31/07/2012

Bolos decorados especialmente para quem gosta de Zumbis.


Muitas pessoas gostam de coisas de zumbis, então que tal você comemorar o seu aniversário(ou qualquer outra festa) com esse estilo?
Então aqui estão fotos de bolos diferentes e assustadores que provavelmente ninguém teria coragem de comer:


























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30/07/2012

Onde Habitam as Sombras


Na mais completa e profunda escuridão, o velho Jerônimo contou ao visitante que mostraria o lugar onde as sombras habitavam, em sua residência. Ainda contaminado por um descrédito imensurável, Olavo soltou o ar pelas narinas, demonstrando impaciência, e comunicou que já havia esperado a última hora inteira no mais escuro dos breus, porém o anfitrião ainda não havia revelado o local onde as ditas sombras viviam.




O visitante havia sido conduzido àquela pequena sala por Jerônimo, o cego, que residia sozinho naquela pobre vivenda há muitos anos. O mais velho avisou:


— Olavo, você bem sabe que prezo muito sua amizade. E ratifico meu agradecimento a você por atender meu chamado.


Subitamente, após uma pausa, o idoso declarou:


— Meu fim está perto. Este fraco coração que bate em meu peito e minha idade avançada me derrubarão em pouco tempo.


— Pare com isso, Jerônimo - interveio o convidado. - Você não vai morrer agora. O doutor Eliseu está lhe assistindo. Ele é um ótimo médico e lhe visita aqui em sua residência há muitos anos...


— Não há muito o quê fazer - o velho interrompeu, bruscamente. - Atualmente a medicina é tão incipiente que ainda recorre às ervas medicinais. Temo que por toda essa década de setenta nada poderá ser feito. E meu fatigado corpo não suportará mais quatro anos, isto é, não conseguirei atingir a próxima década. Mesmo assim serei feliz quando morrer.


— Não diga isso, caro amigo. Lute pela vida.


— Nobre amigo, eu já tentei essa alternativa. No meu atual estado, é somente uma ilusão. Um perverso delírio inalcançável. Por agora, só preciso que você veja as sombras e passe a acreditar em suas existências. Elas ditarão os caminhos, a partir desta data. E se você ousar combatê-las, seus olhos serão cingidos e inominável dor tomará conta de suas órbitas.


A conversa prosseguia na escuridão.


— Podem até existir, afinal, ao se fazer um jogo de luz, elas surgirão. Mas não creio deste ponto em diante. Não creio que elas possuam vida própria. Não creio que elas são más. Não creio que elas se destacarão das paredes e virão ao nosso encontro. Não creio em nada disso. Para mim, são somente meras acompanhantes.


— Ouço o timbre de sua voz, amigo. Está insuflado por um sentimento que tive há anos, quando as conheci. O medo! Mas, em parte, você tem razão. Elas nunca se destacarão das paredes - Olavo riu nervosamente. Era seu único recurso contra a certeira afirmação do outro. O velho Jerônimo continuou:


— Vou acender a vela - o velho, mesmo cego, teve certa agilidade para encontrar a vela que jazia sobre o antigo candelabro, na mesa.


— Peço ao amigo que me perdoe. Rogo que não guarde rancor deste velho que não enxerga.


— Acenda! - a voz de Olavo vacilou de medo.


Jerônimo riscou o fósforo e Olavo viu os olhos, cujas escleróticas tendiam para um matiz amarronzado, e as íris, coloridas com um triste azul opaco, do ancião. Do antigo e pálido rosto, depreendia-se que havia passado por anos e anos de sofrimento e clausura. Então, algo chamou a atenção do visitante. Um reflexo enegrecido passara - tão rápido como um piscar de olhos - da íris direita para a esquerda, do velho Jerônimo. Instantaneamente, Olavo empertigou-se na deletéria cadeira, fazendo-a arrastar-se um pouco no chão empoeirado.


— O que foi isso nos seus olhos? - o visitante sussurrou, fazendo a chama tremeluzir com o ar expelido por sua fala.


