26/11/2014

Eric Smith



Nascido no dia 22 de janeiro de 1980, Eric foi preso em 2 de agosto de 1993, aos 13 anos de idade, no condado de Steuben, em Nova Iorque, pelo assassinato, abuso sexual e mutilação de Derrick Robie, 4 anos de idade (Robie nasceu em 2 de outubro de 1988).




Segundo notícias, Eric era um menino solitário que sofria com as provocações de outros garotos por suas salientes orelhas, óculos de lentes grossas, sardas e cabelo vermelho. Atraiu Robie a um local ermo em um parque, onde o estrangulou e jogou pedras enormes em sua cabeça, despiu o menino e o sodomizou com um galho de árvore. A causa morte foi um trauma na cabeça combinado à asfixia.

Eric admitiu que matara Robie dois dias após seu funeral, sendo condenado, por unanimidade, por seu assassinato em segundo grau, pegando pena máxima disponível à época para assassinos juvenis: um mínimo de 9 anos à perpétua.

Eric e a vítima

Seus pais acharam o veredito de “culpado” injusto, pois, estavam convencidos de que o filho estava doente... embora o alívio da família de Robie, nada ameniza sua dor ao lembrarem que as pessoas perguntam “quantos filhos vocês têm?”... agora, a mãe de Robie responde que tem um menino em casa – o irmão de Derrick, Dalton Robie, 12 anos na época do crime – e outro no céu.

No verão de 1993, Eric participou de um programa de recreação realizado a um quarteirão da casa de Robie, que também fizera parte do programa. No dia 2 de agosto de 1993, a mãe de Robie não pode levá-lo ao programa e, então, o menino foi, pela primeira vez, sozinho... era praticamente ao lado de sua casa e não teria ruas para atravessar.

Na época do crime, os detalhes do fato não foram levado à público, porém, com o risco do deferimento da liberdade condicional de Eric, a família de Robie decidiu contar, em entrevista à CBS News:

“O corpo de Robie foi encontrado em um pequeno pedaço de madeira, a meio caminho entre o parque onde ele estava indo e sua casa. Segundo o promotor Tunney, Robie foi atraído da calçada e estrangulado... o assassino, desconhecido, desenterrou uma grande rocha e outra menor, com as quais agrediu Robie. Depois, abriu a lancheira de Robie, comeu seu lanche, encontrou um pequeno galho de árvore com o qual sodomizou Robie... posteriormente, arrumou o corpo de Robie.”

Em suas declarações, Eric disse que “gostou, e gostou demais do que fez, e que não queria que aquilo acabasse”. Segundo o investigador, Eric estava feliz, alegre e gostava de fato de contar o que tinha acontecido. Inicialmente, negou, mas, de repente, mudou abruptamente sua história: “Do outro lado da rua, em campo aberto. Foi quando vi Derrick”. Descreveu as roupas e a lancheira que Derrick carregava.

Os vizinhos acreditavam que realmente Eric tivesse feito aquilo... segundo um deles, Erick perguntou o que aconteceria se descobrissem que o assassino era uma criança... a vizinha respondeu que achava que esta criança precisaria de ajuda psiquiátrica e percebeu o interesse dele em saber o que os  testes de DNA apresentariam.

Na prisão, escreveu uma carta à família de Robie: “Sei que minhas ações causaram uma terrível perda na família de Robie e, realmente, sinto muito... tentei pensar em tudo o que Derrick nunca experimentará: seu 16º aniversário, Natal, casa próprias, graduação, faculdade, casamento, seu primeiro filho. Se pudesse voltar no tempo, gostaria de trocar de lugar com Derrick e suportar toda dor que causei a ele”... ao final da declaração, afirma que não pode suportar a ideia de “muros, arame farpado e barras de metal pelo resto da vida”. Engraçado que, em vez de desejar nunca ter feito isso, ele desejaria “trocar de lugar com a vítima para sentir o que o menino sentiu”...

Segundo o promotor de Justiça John Tunney, em momento algum duvidou que, se não tivesse prendido Eric, este teria matado novamente.

Eric Smith teve sua condicional negada por 5 vezes desde 2002... a última ocorreu em maio de 2012.

Fonte: Murderpedia.org
             Inerte.com
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17/11/2014

O Martelo de Kingoodie



E se a história estivesse errada? Alguns objetos encontrados pelo homem simplesmente tendem a desafiar nossa teoria da evolução, e o Martelo de Kingoodie é um deles.

Encontrado na cidade de Kingoodie (Escócia) pelo renomado cientista David Brewster em 1844, este objeto que parece um martelo, foi datado como sendo da Idade da Pedra. Mas em 1985 o Centro Britânico de Pesquisas Geológicas fez uma nova datação e estimou a idade do martelo em algo construído no período Devoniano, que abrange 360 a 410 milhões de anos atrás.

Algo esta errado. Como pode este ferramenta ser de centenas de milhões de anos atrás? Nesta época só tinha animais marinhos primitivos. Os dinossauros só apareceram 250 milhões atrás, para se ter uma idéia.

Algumas hipóteses:
- Fraude criada pelo homem
- Datação incorreta. O objeto foi contaminado desde que foi descoberto, e quando analisado recentemente, a datação se tornou muito imprecisa.
- Civilização que viveu no período e foi extinta
- Ferramenta dos ETs esquecida no mundo (essa é boa...)
- O martelo é moderna, foi deixado sobre a placa de arenito e a erosão fez ele ficar dentro dela.



Até o momento, o Martelo de Kingoodie continua sendo um mistérios que carece de explicação. Essa questão foi discutida por Michael Cremo e Richard Thompson na edição do seu livro "Arquelogia Proibida", que foi editado e lançado no Brasil em uma edição condensada como "A história secreta da raça humana"

A História Secreta da Raça Humana

Ao longo dos últimos dois séculos, adores descobriram ossos e artefatos indicando  que  seres humanos comoo nós existiram na Terra há milhões de anos, e não a cerca de 100 mil anos, como acreditamos. Mas a ciência convencional eliminou, ignorou ou se esqueceu desses fatos notáveis. Por quê? Porque contradiziam a posição tradicional relativa às origens e à antiguidade do Homem.

O livro causou controvérsia na comunidade científica mundial e junto ao público em geral, tornando-se um clássico alternativo.

Os Autores:
MlCHAEL A. CREMO é membro da History of Science Society, do World Archeological Congress, da Philosophy of Science Association e da European Association o/Archaeoíogists, além de pesquisador de história e filosofia da ciência do Bhaktivedanta Institute. Sua persistente pesquisa, que durou 8 anos, culminou na publicação deste livro.

RICHARD L. THOMPSON é Ph.D. em Matemática pela Universidade de Comell. E autor de livros científicos e de artigos sobre biologia evolucionária. A publicação deste livro se deve, também, ao intenso esforço de pesquisas iniciado por Thompson em 1984.


Fontes 
Arqueologia Proibida - O Martelo de Kingoodie
Mistérios do Mundo - