2012

Contatos de Quinto Grau


A coleta ou captura de Discos Voadores sinistrados – ou de criaturas com eles relacionadas – é um dos pontos mais polêmicos da pesquisa ufológica. É grande o número de especulações sobre esse tema, assim como o de testemunhos e insinuações de possíveis quedas ou explosões de veículos ufológicos. Muitas dessas insinuações, na verdade, podem estar relacionadas ao testemunho da queda de meteoros, lixo espacial ou aeronaves comuns.


Caso realmente tenha ocorrido, em algum momento, tal coleta ou captura, saber o que foi pego e de onde veio são questões importantes, mas o problema mais controverso seria entender os motivos para o grande público não tem conhecimento irrestrito sobre esse acontecimento.


O objetivo dessa seção é analisar essas ocorrências, buscando aquelas que apresentam fatos que possam subsidiar reflexões. Esse é o primeiro passo de nossa proposta para a busca de respostas.


CONSPIRAÇÃO


A ufologia é pródiga em teorias conspiratórias, com várias versões e diferentes enfoques. Para contragosto dos céticos, o esforço de governos e forças armadas para esconder questões ufológicas no passado já está devidamente comprovado. O acobertamento foi ativamente promovido por organizações militares, especialmente durante a guerra fria, quando se especulava que os avistamentos poderiam ser armas secretas inimigas ou aliadas.1 Pelo menos um governo civil já admitiu oficialmente ter suprimido informação para tentar evitar o pânico.2


O fato de se ter escondido informações de pesquisas sobre OVNIs durante décadas alimentou, com razão, as aspirações conspiratórias entre pesquisadores civis. Felizmente, após tanto tempo, parece que o sentimento oficial foi convencido de que, nesse assunto, esconder informação do público não é o melhor caminho.3


O tempo da “conspiração oficial” parece estar passando. Hoje, nosso entendimento sobre Conspiração diverge dessas interpretações aceitas como majoritárias. Não acreditamentos na manutenção de grandes sistemas centralmente coordenados com objetivo explícito de suprimir pesquisas e evidências.


Não podemos descartar que os motivos de segredo militar e não disseminação do pânico permaneçam, ou que existam pequenos grupos com o objetivo deliberado de supressão, mas tendemos a atribuir a forte resistência à pesquisa ufológica a uma soma de diversos fatores individuais, como a resistência natural do Conhecimento Estabelecido, a Dissonância Cognitiva em envolvidos, o medo do ridículo em políticos e acadêmicos e a necessidade de discrição e protocolo em autoridades.


Caso existam organizações de porte com o objetivo de suprimir evidências, elas não devem envolver líderes eleitos, que mudam com o passar do tempo. Devem ser integradas por particulares ou funcionários públicos de carreira, civis ou militares. A motivação desses grupos podem ser as mais diversas, sendo uma das mais perturbadoras a de que os alienígenas – caso existam e sejam inteligentes – ajam em causa própria.


Ainda merecem destaque os casos de desqualificação sistemática promovidos por programas oficiais, que serão tratados oportunamente. Também consideramos que muitas especulações, como acordos de intercâmbio tecnológico, não são fundamentadas.


Esperamos que as análise de possíveis sinistros envolvendo OVNIs, que refletiriam a situação limite nos casos de acobertamento, possam proporcionar alguma luz sobre essas questões.
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29/06/2012

O lado negro de MIB: Os Homens de Preto

Recentemente estreou MIB 3 nos cinemas. Mas os Homens de Preto não nasceram no cinema e qual seria a melhor maneira de esconder uma algo? Fazer uma piada…
Em 1997 quando saiu o primeiro MIB, considerado por muitos como um bom filme, dotado de um humor que acaba com qualquer credibilidade do caso.
Os Homens de Preto aparecem para algumas pessoas que viram algum OVNI ou tiveram algum tipo de contato extraterrestre. As vítimas são interrogadas e intimidadas a não falar sobre o caso.
O fato é que muitos ufólogos afirmam que os Homens de Preto são extraterrestres que querem apenas esconder suas visitas a terra de qualquer testemunha. Dizem que eles acham incrível objetos como colheres e escovas.
Os poucos que revelaram ter tido contato com os Homens de Preto, afirmam que eles usam uma “maquiagem” muito forte no rosto, além do terno e dos óculos escuros.
Alguns outros ufólogos já acreditam que os Homens de Preto são agentes do governo americano, assim como mostra no filme. Eles sempre aparecem em carros velhos, mas tem variação no terno que pode estar limpo e impecável, ou sujo e amassado.
Alguns relatam que eles falam bem formalmente outros dizem que eles parecem pessoas de gangues na forma de falar.

Casos famosos:
1947: Harold Dahl foi o primeiro caso, ele viu um OVNI lançar substâncias metálicas em Washington, e afirma que um dia depois recebeu a visita de um Homem estranho que ameaçou ele e sua família se ele voltasse a falar do caso.
051967: Robert Richardson bateu de carro em um objeto, em Ohio, que segundo ele, em seguida desapareceu. Ele pegou um pedaço de objeto metálico que parecia ser uma parte da coisa que sumiu. Dias depois ele foi visitado por 2 Homens de Preto que interrogaram ele, e queriam o pedaço do objeto de volta.
1978: Herbert Hopkins era um médico que juntava material e noticias sobre ufologia e ia dar uma entrevista a rádio NBC. Antes disso ele foi visitado por um homem de terno preto impecável que afirmou vir conversar sobre os casos de UFO.
O homem segundo relata Herbert vestia um terno preto como no filme, mas ele não tinha sobrancelhas, sua pele era branca como cera e nem lábios ele parecia ter. Ele tinha um “corte” na boca como um boneco ventríloquo que ele disfarçava com uma espécie de batom.
Esse homem de preto pediu a Herbert que segurasse uma moeda, e ele viu a moeda se desintegrar na sua própria mão. O homem então afirmou que aquilo era energia e que os documentos que ele tinha sobre ufologia deviam sumir como aquela moeda.
Herbert ficou apavorado com aquilo e destruiu tudo.
Além de tudo isso, ainda tem muita gente que acredita que os filmes “Homens de Preto” estrelados por Will Smith e Tommy Lee Jones, na verdade são documentários!
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28/06/2012

Numerologia


Conhecida como a Ciência Sagrada dos Números, a numerologia procura proporcionar ao ser humano um auto-conhecimento, dando-lhe orientação para que possa viver o seu dia-a-dia com mais harmonia. Através dela, conseguimos explorar e analisar a alma, mente e corpo; bem como o destino e a missão de vida.


Pode-se também descobrir: os inter-relacionamentos, as tendências vibratórias futuras, os distúrbios físicos ou emocionais e até propensão a problemas de saúde.


A numerologia nos confirma que nada acontece por acaso, e que ao nascermos já temos nossos desígnios prefixados e que nosso destino está esboçado, e cabe a nós dirigir nossas ações para fazê-lo da maior maneira possível, pelo livre arbítrio. Temos a obrigação de sempre estarmos atentos aos nossos atos, tentando aproveitar da melhor maneira possível nossos talentos e interesses para evitar desarmonias e as atitudes pouco sadias.


O nosso nome revela nossas características, vontade, traços marcantes da personalidade, tendências e grau de evolução. Nossa data de nascimento, registra como será o nosso caminho neste planeta indicando também os testes e desafios que teremos que nos deparar ao longo da vida.


Portanto nosso nome e nossa data de nascimento, indica a nossa individualidade, dentro da humanidade.
A harmonia pode chegar ao ser humano através de vários métodos. O homem tende, vacilantemente, para um caminho cheio de altos e baixos. Devemos seguir um único caminho, sem vacilações, para que a harmonia dos números possa indicar a que vibrações devemos obedecer, como podemos assinar nosso nome e, principalmente, o que fazermos para alcançarmos essa harmonia.


O atendimento numerológico visa auxiliar a pessoa a encontrar soluções criativas ou alternativas para combater as tensões do dia-a-dia, possibilitando uma orientação dentro de sua consciência interna.


Os numerólogos devem estar atentos ao fazerem isso, porque um pequeno erro, por mais simples que seja, poderá acarretar os maiores problemas ao cliente. O misterioso mundo dos números facilita muito a nossa vida e a numerologia pode decifrar também o quanto é importante sabermos as vibrações que surgirão em nosso futuro.


Os números encerram energias cósmicas, energias físicas telúricas, energias vibratórias sonoras, isso porque, ao pronunciar o seu valor, um mantra é expelido com força, e cada um atua nos nossos chacras. Cada vibração é uma vibração à parte e cabe ao seu portador receber o que há de melhor ou não.
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27/06/2012

Ouroboros

O Ouroboros é a representação gráfica de uma serpente ou um dragão, em forma circular, engolindo a própria cauda. Este símbolo é encontrado na antiga literatura esotérica (alguma vezes, associado à frase Hen to pan – O Todo ou O um) e em diversas tradições ocultistas e escolas iniciáticas em forma de amuleto.


A origem etimológica do termo Ouroboros está, supostamente, na linguagem copta e no idioma hebreu, na qual ouro, em copta, significa Rei, e ob em hebreu, significa serpente. Mas, precisar sua origem e significado primitivo, torna-se uma tarefa praticamente impossível. Mesmo que de certa forma estejam interligados mas, paralelamente, trazem interpretações distintas.


Os primeiros registros deste arquétipo foram encontrados entre os egípcios, chineses e povos do norte europeu (associado a serpente folclórica Jörmungandr) há mais de 3000 anos. Na civilização egípcia, é uma representação da ressurreição da divindade egípcia Rá, sob a forma do Sol. Também é encontrado entre os fenícios e gregos.


Símbolos & Signos


Entre tantos símbolos relacionados, o Ouroboros é um dos que apresenta maior hipótese de significados. Isto porque há outras representações iconográficas contidas e associadas ao próprio Ouroboros.
A serpente, que nos textos canônicos está associada às aspectos maléficos, como no livro Gênesis 3:13, (Perguntou o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A Serpente enganou-me, e eu comi.), na maior parte das culturas pré-cristãs, é um símbolo de sabedoria. Partindo do princípio que o Ouroboros é um símbolo pré-cristão, pode-se supor que este conceito de sabedoria é predominante.


Mas, pode-se também interpretar que o ato de engolir a si mesma, é uma interrupção do ciclo humano em uma busca evolutiva do espírito noutros planos. Por outro lado, pode significar a auto-destruição através do ato de consumir a própria carne e até mesmo a auto-fecundação. Ainda, o fato de encontrar-se na forma circular é um arquétipo representativo de movimentos ininterruptos e pode representar também o Universo. Além da interpretação de que a serpente atua nas esferas inferiores (Inferno), enquanto o círculo representa o Reino Divino. Em outras situações, o animal tem duas cores distintas. Neste caso, provavelmente, uma referência a Yin e Yang, ou pólos masculino e feminino, dia e noite, bem e mal, e outros paradoxos da natureza.


Sob uma perspectiva alquímica, o Ouroboros é representado na figura de dois animais míticos engolindo um a cauda do outro; não sendo, neste caso, necessariamente, uma serpente. Segundo o Uractes Chymisches Werk (Leipzig – 1760), "alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem". Esta descrição alquímica é uma alusão ao processo de separação do material em dois elementos distintos.
Porém, de uma forma mais ampla, o Ouroboros é uma representação dos ciclos reencarnatórios da alma humana. Ainda, segundo o Dictionnaire des Symboles, simboliza o "ciclo da evolução fechado sobre si mesmo. O símbolo contém as idéias de movimento, continuidade, autofecundação e, em conseqüência, o eterno retorno". Na obra Magic Symbols de Frederick Goodman é citado "serpente... [seja] o símbolo da sabedoria dos verdadeiros filósofos" e "O Tempo, do qual apenas a sabedoria brota".


Atualmente, o Ouroboros é comumente encontrado em amuletos esotéricos, na simbologia maçônica e na teosofia. Porém, também está presente no selo dos Estados Unidos da América, posicionado acima da águia bicéfala. Ainda, é muito comum encontrá-lo em monumentos funerários, fazendo alusão, mais uma vez, aos ciclos da vida.
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26/06/2012

A Lenda do soldado Andrade

Corria o ano de 1988, na cidade de Manaus, mais precisamente no Bairro da Cidade Nova, em um local apelidado de Baixada Fluminense até hoje. Esse fato me foi relatado por um amigo que morava no local, pois era vizinho do soldado Andrade. Samuel (Samuca), meu amigo que me contou o ocorrido, disse-me que não vai mais me relatar nada, pois as lembranças o pertubaram de novo.


Na época, o bairro da Cidade Nova havia sido fundado a uns seis anos atrás e a Baixada Fluminense era o único acesso para as ruas e casas, sendo uma ladeira comprida que ao redor era uma mata fechada e não existia transporte público no local, e para pegar o ônibus era necessário subir a ladeira que à noite, sem iluminação, era escura demais para voltar, descer do coletivo na via principal e descer ladeira abaixo.


O soldado Andrade havia se mudado a pouco tempo para o bairro, fazia esse trajeto diariamente, subia de dia e retornava tarde da noite do quartel. Era patrulheiro e estava em boa forma física, acostumado à vida dura de policial na linha de frente. Como morava sozinho e quase não parava em casa, não tinha muitos amigos e não procurava se informar dos acontecimentos do bairro no passado, e continuava fazendo seu trajeto de subir e descer a ladeira para trabalhar. Mal sabia que lhe estava sendo reservada uma trágica surpresa...
Andrade voltava tarde da noite e na ladeira escura percebeu que havia alguém lhe acompanhando, e como ali uma companhia seria bem vinda, ele diminuiu o passo e esperou o homem, que ao se aproximar, Andrade pode observar que teria uns 40 anos e trajava uma bermuda e camiseta regata. E o homem lhe perguntou se poderia acompanhá-lo; o soldado Andrade olhou para o homem e disse que sim, apesar de achar muito estranho aquela hora uma pessoa desconhecida aparecer do nada, pois niguém havia descido do ônibus com ele e ainda mais de bermuda e camiseta naquele frio! Como ele morava ali a pouco tempo, deu de ombros e desceu na companhia do homem. Andaram por mais quatro ruas. Ao se aproximar da quinta rua, o homem disse: "Amigo, vou ficar na esquina, é aqui que eu moro". O soldado Andrade se despediu do homem que se dirigiu para a casa da esquina, e ficou observando-o quando ele abriu o portão de ferro e entrou na casa. Como Andrade morava no final da baixada depois da décima rua, continuou sozinho seu caminho. Mas alguma coisa o incomodava.


Dois dias depois, quando o soldado Andrade voltava do serviço no mesmo horário, ao descer a ladeira sentiu um frio diferente e percebeu o mesmo homem vindo em sua direção pedindo para acompanhá-lo de novo! O soldado novamente aceitou a companhia e desceu a ladeira com o homem, e percebeu que o tal homem não tinha se apresentado a ele, e vestia a mesma roupa de dois dias atrás. Fez o mesmo percurso e o homem fez a mesma coisa ao se aproximar da esquina, e disse: "É aqui que eu moro". O soldado, desconfiado daquele homem, continuou seu percurso, e ao chegar em casa não conseguia dormir direito incomodado com alguma coisa que não sabia o que era.


Ao amanhecer, o soldado Andrade não aguentando aquilo que o incomodara na noite anterior, aproveitou sua folga e foi olhar na esquina em que o homem havia ficado nas noites anteriores, e ver se alguém o conhecia ou quem sabe até falar com ele. Quando o soldado chegou em frente à casa, percebeu que havia alguma coisa muito estranha, e verificou que estava fechada e que aparentava não ter ninguém morando ali a muito tempo. Começou a ficar nervoso com aquela situação e rapidamente procurou alguns moradores nas proximidades para saber com detalhes o que estava acontecendo ali e quem morava na casa da esquina.


Foi quando alguns moradores antigos contaram para ele sobre a casa da esquina e quem havia morado lá:
- "Há mais ou menos um ano atrás morava um casal que aparentava ser muito feliz. Só aparentava! O tempo foi passando e as coisas aconteceram em um piscar de olhos... O marido descobriu que estava sendo traido pela esposa e não queria acreditar, tentou várias vezes tirar a própria vida, tomou água sanitária, comeu veneno de rato etc... Até que em uma noite, soube que sua mulher estava em uma casa noturna com seu amante e decidiu ir até o local, chegando lá constatou o inevitável: viu a mulher nos braços de outro homem e não aguentou. Saiu do local a pé e se dirigiu para o meio da avenida, abriu os braços e esperou o primeiro carro pegá-lo por trás, arremesando seu corpo a mais de vinte metros de distância, causando sua morte instantânea (suicídio).


Desde então a casa ficou vazia e ninguém da família fez mais nada lá. Muitos dizem que como ele se suicidou e não aceitou o que lhe aconteceu, ele continua aí dentro esperando a mulher voltar para casa".


Ao ficar sabendo de tudo que aconteceu ali, o soldado Andrade contou para todos o que tinha acontecido com ele nos últimos dias. Não falou mais nada e foi para casa. Passou o resto do dia trancado. Não falou com mais ninguém. Algumas pessoas próximas da casa dele disseram que ele passou a noite inteira sem dormir, com a luz acessa dentro de casa e que saiu para trabalhar muito cedo no outro dia.


Ao chegar a noite, por volta de 00:00 horas, os vizinhos disseram que viram o soldado Andrade chegando em casa e gritando:
- "Ele veio comigo de novo! Ele veio comigo de novo!!!"
Logo depois ele entrou em casa, e foi ouvido um disparo! Os vizinhos entraram na casa do soldado e ele estava estirado no chão com um tiro na cabeça.


Algumas pessoas dizem que o soldado Andrade tirou a propria vida porque não aguentou a companhia do medo, assim como o homem da casa da esquina não aguentou a traição da esposa, mas eu prefiro acreditar que o que aconteceu com os dois só pode ser explicado por quem viveu esse tipo de experiência. E que eles estejam descansando em paz.
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25/06/2012

Anna Monaro, a mulher que emanava luz de seu Peito



Pirano - Itália, 8 de março de 1934. Os hóspedes da pensão Piran já estavam dormindo quando, Maria Gherardi, uma cliente com insônia que se encontrava num dos quartos com outras sete mulheres, entre elas Anna, vislumbrou uma pequena nebulosa luminescente sobre o peito da senhora Monaro.


O enigmático fenômeno repetiu-se várias vezes nas noites entre 9 e 19 de Março e obrigou seu internamento no hospital da cidade onde foi recebida e estudada por vários cientistas de prestígio.


Os primeiro médicos a atender Anne foram Fabio Vitali, e G.C. Trabacchi que conduziram uma extensa análise baseada no isolamento da paciente e na tomada de dados, fotos e inclusive um vídeo de 3 segundos para concluir que o fenômeno era, absurdamente, real. Sua primeira descrição foi:


- "Às 10:35 da noite, sem nenhum som, aparece subitamente do peito da paciente um pequeno resplendor de luz branca-azulada que ascende lentamente até o pescoço. Ao mesmo tempo, a paciente acorda de seu sono emitindo um pequeno gemido..."


O caos propagandístico da época converteu o caso em fonte das mais disparatadas teorias pseudo-científicas, religiosas e místicas. Um psicólogo defendia a presença de organismos elétricos e magnéticos indefinidos no corpo da mulher. Só a atenção suscitada de um reconhecido cientistas contribuiu para esclarecer às causas da inexplicável quimera.




O primeiro cientista sério que publicou (no The Times) uma explicação do fenômeno foi o Doutor Giocondo Protti, que apoiado nos estudos de bio-luminiscência de E.N. Harvey ("The nature of Animal Ligth.1920") estabeleceu que o estado de debilidade de Anne devido ao jejum religioso incrementou a quantidade de sulfetos em seu sangue e suor que convenientemente estimulados pela radiação ultravioleta do próprio sangue atingem propriedades luminescente. Para Protti a emissão ultravioleta do sangue de Monaro estava fora de toda normalidade.


Em setembro seguinte publicou um exaustivo relatório de 52 páginas, no qual participou o famoso físico Enrico Fermi, que contêm os resultados dos exames, as observações e experiências sobre Anna Monaro na clínica Romana (Suplemento de "pesquisa científica").


Mais adiante a história foi-se carregando de componentes religiosos e psicológicos. A própria Anne contava que em seus sonhos e recorrências infantis aparecia sempre desprendendo um áurea luminosa branca. Tudo isso conduziu a uma sacralização do fenômeno.


A história desta "luminosa mulher" aparece na edição impressa dos mais importantes jornais da época. The Times (5-Maio-1934), London Illustrated News e o L’Illustrazione Italiana. Foi uma autêntica celebridade nos meios médicos e o indescifrável prodígio sempre esteve acompanhado da "rumorología" e populismo das classes sociais menos favorecidas.
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24/06/2012

Os 7 Selos - Os 4 Cavaleiros do Apocalipse


Ao estudar os selos devemos diferenciar os cavalos dos cavaleiros. Os primeiros 4 selos apresentam 4 cavalos sendo montados por 4 cavaleiros. É importante fazer essa diferenciação como veremos na análise a seguir. Além disso, é importante entender o significado do ser que João vê e define como Besta, Dragão.


O Dragão é definido como a primitiva serpente. Jesus deixa claro que a serpente simboliza a inteligência quando diz que devemos ser simples como os pombos e inteligentes como as serpentes. Na inteligência estão as três capacidades básicas do homem: o instinto, o intelecto e o sentimento. Quanto mais primitiva for a inteligência, mais distante dos nobres sentimentos ela estará e mais próxima dos instintos ligados a materialidade e a antifraternidade ela estará. A besta e o dragão representam ,portanto, as principais instituições ou nações que em algum período da historia foram a representação máxima da antifraternidade, da ausência dos nobres sentimentos e do instinto assassino. Por isso a Bíblia diz que o 666 é número de homem, pois o que representa a Besta é vários homens de inteligência primitiva, o que define o instinto se sobressaindo ao intelecto e ao sentimento, o intelecto voltado para a prática do mal e o sentimento distante dos valores nobres e ainda preso ao excessivo materialismo. Dessa forma entendemos a passagem do Apocalipse sobre o 666:
“Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Besta, porque é número de homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13:18)
Vamos então analisar os sete selos:


Primeiro selo: o cavalo branco e seus dois cavaleiros

O cavalo branco, diferente dos demais 3 cavalos é um cavalo q representa o bem, pois representa o cristianismo primitivo ensinado por Jesus. 

Vemos isso em duas passagens do Apocalipse:


"Olhei, e vi um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer." (Ap 6:2)


“Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e peleja. Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada”. (Ap 19:11,14)


A diferença dessas duas passagens é que não temos o mesmo cavaleiro. No inicio da abertura dos livros do destino da humanidade, o primeiro selo que é o cavalo branco é a representação do cristianismo primitivo e original, mas está montado nele um cavaleiro com um arco e uma coroa. O arco aqui não é arco de arco e flecha, mas a representação do arco que emoldura o altar da maioria das Igrejas cristãs. Outro arco conhecido é o Arco dos Sinos do Vaticano. Ou seja, o cavaleiro tinha uma Igreja, e a coroa representa o próprio império romano, dessa união saiu vencendo e exterminando quem fosse contrario ao seu domínio, perdurando a IGNORÂNCIA aos ideais crísticos por toda a Idade Média, onde o conhecimento bíblico ficou restrito ao clero em mosteiros, com a população sendo manipulada segundo a vontade desses lideres religiosos. O cavalo branco representa, portanto, a religião corrompida e seu cavaleiro, que o controla, representam o exército romano aliado a Igreja.


Já após os acontecimentos descritos do derramamento das sete taças, ou seja, após os 3 “ais”, vemos o retorno do cavalo branco, mas agora montado pelo próprio Jesus (Fiel e Verdadeiro), o que demonstra o fim da velha Terra, com a Nova Terra (representada pela Nova Jerusalém) se iniciando, pois o cristianismo original e Verdadeiro volta nas rédeas do próprio Jesus.


Antes de o primeiro selo ser aberto vemos o primeiro dos 4 animais (Apocalipse 6:1) clamando em voz de trovão, pois no segundo selo é o segundo animal (Apocalipse 6:3), no terceiro selo é o terceiro animal (Apocalipse 6:5) e no quarto selo é o quarto animal (Apocalipse 6:7).


“O primeiro animal vivo assemelhava-se a um leão; o segundo, a um touro; o terceiro tinha um rosto como o de um homem; e o quarto era semelhante a uma águia em pleno vôo”. (Apocalipse 4:7)


“Depois, vi o Cordeiro abrir o primeiro selo e ouvi um dos quatro Animais clamar com voz de trovão: Vem! “ (Apocalipse 6:1)


O primeiro animal como vimos é representado pelo Leão (Apocalipse 4:7), que representa entre os 4 animais o homem que é pai, o líder, o chefe de família, exatamente o papel que a Igreja Romana iniciou no ano 325 com Constantino. Mas repare: é apenas um leão, não o leão da Tribo de Judá, não o Fiel e Verdadeiro. Dessa aliança entre a Igreja e o exército romano surgiu a primeira representação da Besta, que foi vista por Daniel, o profeta do Velho Testamento como um quarto animal poderoso, Besta que agiu em guerras e torturas como a “Santa” Inquisição, as Cruzadas, o Tribunal do Santo Oficio entre outras ações terríveis. Mas essa Besta, como veremos a seguir, depois de um tempo não será mais a representação máxima do primitivismo moral dos homens, pois o próprio João diz, já nos tempos da Grande Tribulação:


“E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. (Apocalipse 17 : 11).


Aqui fica claro se tratar de Roma (representando a Besta), capital da Itália, que pertence ao G8, grupo dos 7 países mais ricos do mundo mais a Rússia.


Nada mais sensato do que representá-la como o Leão, o outro Leão que não é o Leão da Tribo de Judá. E isso fica claro em Apocalipse 13:2


“A Fera (Besta) que eu vi era semelhante a um leopardo” (Apocalipse 13:2)


Segundo selo: o cavalo vermelho e seu cavaleiro

O cavalo vermelho simboliza as duas grandes guerras, seu cavaleiro é a Alemanha:


“Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo animal clamar: Vem! Partiu então outro cavalo, vermelho. Ao que o montava foi dado tirar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.“ (Apocalipse 6:3-4)


As duas primeiras guerras globais do planeta, por isso é dito “foi dado tirar a paz da terra”, os homens realmente mataram uns aos outros e a grande espada representa exatamente os conflitos armados globais. A Alemanha nessa época foi a segunda representação da Besta, do primitivismo humano. E o 666 também aparece a ela associado. A letra “s” no grego é representada pelo símbolo “Sigma” que é a décima oitava letra do alfabeto grego, 18 é 6+6+6. O reich era simbolizado pela Suástica, que nada mais é do que dois “s” sobrepostos. A cor da bandeira da Suástica era vermelha e também aparecia no seu terrível hino aos alemães:


“Nós somos o exército da suástica,


Erguemos as bandeiras vermelhas


O trabalhador alemão nós queremos


Assim trazer para a liberdade."


Fica claro que o cavalo vermelho, segunda representação da Besta, é a Alemanha. O animal que clama na abertura desse selo é o bezerro, que simboliza o homem filho, no caso o filho do Leão, ou seja, veio dar continuidade aos horrores perpetrados pelo exercito romano associado à Igreja. E isso a própria história prova, pois Hitler se aliou a Mussolini, que por sua vez deu um território ao papado, através do tratado de Latrão, território esse hoje conhecido como Vaticano. O bezerro quando cresceu virou um touro, o touro quando vê o vermelho ataca, isso mostra todo o caráter furioso do touro (Alemanha) sendo impulsionado pelo vermelho (Suástica- Nazismo) a atacar. Eis a figura, a metáfora que João viu na abertura do segundo selo, referente às duas grandes guerras mundiais.


Terceiro selo: o cavalo preto e seu cavaleiro


O cavalo preto simboliza o materialismo comercial e todas as desigualdades sociais dele provenientes, sintetizado no sistema capitalista de mercado, sustentado economicamente no petróleo, seu cavaleiro e principal símbolo são os Estados Unidos. 


Estamos atualmente vivendo a época do terceiro selo e muito em breve o quarto selo será aberto.


“Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro animal clamar: Vem! E vi aparecer um cavalo preto. Seu cavaleiro tinha uma balança na mão. Ouvi então como que uma voz clamar no meio dos quatro Animais: Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiques o azeite e o vinho!“ (Apocalipse 6:5-6)


O materialismo e a preocupação excessiva com as riquezas se refletem na balança e na troca comercial relatada no texto, ate como uma exploração, pois fica subentendido que o azeite e o vinho não são pagos, mas apenas o trigo e a cevada que são mais baratos, ou seja, abuso de poder. A cor preta simboliza não apenas o petróleo, que é o principal símbolo dessa economia, mas também simboliza o desconhecimento da luz. Esse animal é simbolizado pelo homem. O homem dos quatro animais relatados é o único que possui a razão, o intelecto desperto, isso denota a época atual, o auge da tecnologia, onde a razão fez a humanidade nos últimos 50 anos dar um salto tecnológico fantástico, mas também simboliza esse intelecto, essa razão na escuridão, simbolizada pela escuridão da cor preta, ou seja, o ser humano usando a tecnologia em beneficio do materialismo ao invés do crescimento espiritual (simbolizado pela luz). É exatamente isso que vimos os Estados Unidos realizarem, utilizando sua tecnologia para desenvolvimento de armas, bombas, perpetrando guerras e canalizando recursos financeiros pra fins bélicos. São eles a terceira representação da Besta. O materialismo, o amor ao dinheiro, o templo ao dinheiro (Wall Street) são também demonstrados no 666.


"e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Besta, ou o número do seu nome. Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Besta, porque é número de homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis." (Apocalipse 13:17-18)


Se os Estados Unidos são uma representação da Besta, no caso a do materialismo comercial, o capitalismo, fica evidente que o seu nome é dinheiro e seu número o 666, expresso no valor desse dinheiro. Mas o valor atribuído ao dinheiro é o pior, pois é o símbolo do materialismo: o ouro. Dinheiro só tem lastro se tiver ouro para dar o valor a cédula ou papel moeda, ou seja, o valor do dinheiro se faz da especulação do valor de um simples metal e dessa especulação (capitalismo, bolsa de valores) é que se define quanto vale cada alimento, segundo os interesses dos governos e empresas particulares.


Certamente o profeta previu uma mudança radical no antigo sistema de moedas que possuíam seus valores relativos aos materiais usados. Com o avanço do sistema seriam criadas moedas, ou papéis-moedas obedecendo a certo padrão. Por isso o número 666 representa "a soma dos valores de um modelo de padrão monetário", imaginando-se que os algarismos romanos, padrão do Império dominante na época em que escreveu essas profecias, seria a base para tal modelo.


Neste caso as moedas teriam valores semelhantes ao padrão romano, ou seja, seriam simbolizados pelos algarismos romanos: I=1, V=5, X=10, L=50, C=100 e D=500. Soma: 666. Também se lendo no sentido inverso (sentido da leitura judaica) obtém-se 666 (DCLXVI).


De fato, somando-se estes valores (como um padrão monetário modelo) teremos o famoso número da Besta: 666. Foi mais uma "invenção" do homem em favor do materialismo consumista dos nossos dias. Sabemos q os números romanos são 7 (ainda falta aí o M q simboliza 1000), a representação do 666 apenas englobaria os 6 primeiros números romanos (o 6 na bíblia simboliza o homem), pois o 7 simboliza a perfeição da criação divina e o numero 1000 tem significado especial, sendo equivalente ao sétimo numero romano representado pela letra M. Além disso, dos 4 animais o animal associado aos Estados Unidos é justamente o homem (após o leão e o bezerro) e também é justamente esse um dos motivos do 666 ser número de homem.


Quarto selo: o cavalo amarelo / verde e seu cavaleiro

Aqui temos uma interessante visão: a Bíblia católica coloca o quarto cavalo como amarelo e as versões protestantes como cavalo verde. Como veremos a seguir, ambas estão corretas.


“Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que clamava: Vem! E vi aparecer um cavalo esverdeado/ amarelo. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras” (Apocalipse 6: 7-8)


Muitos associam esse cavalo a peste, mas essa interpretação não é totalmente fidedigna, pois é dito que ele mata também pela “espada, fome e feras”, ou seja, não é são apenas pestilências. Esse quarto cavalo representa o inicio da época da Tribulação, a época dos 3 “ais” que também são relatados em pormenores durante as ultimas três trombetas e durante as sete taças. Justamente por esse motivo seu cavaleiro tem o nome de Morte. As cores do cavalo representam a aliança num futuro próximo entre os chineses ( a cor amarela advém do tom de pele da etnia han, a maioria entre os chineses) e a ala radical do mundo islâmico , que tem como cor símbolo exatamente o verde. Dessa união é que se iniciará a queda de Roma, o Armagedon com a derrota de Israel e por fim a queda dos Estados Unidos com o Big One, grande terremoto previsto por vários cientistas para ocorrer a qualquer momento na falha de San Andréas que percorre os estados americanos da Califórnia e Nevada. Simboliza também a Morte da Terra atual, mundo expiatório, para o nascimento através das “dores do parto” da Terra Regenerada.


Não é a toa que o animal que clama durante a abertura do quarto selo é a águia em pleno vôo, pois esse símbolo pode ser traduzido de diversas formas: o homem que após ser criado pelo pai (Leão), crescer (bezerro), se tornar adulto (homem), finalmente desencarna e conhece a realidade espiritual através da morte (águia em pleno vôo), pois será na abertura desse selo que se iniciará a Morte da Terra expiatória, pelas mãos do cavaleiro Morte, pelo homem que conhece a vida espiritual ao morrer simbolizado pela águia em pleno vôo. No entanto a águia em pleno vôo também simboliza o momento do ataque, que vem rapidamente dos céus até o chão, pois a águia ao atacar em pleno vôo é como um raio, um raio que vai do oriente ao ocidente como dizem as profecias:


“Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares. Tudo isto será apenas o início das dores. Logo após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade. Porque, como o relâmpago parte do oriente e ilumina até o ocidente, assim será a volta do Filho do Homem.” (Mateus capitulo 24)


Jesus em Mateus 24 descreve exatamente o auge do quarto selo, o qual ainda não chegamos no presente ano de 2011, fala em fome, peste, guerras exatamente a descrição do cavalo amarelo/verde. O “início das dores” e a “tribulação” se iniciam exatamente nesse quarto selo, antes da Grande Tribulação, o Ápice dos eventos, simbolizado por Jesus pela sua volta, ou seja, esse evento é que desencadeará a volta dos valores crísticos a Terra. E Jesus é claro: um sinal do céu, que percorrerá todo o planeta, sendo visto do oriente ao ocidente, aparecerá durante a Tribulação e será o sinal do Ápice, exatamente em 2036, é o asteróide Apophis, ele é que desencadeará o grande terremoto de San Andréas, trazendo dilúvio, terremotos, vulcanismo e a verticalização do eixo do planeta, dando a sensação de que as estrelas do céu estarão caindo, as potencias do céu mudando rapidamente de lugar em virtude desse movimento abrupto que elevará vulcões e oceanos, ceifando metade da vida dos encarnados segundo o próprio Jesus esclarece:


“Dois homens estarão no campo: um será tomado, o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo no mesmo moinho: uma será tomada a outra será deixada”. (Mateus 24:40-41)


Esse cavaleiro montado no cavalo amarelo tem poder sobre quarta parte da terra. China e a ala radical islâmica compõem 1 quarto da população do mundo (entorno de 1,7 bilhões de pessoas), além de ser a maioria esmagadora na Ásia, que pela contagem tradicional dos continentes seria um quarto do mundo, considerando os 4 grandes continentes.

 http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2011/06/os-7-selos-parte-i-os-4-cavaleiros-do.html#ixzz1yg5HUrNA
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23/06/2012

Carl Panzram



Carl Panzram: desde criança, bandido
Carl Panzram nasceu em 1891, nos Estados Unidos. Era filho de um imigrante e tinha 6 irmãos. Quando tinha 7 anos, seu pai abandonou sua mãe. Um ano depois, Carl Panzram entrou na vida criminal: aos 8 anos, já cometia pequenos delitos.