Enquanto Jerônimo fazia a chama do palito arder o barbante crestado da vela, emitiu um sorriso que mostrou a gengiva desprovida de dentes e logo em seguida revelou:


— São elas. Como disse, em parte você estava com a razão. Imaginou que estavam na sala? Chegou a ponderar que elas poderiam utilizar as paredes e o chão para se locomoverem? Achou que viviam ao meu derredor? Enganou-se, estimado amigo. São parte de mim há décadas. Obumbraram-me a visão por anos e anos. E com o fim, abençoadamente próximo, desse corpo senil, é imperioso - para o bem de minha alma - que as entregue a outro, digamos... guardião. Perdão, nobre amigo, mas é assustadoramente necessário. Elas querem. E quando elas querem e não são atendidas... a dor se avizinha.


No segundo seguinte, um feixe tão escuro quanto a noite saltou dos olhos do velho Jerônimo em direção as íris castanhas de Olavo. Este nada fez, apenas permaneceu entorpecido com o bailar ondeado e nefando que lhe toldava a visão. A cabeça do visitante continuou ereta, mas a pele certamente envelheceu alguns bons anos após a transposição das forças sobrenaturais. Os olhos do novo mantenedor do mal ficaram iguais aos de Jerônimo. Com o rosto encovado, Olavo não conseguiu ver, pois já estava cego, mas o cadáver de Jerônimo, num movimento espasmódico, caíra da cadeira e começara a enroscar-se em si mesmo, como se estivesse sendo revirado para dentro de si, qual um pedaço de plástico se comporta ao ser atirado ao fogo. Os ossos quebraram paulatinamente, o cadáver encolheu rapidamente até que sumiu. A tudo o novo guardião ouviu com atenção e horror.


Para Olavo só restaria esperar o momento em que as sombras desejariam deixá-lo e ingressar em novo corpo. Com sorte e com o passar dos anos, ele poderia convidar o doutor Eliseu e apresentar aquele antigo mal que naquele maquiavélico momento maculava seus olhos e administrava suas ações.
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28/07/2012

Criaturas Estranhas


Essas criaturas foram avistadas e filmadas no topo de um prédio em Guadalajara no México.



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27/07/2012

Zumbis


Um zumbi (português brasileiro) ou zombie (português europeu) é uma criatura fictícia que aparece nos livros e na cultura popular tipicamente como um morto reanimado ou um ser humano irracional. Histórias de zumbis têm origem no sistema de crenças espirituais do Vodu afro-caribenhos, que contam sobre trabalhadores controlados por um poderoso feiticeiro.


Esta criatura é um ser humano dado como morto que, segundo a crença popular, foi posteriormente desenterrado e reanimado por meios desconhecidos. Devido à ausência de oxigênio na tumba, os mortos vivos seriam reanimados com morte cerebral e permaneceriam em estado catatônico, criando insegurança, medo e comendo os vivos que capturam. Como exemplo desses meios, pode-se citar um ritual necromântico, realizado com o intuito maligno de servidão ao seu invocador.


A figura dos zumbis ganhou destaque num gênero de filme de terror, principalmente graças ao filme de 1968 "Night of the Living Dead" de George A. Romero.

Vodu


De acordo com os princípios do Vodu, uma pessoa morta pode ser revivida por um sacerdote ou feiticeiro. Zumbis permanecem sob o controle do bokor já que não têm vontade própria. "Zombi" também é outro nome da serpente vodu Iwa Damballah Wedo, de origem do Níger-Congo, é semelhante ao Nzambi palavra kikongo, que significa "deus". Existe também dentro da tradição ocidental africana do Vodu o "astral zumbi", que é uma parte da alma humana, que é capturada por um sacerdote e usada para aumentar o poder do sacerdote. O astral Zombi é normalmente mantido dentro de uma garrafa que o sacerdote pode vender aos seus clientes para dar sorte ou sucesso financeiro. Acredita-se que, após um tempo, Deus tomará a alma de volta o que torna o zumbi uma entidade espiritual temporária. A lenda Vodu sobre o zumbi diz ainda que quem o alimenta com sal vai fazê-lo retornar para o túmulo.


Em 1937, enquanto pesquisava o folclore do Haiti, Zora Neale Hurston encontrou o caso de uma mulher que apareceu em uma aldeia e uma família alegou que ela era Felicia Felix-Mentor, uma parente que havia morrido e sido enterrada em 1907 com idade de 29 anos. Hurston alegou que os rumores se deveram ao uso de uma poderosa droga psicoativa por parte das testemunhas do fato, mas ela foi incapaz de localizar os indivíduos para obter mais informação.


