30/04/2013

O Terror em pinturas Insanamente Macabras

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Imagine ter em sua parede um quadro nesse estilo, acordar no meio da noite, após um pesadelo e ter que ir até a sala, onde está pendurada a pintura e então se deparar com uma dessas cenas macabras.
Você teria coragem de ter em sua parede um quadro nesse estilo?
Por mais inusitado que pareça, sempre tem alguém interessado nesse tipo de coisa. Intrigantemente assustadora, a arte de Maira Pedroni põe em foco figuras sanguinolentas que parecem ter saído de um filme de terror.

Confira se tiver estômago:


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27/04/2013

Ganesha



No hinduísmo, Ganexa ou Ganesha (sânscrito: गणेश ou श्रीगणेश (quando usado para distinguir status de Senhor) (ou "senhor dos obstáculos, " seu nome é também escrito como Ganesa ouGanesh e algumas vezes referido como Ganapati) é um dos mais conhecidos e venerados semi-deuses do Hinduísmo. Ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, e o esposo de Buddhi (também chamada Riddhi) e Siddhi. Ele é chamado também de Vinayaka em Kannada, Malayalam e Marathi, Vinayagar e Pillayar (em tâmil), e Vinayakudu em Telugu. 'Ga' simboliza Buddhi (intelecto) e 'Na' simboliza Vijnana (sabedoria). Ganesha é então considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade amarela ou vermelha, com uma grande barriga, quatro braços e a cabeça de elefante com uma única presa, montado em um rato. É habitualmente representado sentado, com uma perna levantada e curvada por cima da outra. Em geral, antepõe-se ao seu nome o título Hindu de respeito 'Shri' ou Sri.

Ganesha é o símbolo das soluções lógicas e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é de um elefante; ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou "Destruidor de Obstáculos". Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi(a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.

O culto de Ganesha é amplamente difundido, mesmo fora da Índia. Seus devotos são chamados Ganapatyas.

Assim como acontece com todas as outras formas nas quais o Hinduísmo representa Deus e semi-deuses, a figura de Ganesha é, também, um arquétipo cheio de múltiplos sentidos esimbolismo que expressa um estado de perfeição assim como os meios de obtê-la.

Ganesha é o som primordial, OM, do qual todos os hinos nasceram. Quando Shakti (Energia) e Shiva (Matéria) se encontram, ambos o Som (Ganesha) e a Luz (Skanda) nascem. Ele representa o perfeito equilíbrio entre força e bondade, poder e beleza. Ele também simboliza as capacidades discriminativas que provê a habilidade de perceber a distinção entre verdade e ilusão, o real e o irreal.

Uma descrição de todas as características e atributos de Ganesha podem ser encontradas no Ganapati Upanishad (um Upanishad dedicado a Ganesha) do rishi Atharva, no qual Ganesha é identificado com Brahman e Atman.  Este Hino Védico também contém um dos mais famosos mantras associados com esta divindade: Om Gam Ganapataye Namah (literalmente: "eu Te saúdo, Senhor das tropas").

Nos Vedas pode-se encontrar uma das mais importantes e comuns orações a Ganesha, na parte que constitui o início do Ganapati Prarthana:

Om ganaman tva ganapatigm havamahe kavim kavinamupamashravastanam
jyestharajam brahmanam brahmanaspata a nah shrunvannutibhih sida sadanam
(Rig Veda 2.23.1)

De acordo às estritas regras da iconografia Hindu, as figuras de Ganesha com somente duas mãos são tabu. Por isso, as figuras de Ganesha são vistas habitualmente com quatro mãos que significam sua divindade. Algumas figuras podem ter seis, outras oito, algumas dez, algumas doze e outras catorze mãos, cada uma carregando um símbolo que difere dos símbolos nas outras mãos, havendo aproximadamente cinquenta e sete símbolos no total, segundo alguns estudiosos.

A imagem de Ganesha é composta de quatro animais, homem, elefante, serpente e o rato. Eles contribuem para formar a imagem. Todos eles individual e coletivamente tem profunda significância simbólica.

O deus da boa fortuna

Em termos gerais, Ganesha é uma divindade muito amada e frequentemente invocada, já que é o Deus da Boa Fortuna que proporciona prosperidade e fortuna e também o Destruidor de Obstáculos de ordem material ou espiritual. É por este motivo que sua graça é invocada antes de iniciar qualquer tarefa (por exemplo, viajar, prestar uma prova, realizar um assunto de negócios, uma entrevista de trabalho, realizar uma cerimônia) com Mantras como: Aum Shri Ganeshaya Namah (salve o nome de ganesha), ou similares. É também por esse motivo, que tradicionalmente, todas as sessões de bhajan (cântico devocional) iniciam com uma invocação de Ganesha, o Senhor dos "bons inícios". Por toda a Índia de cultura hindu, o Senhor Ganesha é a primeira deidade colocada em qualquer nova casa ou templo.
Além disso, Ganesha é associado com o primeiro chakra, que representa o instinto de conservação e sobrevivência e de procriação. O nome desse chakra é muladhara.

Atributos Corporais

Cada elemento do corpo de Ganesha tem seu próprio valor e seu próprio significado:
  • cabeça de elefante indica fidelidade, inteligência e poder discriminatório;
  • O fato dele ter apenas uma única presa (a outra estando quebrada) indica a habilidade de Ganesha de superar todas as formas de dualismo; é descrito também que ele retirou sua outra presa para escrever os Vedas, quando estes foram compilados por Vyasadeva, tido como encarnação literária de Deus, responsável pela escrita da literatura sagrada na atual era em que vivemos, retirando o conhecimento da oralidade.
  • As orelhas abertas denotam sabedoria, habilidade de escutar pessoas que procuram ajuda e para refletir verdades espirituais. Elas simbolizam a importância de escutar para poder assimilar ideias. Orelhas são usadas para ganhar conhecimento. As grandes orelhas indicam que quando Deus é conhecido, todo conhecimento também é;
  • tromba curvada indica as potencialidades intelectuais que se manifestam na faculdade de discriminação entre o real e o irreal;
  • Na testa, o Trishula (arma de Shiva, similar a um Tridente) é desenhado, simbolizando o tempo (passado, presente e futuro) e a superioridade de Ganesha sobre ele; também representam os chamados "três modos da natureza material", bondade, paixão e ignorância, que são superados por Ganesha e seu pai, Shiva.
  • barriga de Ganesha contém infinitos universos. Ela simboliza a benevolência da natureza e equanimidade, a habilidade de Ganesha de sugar os sofrimentos do Universo e proteger o mundo;
  • A posição de suas pernas (uma descansando no chão e a outra em pé) indica a importância da vivência e participação no mundo material assim como no mundo espiritual, a habilidade deviver no mundo sem ser do mundo.
  • Os quatro braços de Ganesha representam os quatro atributos do corpo sutil, que são: mente (Manas), intelecto (Buddhi), ego (Ahamkara), e consciência condicionada (Chitta). O Senhor Ganesha representa a pura consciência - o Atman - que permite que estes quatro atributos funcionem em nós;
    • A mão segurando uma machadinha, é um símbolo da restrição de todos os desejos, que trazem dor e sofrimento. Com esta machadinha Ganesha pode repelir e destruir os obstáculos. A machadinha é também para levar o homem para o caminho da verdade e da retidão;
    • A segunda mão segura um chicote, símbolo da força que leva o devoto para a eterna beatitude de Deus. O chicote nos fala que os apegos mundanos e desejos devem ser deixados de lado;
    • A terceira mão, que está em direção ao devoto, está em uma pose de bênçãos, refúgio e proteção (abhaya);
    • A quarta mão segura uma flor de lótus (padma), e ela simboliza o mais alto objetivo da evolução humana, a realização do seu verdadeiro eu.

O Senhor cuja forma é Om


Om ou Aum.
Ganesha é também definido como Omkara ou Aumkara, que significa "tendo a forma de Oum (ou Aum) (veja a seção Os nomes de Ganesha). De fato, a forma do seu corpo é uma cópia do traçado da letra Devanagari que indica este grande Bija Mantra. Por causa disso, Ganesha é considerado a encarnação corporal do Cosmos inteiro, Ele que está na base de todo o mundo fenomenal (Vishvadhara, Jagadoddhara). Além disso, na língua tâmil, a sílaba sagrada é indicada precisamente por uma letra que relembra o formato da cabeça de Ganesha.

A presa quebrada


Estátua de Ganesha do Distrito de Andra Pradesh, Índia.
A presa quebrada de Ganesha, como descrita acima, simboliza inicialmente sua habilidade de superar ou "quebrar" as ilusões da dualidade. Porém, existem muitos outros sentidos que têm sido associados a este símbolo.
Um elefante normalmente tem duas presas. A mente também freqüentemente propõe duas alternativas: o bom e o mau, o excelente e o expediente, fato e fantasia. A cabeça de elefante do Senhor Ganesha porém tem apenas uma presa por isso ele é chamado "Ekadantha, " que significa "Ele que tem apenas uma presa", para lembrar a todos que é necessário possuir determinação mental.

Festival e adorações de Ganesha

Na Índia, existe um importante festival em honra ao Senhor Ganesha. Mesmo sendo mais popular no estado de Maharashtra, ele é festejado por toda a Índia. Ele é celebrado por dez dias começando pelo Ganesh Chaturthi. Isto foi introduzido por Balgangadhar Tilak como uma maneira de promover o sentimento nacionalista quando a Índia era governada pelos Ingleses. Esse festival é celebrado e sua culminação é no dia de Ananta Chaturdashi quando a murti do Senhor Ganesha é imergida na água. Em Mumbai (antes conhecida como Bombaim), a murti é imergida no Mar Arábico e em Pune no rio Mula-Mutha. Em várias cidades do Norte e Leste da Índia, como Calcutá, eles são imergidos no sagrado rio Ganges.


Celebrações de Ganexa pela comunidade indiana em Paris em 2004.
As representações de Shri Ganesh são baseadas em milhares de anos de simbolismo religioso que resultaram na figura de um deus com cabeça de elefante. Na Índia, as estátuas são expressões de significado simbólico e que por isso nunca foram reivindicadas como réplicas exatas da entidade original. Ganesha não é visto como um entidade física, mas como um alto ser espiritual, e murtis, ou representações em estátua, atuam como notificação dele como um ideal. Por isso, referir-se às murtis como ídolos trai os entendimentos Ocidentais Judaico-Cristãos de veneração insubstancial de um objeto ao considerar que na Índia, as deidades Hindus são vistas como acessíveis através de pontos simbólicos de concentração conhecidos como murtis. Por esse motivo, a imersão das murtis de Ganesh em rios sagrados próximos é compreensível pois as murtis são entendidas como sendo apenas apreensões temporais de um ser superior ao invés de serem 'ídolos,' que são tradicionalmente vistos como objetos adorados por causa de sua divindade própria.
A adoração de Ganexa no Japão vem desde o ano 806.

Popularidade de Ganesha

Ganesha possui duas Siddhis (simbolicamente representadas como esposas ou consortes): Siddhi (sucesso) e Riddhi (prosperidade). É amplamente acreditado que "onde quer que esteja Ganesh, lá existe Sucesso e Prosperidade" e "onde quer que haja Sucesso e Prosperidade, lá está Ganesh". É por isso que Ganesha é considerado como aquele que traz boa sorte, e a razão pela qual ele é invocado primeiro antes de qualquer ritual ou cerimônia. Seja ela o Diwali Puja, ou uma nova casa, novo transporte, antes de uma prova estudantil, antes de entrevistas para emprego, é para Ganesha que se ora, porque acredita-se que ele irá vir para ajudar e garantir sucesso em qualquer empreitada.

Ganesha é venerado como Vinayak (culto) e Vighneshvar (removedor de obstáculos). Acredita-se que ele abençoa aqueles que meditam sobre ele. Ganesha, na astrologia, ajuda as pessoas a saber o que pode ser alcançado e o que não pode.

Os nomes de Ganesha

Assim como outras Murtis hindus (ou deuses e deusas), Ganesh tem muitos outros títulos de respeito ou nomes simbólicos, e é frequentemente venerado através do canto dos sahasranama, ou mil nomes. Cada um é diferente e carrega um sentido diferente, representando um aspecto diferente do deus em questão. Quase todos os deuses Hindus têm uma ou duas versões aceitas de suas próprias liturgias dos mil nomes (sahasranam).
Alguns dos outros nomes de Ganesha são:
  • Ameya (Sânscrito: अमेय), sem limites (em Marathi)
  • Anangapujita (Sânscrito: आनंगपूजीता), O Sem-Forma, ou Sem-corpo
  • Aumkara (Sânscrito: ॐ कार), com o corpo na forma do Aum
  • Balachandra (Sânscrito: बालचंदृ), aquele que carrega a lua em sua cabeça
  • Chintamani (Sânscrito:????), aquele que retira as preocupações
  • Dhumraketu (Sânscrito: धुम्रकेतू), ou Ardente
  • Gajakarna (Sânscrito: गजकर्ण), aquele com orelhas de elefante
  • Gajanana (Sânscrito: गजानन्), aquele que possui a face de um elefante
  • Gajavadana, aquele que tem a cabeça de elefante
  • Ganadhyaksha (Sânscrito: गणध्यक्शमा), o líder das massas
  • Ganapati (Sânscrito: गणपती), Condutor dos Ganas, uma raça de seres anões do exército de Shiva
  • Gananatha, Senhor dos Ganas
  • Gananayaka, Senhor de todos os seres
  • Ekadanta (Sânscrito: एकदंत), Com somente uma presa
  • Kapila (Sânscrito: कपिल), o nome de uma vaca celestial. Ganesha representa as características de "doação" que simboliza a vaca, por isso o nome.
  • Lambodara (Sânscrito: लंबोदर), de grande barriga
  • Mushika Vahana, Aquele que conduz o rato
  • Pillaiyar, tâmil para "Filho Nobre"
  • Shupakarna, Grandes e Auspiciosas orelhas
  • Sumukh (Sânscrito: सुमूख), aquele que tem uma bela face: Ganesha é dito possuir todas as qualidades da Lua, que também é chamado o Deus da beleza, e por isso ele é conhecido como Sumukh.
  • Vakratunda (Sânscrito: वक्रतुंड), Tromba curvada
  • Vighnaharta (Sânscrito: विघ्नहर्त), Removedor de obstáculos
  • Vighna Vinashaka, remover of obstacles
  • Vighnesh ou Vighneshvara (Sânscrito: विग्णेशवर), controlador dos obstáculos (Vighna = obstáculos, eeshwara=senhor)
  • Vikat (Sânscrito: विकट), o feroz
  • Vinayaka, (Sânscrito विनायक), um líder distinto (Vi significa vishesha Especial e nayaka da raiz ni liderar, por isso, Líder
  • Vishvadhara ou Jagadoddhara, Aquele que mantém o universo
  • Vishvanata ou Jagannatha, Senhor do Universo
Outra murti muito amada é a Bala Gajanana ou Bala Ganesha (literalmente, pequeno Ganesha ou bebê Ganesha), na qual um Ganesha bem jovem com uma pequena tromba e grandes olhos é representado nos braços de seus Pais Divinos, ou enquanto ele docemente abraça o Lingam, o símbolo de Shiva.

Os doze nomes de Ganesha


O Ganesha Purâna, um importante texto dos Gânapatyas, nos dá uma lista dos doze principais nomes do deus-elefante. Esses nomes devem ser pronunciados antes de qualquer ritual. Eles são o seguinte:
1. Sumukha  : "O Senhor cheio de graça"
2. Ekadanta : "O Senhor que só possui uma presa"
3. Kapila  : "O Senhor de cor fulva"
4. Gajakarna : "O Senhor com orelhas de elefante"
5. Lambodara : "O Senhor com uma barriga proeminente"
6. Vikata  : "O Deformado"
7. Vighnanâsaka: "O Senhor destruidor dos obstáculos"
8. Ganâdhipa : "O Senhor protetor do Gana"
9. Dhûmraketu : "O Senhor de cor esfumaçada" com dois braços cavalgando um cavalo azul, o Governante da Kali Yuga
10.Ganâdhyaksha: "O Ministro dos Gana"
11.Bhâlachandra: "O Senhor que usa a lua crescente em sua cabeça"
12.Gajânana : "O Sennhor com uma face de elefante".

Além desses, existem mais nomes que constituem os 21 nomes de Ganesha, utilizados durante o Puja. Oferenda de flores e arroz acompanham os 21 nomes de Ganesha(eka vishanti nama).
  • Vighnarâja : "O Rei dos obstáculos"
  • Gajânana : "O Senhor que possui face de elefante"
  • Lambodara : "O Senhor com uma barriga proeminente"
  • Shivatmaja : "O Filho de Shiva"
  • Vakratunda : "O Senhor de tromba torcida"
  • Supakarna
  • Ganeshvara : "O Senhor do Gana"
  • Vighnanashin: "O Destruidor de Obstáculos"
  • Vikata  : "O Deformado"
  • Vamana  : "O Anão"
  • Sarvadeva
  • Sarvadukhavinâshi
  • Vighnarhartr: "O Senhor que cancela os obstáculos"
  • Dhûmrâja
  • Sarvadevâdhideva
  • Ekadanta : "O Senhor que tem apenas uma presa"
  • Krishnapingala: "O Senhor Azul e Escuro"
  • Bhâlachandra: "O Senhor que carrega a lua crescente na cabeça"
  • Gananâtha : "O comandante supremo do Gana"
  • Shankarasunav: "O filho de Shankara"
  • Anangapujita: "O Senhor sem forma"

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24/04/2013

A Farsa de Santos Dumont



Você conhece a verdadeira história do Brasil? Você sabe quem são os reais ídolos dessa pátria? Ou você apenas sabe do que eles querem que saiba? Talvez a história que leia nos livros da escola e as reportagens que passam na sua TV não mostrem todas as verdades.

A farsa de Santos Dumont


No Brasil se tem a imagem de Santos Dumont como o grande inventor do avião e do relógio de pulso, mas a verdade é que ele nunca chegou perto de ser isso e seu “objeto voador” se quer serviu para deixar um legado posterior para a aviação.
DUMONT CONTORNA A TORRE EIFFEL COM O DIRIGIVEL N 6 E VENCE O PREMIO DEUTSCH 19 DE OUT 1901

Dumont nada mais era que filho de um grande produtor que café, que gostava de ter uma boa vida e se meter a inventar coisas, enquanto passava as tardes com príncipes e princesas francesas. Claro que não se pode tirar dele o fato de ter criado o dirigível, mas suas grandes invenções param por aí.
O primeiro voo registrado de Dumont ocorreu exatamente no dia 12 de novembro de 1906, quando ele voou 220 metros a altura de 6 metros, algo que foi registrado pelos jornais em toda a França.
O problema é que os irmãos Wright já tinha voado muito mais do que isso e muito antes, só que ao Flyer I, 17 de Dezembro, 1903contrário de Santos Dumont, que gostava de aparecer na mídia e receber elogios nos jornais, eles queriam criar uma máquina voadora e vende-la para ganhar dinheiro, por isso jamais fizeram grande testes com centenas de pessoas, pois tinha medo de que alguém lhe roubasse as patentes, mas mesmo assim existem registro e provas de seus voos anteriores.
No dia 17 de dezembro de 1903 (quase três anos antes do 14 Bis decolar) os irmãos fizeram quatro voos que foram de 36 até mais de 250 metros, fato que foi registrado no jornal Dayton Daily, que inclusive citou Dumont, pois naquela época ele já voava, mas com balões.
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No ano seguinte, quando os irmãos já haviam voado quase uma hora, enfim chamaram repórteres para verem demonstrações de sua máquina de voar. No ano de 1905, eles já haviam conseguido voar mais de 36 quilômetros em pouco menos de 40 minutos em voo único, quebrando todos os recordes. A coisa era tão boa e funcionava tão bem, que eles conseguiam dobrar e fazer todo o tipo de movimento necessário para manobrar um avião. Por isso enviaram uma carta para o Departamento de Guerra Americano, tentando vender sua ideia e prometendo demonstrações, como você pode ver na transcrição de uma das cartas entre os inventores do avião e o governo:
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Além disso, meses antes de Santos Dumont conseguir tirar o 14 Bis do chão, os Irmãos Wright já tinha conseguido patentear seu avião, em um processo que levou três anos, ou seja, ele foi iniciado em 1903 e no ano de 1906 a patente foi liberada e pôde ser conferida aqui nos mínimos detalhes:http://invention.psychology.msstate.edu/i/Wrights/WrightUSPatent/WrightPatent.html
Resumindo: Enquanto Santos Dumont ainda estudava aerodinâmica, os irmãos Wright já vendiam seu avião e eram capazes de realizar grandes voos.
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Até mesmo a Franca, que amava Dumont e o chamava de inventor do avião, se curvou diante dos irmãos americanos, pois eles chegaram lá em 1908 e mostraram para eles o que era um avião de verdade, conseguindo voos enormes, com curvas, muito mais do que os 200 e poucos metros em linha reta do brasileiro.
E ainda existe aquele papo: Mas os irmãos Wrigth usavam uma rampa para voar. Isso era verdade, mas só era utilizada para facilitar a decolagem, tanto que nas vezes em que foram questionados por causa disso, eles simplesmente decolavam seu avião do chão, sem nenhuma ajuda, mostrando que ele era um avião completo.
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Há também a história do relógio de pulso, que também não foi invenção dele, pois o verdadeiro inventor foi Abraham Louis Bréguet, que fez um sob encomenda para Carolina Murat, irmã de Napoleão, isso no ano de 1814, muito antes do brasileiro fazer tal coisa. Santos Dumont pode ter sido quem popularizou tal objeto, mas está longe de ser o inventor.
Curta e fique de olho para o próximo post da série, acabando com mais um falso mito de nossa história e revelando as mais estranhas história do Brasil.

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22/04/2013

Microbiofobia - Medo de vermes, bactérias e etc...


Você tem mania de lavar a mão o tempo todo? Tem coceira só de pensar nas inúmeras bactérias que tem no seu corpo? E ficaria sem dormir sabendo que sua cama está cheia de ácaros?

 Pois é, eles estão por toda parte e não tem como fugir deles... Pra melhorar, cientistas conseguiram tirar SUPER ULTRA fotos dessas criaturas, e suas aparências não são nada agradáveis...



















Pois é, esses bichos estão com você nesse exato momento, e em cada canto da sua casa...
Consegue conviver bem com eles?

Fonte: globo.com
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19/04/2013

Curiosidades sobre o filme "Jogos Mortais" (2004)




Um dos filmes mais polêmicos dos anos 2000. Sangue, tortura física e psicológica, desespero, angústia, agonia, sofrimento, automutilação, sacrifício, crueldade, enigmas e uma mente que, até hoje, é considerada gênia e insana. Esse é o universo de "Jogos Mortais", o primeiro filme de uma saga que manteve a ordem e as características desde o primeiro até o último filme. Se você tem estômago fraco, fique longe.

Hello... I want to play a game...



O roteiro é escrito por Leigh Whannell com colaboração do diretor. Ambos são amigos e se inspiraram nos filmes “Seven” e “The Cube”.

James Wan e Leigh Whannell, após escrever o roteiro, passarm ao seu manager. Este, enviou a um agente em Los Angeles e, mais tarde, lhes convocou para uma reunião. Concordaram em gravar uma cena do roteiro e fazê-la circular pelos estúdios. O curta em questão, intitulado “Saw” (2003), recria toda a cena do jogo de Amanda no filme, mas, neste caso, a vítima foi interpretada por Leigh Whannell.

A gravação durou 18 dias, com investimento de 1 milhão de dólares, 6 dias foram utilizados para as cenas do banheiro.

A canção “Bite The Hand That Bleeds” de Fear Factory, que originalmente tocava durante os créditos finais, na versão sem cortes, foi substituída pela música de Charlie Clouser, intitulada “Zepp Overature”, na versão do cinema.

A perseguição do detetive Sing ao assassino Jigsaw, foi a última sequência do filme a ser gravada.

O boneco que Jigsaw utiliza foi uma criação original dos técnicos para o filme, não foi comprado e nem modificado de qualquer maneira.

A sequência Jogos Mortais II foi aprovada para produção após o primeiro final de semana de estreia do primeiro filme, que arrecadou 18 milhões de dólares.

Segundo James Wan (diretor), muitas das cenas de terror no filme, eram pesadelos que Leigh Whannel e ele, tiveram quando crianças. Ambos são amigos desde que se conheceram, no Royal Melbourne Institute of Technology.

Oren Koules (produtor) teve uma pequena aparição, interpretando o companheiro de cela morto de Amanda.

Segundo um dos roteiristas e protagonista do filme, Leigh Whannell, a cena onde seu personagem coloca a mão no sanitário sujo, foi uma referência ao filme “Trainspotting”.

O único manequim usado em todo o filme foi o cadáver do homem queimado junto à caixa forte. O resto dos cadáveres, incluindo o do banheiro, eram os respectivos atores.

As cenas do banheiro foram gravadas em ordem cronológica para que os atores entendessem melhor a mente de seus personagens.

A fotografia principal foi realizada em um armazém modificado. O set do banheiro foi construído, mas os demais quartos existiam de verdade e só foi necessário decorá-los.

A perseguição de carro foi filmada realmente na garagem do armazém. Os técnicos giravam as luzes, soltavam neblina e sacudiam o carro enquanto tudo era filmado pela frente.

James Wan, que sugeriu Shawnee Smith para o papel de Amanda, pois a conhecia desde jovem, ficou muito surpreso e contente quando a agente de casting Amy Lippens lhe comunicou que ela havia sido contratada.

Nos EUA originalmente a versão sem cortes teve classificação “NC-17”, e o diretor decidiu ajustar o filme para alcançar um “R”. Em algumas das cenas eliminadas para sua estreia nos cinemas se via Amanda arrancando os intestinos de seu companheiro de cela e mais ângulos do homem gordo mutilando-se nos arames farpados.

A pré-produção durou apenas 5 dias.

Os atores não realizaram praticamente nenhum ensaio, e algumas das tomadas durante os poucos ensaios, foram empregadas no filme.

O diretor James Wan preferiu não cobrar nenhum valor adiantado, e sim, receber uma porcentagem dos benefícios.

O filme contém várias referências sobre filmes do diretor italiano de terror, Dario Argento. Alguns exemplos: a marionete pintada – “Vermelho Escuro” (1975); quando se vê apenas as luvas negras do assassino, isso se pode observar em praticamente todos os seus filmes.

Os detetives seguem a pista do alarme de um armazém na rua Stygian; esse nome é o título do primeiro filme do diretor James Wan, filme de terror onde Leigh Whannell estreou como ator no cinema.

A canção "Die Dead Enough" do Megadeth foi originalmente prevista para ser apresentada no filme, mas não foi utilizada por motivos não revelados.

Inicialmente Jogos Mortais seria lançado diretamente em vídeo nos Estados Unidos, mas após algumas exibições-teste se decidiu por lançar o filme nos cinemas.

Foi o filme de encerramento do Festival de Toronto.

Seguido por Jogos Mortais 2 (2005), Jogos Mortais III (2006), Jogos Mortais IV (2007), Jogos Mortais V (2008), Jogos Mortais VI (2009) e Jogos Mortais - O Final (2010).

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