Aos 11 anos, Carl foi enviado para um reformatório, onde passou dois anos, na companhia de cerca de outros 300 jovens. Lá, apanhou e foi sodomizado várias vezes, inclusive por líderes religiosos. “Então eu comecei a pensar que eu deveria ter a minha vingança tão logo e tão frequentemente eu conseguisse machucar qualquer um”, disse Panzram, tempos depois. “Fui ensinado pelos Cristãos a ser um hipócrita, e aprendi mais sobre roubar, mentir, odiar, queimar e matar. E que um reto pode servir para outros propósitos.”




Ao sair da instituição, com cerca de 14 anos, Panzram deixou um dispositivo armado para incendiar o prédio.


Já na rua, desenvolveu um comportamento piromaníaco (incendiário) e fantasiava promover homicídios em massa. Sua relação com sua mãe foi se deteriorando.


Na escola, um professor o agredia. Um dia, isso ainda aos 14 anos, Panzram levou uma arma para a escola e queria matá-lo, mas começaram a brigar e Panzram, dominado, acabou perdendo a arma. Poucos dias depois, Panzram pegou um trem e “caiu no mundo”.


Panzram roubava, mendigava, dormia em qualquer lugar. Acabou sendo violentado por quatro homens. Após outro crime, foi novamente para um reformatório. Panzram tinha o linguajar de um criminoso nato e um policial implicava com ele. Carl resolveu matá-lo. Cometeu o homicídio com um pedaço de madeira, atingindo a cabeça do policial, pelas costas. Passou então a ser ainda mais vigiado na instituição e resolveu fugir.


Comportamento incendiário


Panzram fugiu com um colega. Adquiriram armas e “roubavam tudo o que podiam”, inclusive igrejas, as quais Carl queimava depois – um de seus crimes favoritos. “Eu amo tanto Jesus que quero crucificá-lo novamente.”, dizia Panzram. Logo a dupla se separou e Panzram começou a usar outros nomes.


Em 1907, com 16 anos, Panzram mentiu sua idade e entrou no Exército. Logo no primeiro dia, recebeu uma punição – a primeira de muitas que receberia lá dentro. Acabou sendo pego roubando e foi condenado a três anos de serviços forçados em uma penitenciária federal.


Panzram tinha muita dificuldade em se adaptar a estes ambientes. As regras na penitenciária eram rígidas e Carl vivia sendo punido. Tinha que carregar uma bola de ferro presa ao pé, mesmo quando trabalhava quebrando pedras, 10 horas por dia, 7 dias por semana. Um dia, Panzram queimou uma parte da prisão, mas não foi descoberto. Saiu de lá em 1910.


Foi preso mais algumas vezes, em alguns outros locais, por diversos crimes – mas conseguia fugir. E mantinha o seu comportamento incendiário…


Ódio do mundo


Sobre suas vítimas, Panzram disse que não era seletivo, “importava apenas que fossem seres humanos”. Estuprou até mesmo um policial que tentou extorqui-lo.


Nunca desenvolveu um interesse maior por mulheres. Nas prisões, por ter um porte avantajado e por suas características psíquicas dominadoras e agressivas, acabava sodomizando os colegas.


Em uma destas detenções, assim preencheu o campo “Profissão” na sua ficha de admissão: “ladrão”. Apesar de punições cada vez maiores, seu comportamento não mudava.


Em uma ocasião, roubou a casa de William H. Taft, ex-presidente dos EUA. Panzram arrecadou muito dinheiro com os objetos que vendeu e comprou um iate. Entretanto, o revólver calibre 45 que achou na casa, este ele não vendeu, passou a carregá-lo.


E, como não poderia deixar de ser, enquanto andava com seu iate, invadia alguns outros, vazios, e roubava o que lá encontrava.


Teve também a idéia de atrair marinheiros, oferecendo trabalho. Então, os violentava, matava e jogava no mar. Ladrão, estuprador, serial killer – esta era a vida de Carl Panzram.


Em 1921, Panzram foi parar em Angola! Em 1922, já com 31 anos, estuprou e matou brutalmente um garoto de 12 anos – esmagou sua cabeça com uma pedra. “Eu não me arrependo. Minha consciência não me incomoda. Eu durmo tranquilamente e tenho sonhos doces.”


Carl Panzram dizia odiar a humanidade. Em uma ocasião matou seis pessoas de uma só vez, sem motivo, e jogou os corpos aos crocodilos. Teve que fugir porque muitas pessoas tinham visto ele com as vítimas.


Panzram foi para Portugal, mas lá já era procurado. Voltou para os EUA. Continuou a roubar, matar, fugir etc. Roubou outra embarcação. De um comissário da polícia. Repintou o barco e mudou o nome da embarcação. Usando a arma que lá achou, matou mais uma pessoa – além de ter sodomizado outra, que o denunciou. Foi preso pouco depois.


Arranjou um advogado, dizendo a este que no seu barco havia muito dinheiro e que lhe pagaria após sair da cadeia. Quando foi posto em liberdade, desapareceu. O advogado foi tentar registrar o barco e descobriu que era roubado.


Carl continuou sua vida criminosa e, numa dessas prisões, disse muito do seu passado, mas foi desacreditado. Porém, investigou-se e descobriu que era verdade. Por sinal, Panzram ainda tentou receber uma recompensa oferecida em outra localidade por sua captura…


Foi transferido para outra prisão, muito rígida. Em uma fuga alguns meses depois, quebrou as pernas e foi pego. Algum tempo depois foi submetido a uma cirurgia, onde acabaram por retirar-lhe um testículo. Além disso, ficou na solitária por meses. Passava o tempo pensando em como matar o maior número de pessoas. Inteirados 5 anos nesta prisão, em 1928 voltou às ruas.


Nas primeiras duas semanas, já tinha matado um. Foi preso, mais uma vez.


Carl Panzram conta sua história


Na identificação criminal, notaram que Panzram tinha o peito tatuado com um lema: “Liberdade e Justiça”. Pela primeira vez, Panzram deu seu nome verdadeiro. Foi nesta prisão que teve contato com Henry Lesser, um guarda que se interessaria por suas histórias. Lesser perguntou qual era o seu crime, e ele respondeu: “O que eu faço é reformar as pessoas.”. E então começou a falar de seu passado.


Panzram aceitou escrever sua história para Henry Lesser. “Por que eu sou o que sou? Eu te direi a razão. Eu não me fiz o que sou. Os outros é que me fizeram.”


Nestes escritos, Panzram também dizia que o sistema penal só fazia piorar as coisas. “A minha vida inteira eu tenho quebrado cada lei que já foi feita pelos homens ou por Deus. E se tivessem feito mais, eu as quebraria também.”


Os processos pelos crimes anteriores começaram a andar, com suas confissões. Feitas sem nenhum remorso, diga-se de passagem. Cerca de 20 homicídios. Um dos mais prolíficos assassinos em série já nascidos. Panzam dizia que se fosse solto mataria outro tanto.


Em um julgamento, ameaçou uma vítima que depunha, fazendo gestos de esganar um pescoço: “É isto que acontecerá com você.”. Foi condenado a vários anos de prisão e deveria voltar à prisão federal.


Lá, avisou ao chegar: “Eu vou matar o primeiro homem que me incomodar.”. Um guarda denunciou uma infração sua e Panzram foi para a solitária. Ao sair, matou o guarda, na lavanderia da prisão. Outros presos tentaram fugir da confusão, mas Panzram ainda quebrou o braço de um e aterrorizou os outros. Voltou para a solitária, enquanto aguardava outro julgamento.


Panzram continuou a se corresponder com Lesser. E disse que estava surpreso, porque agora ninguém encostava nele. “Cheguei à conclusão que se desde o começo tivesse sido tratado como agora, então tantas pessoas não teriam sido roubadas, estupradas e mortas.”


O julgamento de Carl Panzram


Em 1930, foi a julgamento pelo caso do guarda assassinado. Estava desafiador e pouco cooperativo.


“Você tem um advogado?”, perguntou o juiz. “Não, e eu não quero um.”


Durante o julgamento, Panzram foi avaliado por um psicólogo, Dr. Menninger. “Eu quero ser enforcado e não quero nenhuma interferência sua ou de tipos como você. Eu sei tudo sobre o mundo e sobre a natureza diabólica do homem, e não quero bancar o hipócrita. Estou orgulhoso de ter matado alguns e arrependo-me de não ter matado mais.” Menninger tentou fazer Carl falar sobre sua vida, mas o assassino foi ficando furioso. “Estou dizendo que sou responsável e culpado, e quanto mais rápido me enforcarem melhor será e mais contente ficarei. Então não tente interferir nisso!”


Menninger, em suas análises, culpou o reformatório e as prisões por tudo o que aconteceu. E relatou: “Eu nunca vi um indivíduo cujos impulsos destrutivos eram tão completamente aceitos pelo seu ego consciente como Panzram.”.


Panzram foi condenado a morrer em setembro do mesmo ano. Ouviu a sentença com um leve sorriso.


“Eu certamente quero agradecê-lo, juiz, apenas me deixe colocar as mãos em volta do seu pescoço por 60 segundos e você nunca mais sentará como juiz em um tribunal.” Foi retirado da sala rindo.


Uma associação contra a pena de morte tentou reverter o quadro, mas isso enfureceu Panzram. “Eu não quero consertar a mim mesmo! Meu único desejo é consertar as pessoas que tentaram me consertar, e eu acho que o único meio de reformar as pessoas é matando-as.”


Panzram escreveu uma carta ao presidente dos estados Unidos dizendo que não queria outro julgamento, e que estava plenamente satisfeito com aquele e com a pena. “Eu me recuso absolutamente a aceitar um perdão ou uma mudança na pena.”


Panzram permaneceu acordado na noite anterior à execução, andando pela cela e cantando uma curta canção pornográfica que ele mesmo compôs.


Análise Psicológica


A história do serial killer Carl Panzram não tem como ser mais monótona. Mas como pode ser, a de um homem que matou friamente mais de 20 pessoas? A palavra “monótona” é empregada aqui em seu sentido original: “um tom apenas”. Desde sua infância, sua vida foi uma repetição de furtos, violência recebida e devolvida, assassinatos, prisões, fugas – e de recomeços do ciclo. Ao lermos seus dados biográficos, notamos que nada se fala sobre trabalhos, namoros, nada disso. Panzram parece ter nascido para o crime. Sua vida era isto, apenas. Em uma ocasião em que foi preso, quando faziam a sua ficha indagaram a sua profissão. Ele respondeu: “Ladrão!”. Às vezes Panzram era honesto…




Bastante honesto. Panzram escreveu uma autobiografia. Esta só foi publicada na íntegra várias décadas após a sua morte. Nos seus escritos, Panzram afirma: “Eu estava tão cheio de ódio que não havia lugar para sentimentos como amor, piedade, ou honra, ou decência.”.


O caso de Carl Panzram é um caso típico onde a psicologizacão tende a obscurecer um pouco os fatos brutos – isto é, a realidade. Criar teorias não é condenável – necessitamos delas para organizar nosso entendimento do mundo. O problema é que às vezes elas se afastam da verdade.


Dr. Menninger, psicólogo que avaliou Panzram, acreditava que a culpa por Panzram ter se tornado um frio assassino em série era dos abusos sofridos nos reformatórios e nas prisões pelas quais o assassino em série passou.


Os abusos podem ter transformado-o em um serial killer? Por si só, não!


Uma teoria como essa deve ser sempre argüida assim: todos que passaram pelo reformatório viraram serial killers? Não! Nem mesmo todos os que foram apanhados, que foram abusados, Então, no mínimo, havia uma predisposição para a violência em Panzram.


Abusos explicam tudo?


Muitos defendem a “teoria dos abusos” para o caso de Panzram. O psicólogo, o guarda com quem o serial killer estabeleceu uma relação amistosa (Henry Lesser) e o próprio Panzram. Aliás, dos dois primeiros pode-se dizer que foram, por certo, influenciados pelas palavras do próprio assassino. Eles aceitaram a teoria que Panzram lhes vendeu. Mas o assassino mesmo acreditava nisso? É possível.


A questão que não é muito levantada é: por que Panzram, tão novo ainda, ainda criança, foi parar naquele reformatório? Por que desde os oito anos Panzram entrou em uma vida de crimes? Por causa da criação recebida? Não! Seus irmãos se tornaram trabalhadores esforçados, ele diria. E todos receberam criação semelhante.


Mas Carl Panzram disse também que os irmãos batiam muito nele. Mas não sem que Panzram houvesse aprontado algo antes. “Eu tenho sido um animal desde que nasci. Eu era um ladrão e um mentiroso.”


O que falta a esta teoria do abuso é analisar uma gênese mais distante, e esta parece residir em uma predisposição biológica de Panzram. Na adolescência, ou mesmo na infância, Carl já tinha traços de um transtorno de personalidade anti-social (TPAS), o popular “psicopata”. Usando-se os critérios diagnósticos de hoje, não poderíamos fazer esse diagnóstico apenas por causa de sua pouca idade (o diagnóstico definitivo só pode ser feito para adultos), mas poderíamos fazer um de transtorno de conduta na infância, que comumente evolui para o transtorno de personalidade anti-social. Comumente, mas não sempre. Aí entram outros fatores. Aí entra a história do reformatório e dos abusos físicos e morais. Que podem ter piorado e solidificado esta tendência anti-social. Neste ponto, é difícil discordar. O que mais poderíamos esperar de uma criança (que já tinha tendências anti-sociais, frise-se isto) que é seguidamente espancada e violentada, que ao sair da instituição volta para uma vida “pobre”, em todos os sentidos desta palavra?