Várias décadas depois, Wade Davis, um etnobotânico de Harvard, apresentou um caso farmacológico de zumbis em dois livros, A Serpente e o Arco-Íris (1985) e Passagem das Trevas: A Etnobiologia do Zumbi do Haiti (1988). Davis viajou para o Haiti em 1982 e, como resultado de suas investigações, afirmou que uma pessoa viva pode ser transformado em um zumbi injetando-se duas substâncias específicas na sua corrente sanguínea (geralmente através de uma ferida). A primeira, chamada pelos nativos de "coup de poudre" (do francês: tiro de pó), inclui a tetrodotoxina (TTX), uma poderosa neurotoxina e freqüentemente fatal encontrada na carne do baiacu (ordem Tetraodontidae). A segundo consiste numa poção com drogas dissociativas tais como a datura. Acredita-se que estas substâncias associadas induzem um estado de morte no qual ficam inteiramente sujeitas às vontades do bokor. Davis também popularizou a história de Clairvius Narcisse, que alegou ter sucumbido a essa prática.


O processo descrito por Davis era um estado inicial de morte, com animação suspensa, seguido pelo re-despertar, normalmente depois de ser enterrado, em um estado psicótico. Davis sugeriu que a psicose induzida por drogas e pelo trauma psicológico de ter sido enterrado, reforçavam as crenças culturalmente aprendidas e levavam os indivíduos a reconstruir sua identidade como a de um zumbi, uma vez que, após a experiência a que eram submetidos, eles passavam a "acreditar" que estavam mortos e não teriam mais outro papel para desempenhar na sociedade haitiana. Segundo Davis, os mecanismos sociais de reforço desta crença serviam para confirmar para o indivíduo a sua condição de zumbi e tais indivíduos passavam a ser conhecidos por passear em cemitérios, exibindo atitudes e emoções deprimidas.


O psiquiatra escocês R. D. Laing destacou ainda a ligação entre as expectativas sociais e culturais e a compulsão, no contexto da esquizofrenia e outras doenças mentais, sugerindo que o início da esquizofrenia poderia ser responsável por alguns dos aspectos psicológicos da "zumbificação".


As afirmações de Davis receberam críticas, particularmente a sugestão de que feiticeiros haitianos possam manter "zumbis" em um estado de transe induzido por drogas por muitos anos. Os sintomas de envenenamento por TTX gama produz dormência e náuseas, podendo levar à paralisia (em particular dos músculos do diafragma), inconsciência e morte, mas não incluem uma marcha rígida ou um transe de morte semelhantes aos encontrados nos zumbis. Segundo a neurologista Terence Hines, a comunidade científica rejeita a tetrodotoxina como a causa deste estado e a avaliação de Davis sobre a natureza dos relatórios dos zumbis haitianos é visto como excessivamente crédula.

África do Sul


Algumas comunidades da África do Sul acreditam que uma pessoa morta pode ser transformada em um zumbi por uma criança pequena. É dito que a magia pode ser quebrada com um sangoma poderoso o suficiente


Características


Por serem mortos vivos, sua aparência demonstra o efeito do tempo e da morte, possuindo a pele apodrecida e com roupas esfarrapadas, com um cheiro forte e horrível. Normalmente, perdem partes do corpo, como os dentes ou os dedos.


De maneira geral, os zumbis nestas situações são do tipo lentos, letárgicos, cambaleantes e irracionais - "modelo" que se popularizou no filme A Noite dos Mortos-Vivos. Filmes criados já nos anos 2000, porém, trouxeram um novo conceito de zumbis, mostrando-os como mais ágeis, ferozes, inteligentes e fortes que os antigos zumbis do cinema. Estes zumbis mostram-se extremamente mais perigosos, sendo que apenas um deles já constitui grande ameaça para um grupo. Em muitos casos em se tratando destes zumbis "rápidos", os criadores utilizam a premissa de humanos infectados com alguma patogenia, como é o caso no filme Extermínio e no jogo para PCs Left 4 Dead, ao invés de cadáveres reanimados - evitando a "caminhada arrastada dos mortos", presente na variedade de zumbis criada por George A. Romero.

Na série Living Dead, os zumbis começam com pouca inteligência, passando com o tempo a reter algum conhecimento da vida passada e repeti-los sem pensar (como ir para um local importante, ou continuar com uma faca por causa do trabalho de cozinheiro), depois aprendem a usar ferramentas básicas (Diário dos Mortos) e em Survival of the Dead (2010) os zumbis desenvolvem uma maior inteligência sendo capazes de se comunicar, ir atrás de um objetivo, e usar ferramentas de maneiras mais complexas.


Os zumbis se alimentam de pessoas, embora possam aprender a se alimentar de outros seres, como cavalos (filme Survival of the Dead).


Infecção


A origem é sempre variável nas histórias, e muitas já foram criadas. Elas vão das mais óbvias como um vírus natural (a ira colérica no Left 4 Dead e no filme Extermínio) ou um vírus artificial criado em laboratório (série Resident Evil e no filme Planeta Terror), indo até as mais improváveis, como um agente extra-terrestre (como especulado pela imprensa no filme A Noite dos Mortos-Vivos) ou até mesmo uma punição divina (como é sugerido em Madrugada dos Mortos). Por fim, existem ainda os que preferem deixar a causa em aberto, não mencionando palavra sobre a mesma (como no filme Zombieland[16] ou na série The Walking Dead).


A infecção espalha-se pela população através do contato agressivo com um zumbi (o que ocorre em praticamente todos os casos), exposição à causa da transformação (citando novamente Planeta Terror à exemplo disto), ou mesmo após qualquer morte, seja ela natural ou acidental (Romero e seus filmes como mais notório exemplo).


A contaminação, em certos casos, pode ainda afetar outros seres vivos que não só os humanos (jogos da série Resident Evil já mostraram toda a sorte de animais zumbificados ou mutacionados pelo vírus, como cães, aranhas, tubarões e até mesmo plantas transformados pelo vírus, sendo que em Resident Evil: Outbreak: File 2 já viu-se um monstruoso elefante zumbificado). Por fim, a causa pode transformar a pessoa em zumbi e não necessáriamente lhe tirar sua consciência, ainda que esta fique gravemente prejudicada (como visto no filme Colin).



Eliminação


As obras nos mostram que é possível destruir os zumbis definitivamente danificando-lhes o cérebro ou a estrutura neural, o que pode ser conseguido atirando-lhes na cabeça (como na grande maioria das obras) ou lhes quebrando o pescoço (mais especificamente nos filmes de Resident Evil e na obra literária Orgulho e Preconceito e Zumbis - em certas obras, como nos filmes de George Romero, nem mesmo a decapitação é capaz de exterminar definitivamente um zumbi, uma vez que a cabeça decepada ainda tentará morder).


Apocalipse zumbi


Apocalipse zumbi é um cenário hipotético da literatura apocalíptica. Cultuado - e até mesmo aguardado - por muitas pessoas e com base na ficção científica e no terror, a expressão refere-se à uma infestação de zumbis em escala catastrófica, que rapidamente transformaria esta espécie na dominante sobre a Terra. Tais criaturas, hostis à vida humana, atacariam a civilização em proporções esmagadoras, impossíveis de serem controladas por forças militares, mesmo com os recursos atuais à disposição.


Em algumas hipóteses, vítimas de um ataque de zumbi também transformariam-se nestas criaturas se sofressem uma mordida ou arranhão de um infectado. Em outras, o vírus pode ser transmissível através do ar. Finalmente, existe ainda o quadro mais caótico: Todo o ser humano que morre, seja lá qual for a causa, torna-se um morto-vivo. Nestes cenários, os zumbis caçam seres humanos para alimentarem-se, sua mordida causando a infecção que faz com que um sobrevivente de ataque também torne-se um zumbi posteriormente. Isto rápidamente tornaria-se uma infestação absolutamente incontrolável, com o pânico causado pela "Praga Zumbi" acarretando no rápido colapso do conceito de civilização como hoje a conhecemos. Em pouco tempo, a existência de vida humana no planeta seria reduzida a poucos grupos de sobreviventes - nômades ou isolados - buscando por alimento, suprimentos e lugares seguros num mundo pré-industrial, pós-apocalíptico e devastado.


O conceito, nascido na década de 1960, ganhou grande popularidade ao longo dos anos, servindo de tema para incontáveis filmes, seriados, livros, histórias em quadrinhos, videogames e outras obras de variadas mídias. Como já mencionado, há até mesmo os que acreditam na concretização de tal cenário, e preparam-se para sua suposta chegada.