A justificativa que Panzram dá para seus assassinatos até desce bem, às vezes, como quando ele mata um guarda “responsável” pelo fato de ele ter ido parar na solitária (o que Carl não assume é a sua responsabilidade de ter infringido uma norma da prisão – normas severíssimas, por certo, mas novamente lembremos: nem todos iam parar na solitária, nem todos tinham esta grande incapacidade de adaptar-se a limites). Mas como entender este salto que ele faz em seu raciocínio: os guardas não prestam; logo ninguém no mundo presta?! Como entender o fato de matar inocentes, pessoas que não tinham absolutamente nada a ver com o sofrimento pelo qual passou?


Se Panzarm não tivesse sofrido tantos abusos logo cedo, pode ser que não tivesse se tornado um serial killer, ou nem mesmo “apenas” um anti-social não-assassino? Pode ser (acredito nisto). Mas assim como também pode ser que mais tarde a psicopatia e o predadorismo aparecessem, disparados por outra situação qualquer, e Panzram encontrasse outra justificativa para seus atos. Porque Panzram, como qualquer um de nós, quer entender o que se passa consigo.


O ódio do mundo, da humanidade, que ele passa a professar em seus últimos anos (e tudo o que dispomos é o que ele falou desde então, e devemos ter em mente que isto é ele falando sobre o passado – ou seja, nem tudo é memória pura, ocasionalmente é interpretação, distorção, exagero etc.), este ódio tão falado de tudo e de todos às vezes parece não se materializar tanto – foram 23 mortes, sim. Mas muitos outros serial killers, que nunca expressaram tanto ódio quanto Panzram, mataram mais pessoas em menos tempo. Peguemos Ted Bundy, por exemplo: cerca de 36 mortes em um período não maior que 5 anos.


Se o ódio de Panzram foi gerado por guardas, carcereiros etc., por que a grande maioria de seus crimes não foi contra estes, ainda mais considerando-se que passou boa parte de sua vida preso? Panzram agia às vezes impulsivamente, agressivamente – mas não nos esqueçamos que o seu impulso de sodomizar era muito maior que o de matar – bem maior foi o número de vítimas deste crime sexual do que os de homicídio. Nem todos os que violentou ele matou, mas quase todos os que matou, violentou antes. O homicídio era então apenas parte de um impulso maior – o da agressão sexual homossexual. Se odiava “a humanidade”, por que não estuprou e matou mulheres? Ou, insistimos nisto, por que não guardas, carcereiros, e sim outros presidiários?


Panzram encontrou, nos parece, esta justificativa – o reformatório, os maus-tratos recebidos etc. -, e a ela se agarrou. E com ele levou vários outros na mesma crença.


Outro ponto bastante curioso na história do psicopata Carl Panzram é a sua negativa em recorrer da condenação à pena de morte, ou a recusa em alegar insanidade. Suas negativas apontam para duas hipóteses.


A primeira é que, recorrendo, desmereceria tudo o que fez. Como se o fato de ser inocentado anulasse os seus atos. Ele não queria defender-se, queria que seus atos ficassem intocados, puros.


A segunda é um pouco mais especulativa. Panzram tinha tatuado “Justiça e Liberdade” em seu peito. No seu julgamento, afirma claramente (em uma cena de um filme que retrata sua vida, “Killer – confissões de um assassino”): “O que eu exijo é justiça!”. A sua punição, então, seria a primeira vez em que Panzram veria a justiça ser feita pela própria Justiça. Os que o agrediram no reformatório e nas prisões deveriam ter sido punido. Mas não foram. Agora, ele toma o lugar deles e faz a punição acontecer. Simbolicamente, estaria punindo, então, os que o agrediram.


É interessante notarmos que, na verdade, este seu desejo de que a justiça seja feita vai surgir apenas no final, quando é levado a julgamento por homicídio. Antes, Panzram mudava de nomes, fugia das cadeias. Justiça não seria ficar preso, também, por crimes menores? Sim. Mas isto não era suficiente. Era uma justiça muito fraca, pequena. Para quem tantas vezes fugiu de cadeias, não é estranho, no final, não querer advogado, não negar o crime, não querer alegar insanidade mental, não apelar, não querer ajuda de entidades contra a pena de morte, e, pela primeira vez, não tentar fugir?


Quem foge quer a liberdade. Quem não quer viver, se mata. Por que só agora, condenado à morte, ele não tenta escapar (mesmo pelos meios legais)? Por que só agora ele diz que não quer viver? Por que ele mesmo não se matou, portanto? Porque isto não seria Justiça – contra os que odiava.


Um estranho caso em que, alguém, para vingar-se de uma brutalidade recebida, toma o lugar do bruto na hora da punição, já que este não compareceu para recebê-la. Algo como: “alguém tem que ser punido, mas já que não vieram, que seja eu mesmo – alguém tem que ser punido!”.


Como diz seu advogado ao final do julgamento, no filme: é um suicídio legalmente sancionado.


http://oserialkiller.com.br
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22/06/2012

A Ponte Que Grita - (Ohio, Estados Unidos)


A estrada Maud Hughes está localizada em Liberty Township, Ohio. Ela tem sido o local de muitos acidentes terríveis e suicídios. A estrada de ferro está a 7,62 metros abaixo da ponte, e pelo menos 36 pessoas foram relatadas mortas na ou ao redor da Ponte da estrada Maud Hughes. Figuras fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras negras encapuzadas e um trem fantasma. Diz a lenda que um carro com um homem e uma mulher enguiçou em cima da ponte. O homem saiu para buscar ajuda , enquanto a garota ficou. Quando o homem retornou, a garota estava pendurada na ponte, em cima dos trilhos. O homem então morreu de causas inexplicáveis. Até hoje, muitas pessoas têm relatado ouvir conversas de fantasmas, então um grito de mulher seguido do de um homem. Outra história diz que certa vez uma mulher jogou seu bebê da ponte e depois se enforcou.
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21/06/2012

Fadas


A própria definição do que é um fada é tão fugidia quanto as suas aparições. O folclorista Joseph Ritson, na sua dissertação On Faries, define fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos. 


Já Jorge Luís Borges e Margarita Guerrero em O Livros dos Seres Imaginários dá a seguinte descrição: "Seu nome se vincula ao vocábulo latino fatum (fado, destino). Intervêm magicamente no que sucede aos homens. Já foi dito que as fadas são as mais numerosas, as mais belas e as mais memoráveis das divindades menores. Não estão limitadas a uma única região ou a uma única época. 


Os antigos gregos, os esquimós e os pele-vermelhas narram histórias de heróis que alcançaram o amor dessas fantásticas criaturas. Tais aventuras são perigosas; a fada, uma vez satisfeita sua paixão, pode matar seus amantes. Na Irlanda e na Escócia atribuem-lhes moradas subterrâneas, onde confinam crianças e os homens que costumam seqüestrar. O povo crê que elas possuíam as pontas de flechas neolíticas que desenterraram nos campos e as quais dotam de infalíveis virtudes medicinais. As fadas gostam da cor verde, do canto e da música."

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