Zumbi filosófico


Um zumbi filosófico é um conceito usado na filosofia da mente, campo de pesquisa que examina a associação entre pensamento consciente e o mundo físico. Um zumbi filosófico é uma pessoa hipotética que não possui consciência plena mas tem a biologia ou o comportamento de um ser humano normal. O termo é usado como uma hipótese nula nos debates filosóficos sobre o tema problema corpo-mente. O contexto filosófico do termo zumbi foi cunhado pelo filósofo David Chalmers na metade da década de 1990.


Ativismo social


Zombie Walk é uma flash mob composta por um grande grupo de pessoas que se vestem de zumbis. Geralmente caminhando ou correndo por grandes centros urbanos, os participantes organizam uma rota através das ruas da cidade, passando por shoppings, parques e outros locais com grande público.


Alguns fãs de zumbi continuam a tradição de George A. Romero de usar os zumbis como um comentário social. Esses eventos, divulgadas principalmente de pessoa a pessoa, são regularmente organizadas em alguns países. Normalmente são organizados como uma performance de arte surrealista mas ocasionalmente são usadas como parte de um protesto político único.
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26/07/2012

Góticos e a paixão pelo mundo das trevas

Por acaso você já viu um pessoal que se veste todo de preto, geralmente maquiado com olhos escuros e pele pálida e que são conhecidos por visitarem cemitérios à noite? Eles são chamados de góticos e costumam vagar pelas grandes metrópoles do Brasil assustando as pessoas mais conservadoras com seu visual pesado e sombrio.


O estilo gótico surgiu na cena pós-punk dos anos 80 com bandas como Joy Division, The Sisters of Mercy, Bauhaus, Siouxsie and the Banshees, The Cure entre outras. O termo gótico define um estilo arquitetônico medieval de igrejas dos séculos 12 a 15 na Europa. Durante a Idade Média, a invasão de povos bárbaros influenciou a arte européia com imagens de monstros como as gárgulas e os vampiros, por exemplo. Daí os góticos tiraram o gosto pelo sinistro e uniram ao ideal romântico de viver a vida – o sofrimento por amor, o interesse pelo além etc.


Para Javier Muniain, 17, que tem o estranho apelido de "Anjo em Pranto", o gótico é uma cultura. "Não é algo fechado. Cada gótico tem sua idéia do que é ser gótico", diz. Ele mesmo é um integrante desta tribo e explica que os góticos adoram literatura, artes plásticas, música e cinema. Ele quer ser cineasta, estuda teatro e tem uma vida como qualquer outro garoto da sua idade – estuda, namora, freqüenta baladas góticas com os amigos. É claro, que tudo em sua vida está muito ligado à um mundo de trevas. Lembra do Batman? O visual gótico é como o das histórias deste herói – cidades escuras, pessoas atormentadas e um mundo de fantasias que faz a gente ter medo da própria sombra. Segundo Javier, o rótulos são uma limitação e a personalidade da pessoa não é influenciada pelo pensamento gótico, mas ao contrário – pessoas que já tem uma inclinação para gostar de coisas mórbidas é que se identificam com o mundo gótico.


Elen Cristina de Souza, 17, também acredita que o mundo gótico acolhe pessoas que já se sentem "diferentes". "É um estilo especial de viver, uma filosofia diferente, um mundo mais romântico", diz. Elen, que só sai depois das 20 horas, explica o interesse que muitos góticos têm por cemitérios (eles pulam os muros de madrugada e muitas vezes são pegos pela polícia): "É um lugar calmo para refletir sobre a vida onde as pessoas conversam, bebem vinho e, às vezes, fazem amor".


Muitas pessoas acham que os góticos incentivam o suicídio, mas, para Elen, suicidar-se nada tem a ver com ser gótico, mas com ter problemas e querer fugir deles. Ela diz que já pensou em suicídio por causa de uma crise de depressão – doença muito comum entre adolescentes – e não por conta da filosofia de sua tribo. Elen, como a maioria dos góticos de São Paulo, freqüenta o Madame Satã – bar de São Paulo onde todo mundo costuma dançar sozinho virado para a parede como forma de introspecção.


Um lugar ótimo para conhecer gente diferente e encontrar pessoas que pensam como você, é a Internet. Muitos góticos têm blogs e sites o que facilita o encontro e a comunicação entre eles. Ana Lúcia, 20, é uma gótica escritora e fotógrafa que tem dois blogs o Câmara Obscura e o Goth. "A Internet é um tremendo espaço para colocar suas idéias e falar sobre cultura", explica Ana. E, além disso, é grátis! Todo mundo pode ter seu site e seu blog e trocar informações e conhecer gente.
Ana não anda sempre vestida "à caráter" - com roupas escuras e maquiagem pesada. Ela explica que teve de se adaptar ao mundo: "No trabalho, por exemplo, não dá para ir vestida assim". Ana estuda jornalismo e já faz fotos no melhor estilo gótico.


Jogos de RPG costumam instigar esse lado fantasioso dos góticos porque assim eles podem viver um personagem, ser alguém diferente. Segundo Ana, esse jogo "abre campo para a imaginação das pessoas".
Parece que para todos os góticos entrevistados, o visual importa bastante, mas ao contrário do que a maioria das pessoas costumam pensar, ele é apenas uma maneira de exteriorizar o que esse pessoal tem dentro de si. Usar roupas escuras, usar maquiagem e agir de um jeito "meio estranho", como diz Ana, é só uma maneira de a pessoa expressar melhor ao mundo quem é de verdade.


Todos eles se tornaram góticos não porque o visual os atraiu, mas porque já se sentiam diferentes e acabaram achando gente que pensava como eles.
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25/07/2012

Bloop - O Som Submarino


O Bloop é o nome de som submarino de frequência ultra-baixa extremamente poderosa detectado pelo National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), durante várias vezes no verão de 1997.
A localização de seu rastreamento foi de algo em torno de 50° S 100° W (América do Sul, costa sudoeste) por equipamentos da Marinha dos Estados Unidos originalmente instalado para detectar submarinos nucleares da União Soviética.


Uma afirmação frequente é que ele corresponda ao perfil de áudio de uma criatura viva, sendo que esta visão é maioritamente ocupada pelas pessoas da área da criptozoologia, que fizeram várias investigações para tentar descobrir sua origem. Se o som veio de um animal, ele teria que ser várias vezes o tamanho do maior animal conhecido na Terra, a baleia-azul.


Teoricamente, o bloop poderia ser produzido por uma máquina. A frequência é possível, mas o volume seria extremamente mais difícil de se produzir. Para se ter uma idéia, quando um submarino submerge ou emerge, cumpre ou serve como lastro. O tempo de enchimento desses reatores pode durar entre 30 segundos a um minuto.


O som do Bloop aumentava rapidamente na frequência durante cerca de um minuto e foi de amplitude suficiente para ser ouvida em vários sensores, a uma distância de mais de 5.000 km.
Apesar das várias teorias e expeculações, a real origem do Bloop continua sendo um mistério.
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24/07/2012

O palhaço Assassino


Toda vez que a noite caia sobre a cidade, John vestia sua roupa de palhaço, maquiava-se com todo cuidado do mundo e sorria para o espelho antes de sair, pois na sua volta ele já não seria o mesmo.


Depois de pronto, John pegava seu velho furgão colorido e saia pelas ruas despreocupado, indo atrás de algum menino que estivesse procurando carona ou andando sozinho por uma rua escura. Era nessas horas que ele parava seu carro e perguntava com um sorriso no rosto se o garoto queria carona para casa ou mesmo para um bar.
John gostava de trata-los muito bem, mas gostava mais ainda quando forçava os garotos a tirarem sua roupa e ver seus corpos nus. Afinal todo seu esforço era para isso, para aquele momento de prazer com os meninos que choravam para serem liberados, porém os coitados não sabiam que uma vez dentro daquela casa dele seu destino estava traçado. E sua morte seria sofrida e lenta, pois depois do sexo vinha à tortura que durava muitas horas, às vezes uma noite inteira…



Muito tempo atrás, antes de ser um palhaço sem coração, John também foi uma criança sem malícia no coração…
Em 1942, no estado Chicago, nascia John Wayne Gacy Jr. em meio a uma família conturbada, onde ele tinha duas irmãs e era espancado pelo pai quase diariamente, assim como sua mãe, mas apesar de tudo isso parecia que ele mesmo assim amava seu “velho”.


Quando já tinha seus onze anos de idade, John sofreu um grave acidente, onde um balanço atingiu sua cabeça com violência em meio a uma brincadeira, depois disso ele começou a sofrer de desmaios e problemas. Até que um coágulo foi retirado de sua cabeça, na sequência ele sofreu de diversos problemas de saúde e sempre acabou ficando de lado em atividades físicas.
Apesar de todos os problemas, Wayne formou-se na faculdade, casou-se e administrava muito bem um pequeno restaurante com sua esposa. Até que acabou sendo acusado de ter abusado sexualmente de um jovem empregado, o qual ele mandou ser espancado por outro, assim só piorou a sua situação e pegou dez anos de prisão, mas foi solto em dois anos por bom comportamento.
Depois disso John Wayne tornou-se uma cidadão exemplar, trabalhando com a política local e se fantasiando de palhaço em festa infantis, coisa que fazia muito bem…


Até 1978 todas as 32 crianças desaparecidas nas redondezas não tinha sido encontradas e o pânico estava espalhado pela cidade, afinal um palhaço pegava os filhos de todo mundo e esses meninos jamais eram vistos, para piorar a Polícia não tinha nenhum suspeito, até que certo dia um mãe chegou à delegacia dizendo que seu garotinho havia saído de manha e não retornado. Ela sabia que ele tinha de tarde uma entrevista de emprego com John Wayne…


O respeitado senhor Wayne foi interrogado pela Polícia, que logo suspeitou de seu nervosismo. Assim, depois de uma batalha contra a burocracia, eles conseguiram um mandato para irem a casa do respeitado senhor. Chegando lá encontraram um arsenal de instrumentos de tortura, que fazia inveja a qualquer castelo medieval. Além de livros pornográficos, vibradores, maconha e muitas coisas que certamente eram dos meninos.


Não demorou muito para John confessar seus crimes, que totalizavam 33 meninos mortos e enterrados em diversos lugares, mas ele apenas revelou a localização de 23, o resto deixou para si.
John logo foi a julgamento e acabou sendo condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de mortes, tamanho era a crueldade de seus atos.


Por 14 anos ele ficou preso, onde tornou-se pintor, conseguindo arrecadar uma pequena fortuna com seus quadros, e um maníaco obsessivo que anotava tudo, desde o que comia até quem e que a hora as pessoas o visitavam.


No dia de sua execução em 1994, ele comeu camarão e frango, além de morangos na sobremesa. Minutos antes de ser morto por uma injeção letal, John pronunciou suas ultimas palavra:
- Beijem minha bunda! Vocês nunca acharam os outros…


Curiosidades:
- Uma das celas que aparece na serie Prision Break foi a cela onde Wayne cumpriu sua pena de verdade.
- O vocalista da banda Korn comprou um dos trajes originais do palhaço assassino e o guarda como uma obra de arte.
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23/07/2012

Mensagens subliminares nas Músicas


A incidência de mensagens subliminares nas músicas é altíssima e assustadora. Utilizando, na maioria dos casos, a técnica conhecida como "Backward Masking" ou mensagens invertidas. Segundo pesquisas nosso consciente não capta, mas o subconciente é capaz de entender e registrar estas mensagens. Faz sentido já que no cérebro tudo chega invertido. Esta técnica consiste em usar os fonemas de forma que o som invertido construa palavras ou até frases com as mensagens desejadas. Na música tanto internacional como até na brasileira encontramos alguns casos bastante intrigantes.


Ouçam algumas músicas façam o seu julgamento!


Roberto Carlos 

Raul Seixas


Claudinho e Buchecha


Essas duas ultimas musicas não precisam de legenda. Foram as que me impressionaram.
Capital Inicial - Mickey Mouse em Moscou:

Engenheiros - Ilusão de ótica:
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22/07/2012

O credo de um Vampiro



Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o
único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu
honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que
isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a
fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei
mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem
leis naturais através das quais eu posso fazer minha
magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia,
mas a magia é real e eu respeito e reconheço os
resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo
a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e
agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim.

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21/07/2012

Os mais perfeitos bonecos de personagens de Terror

            


       


  


  


  

  


            


               


  


  



  




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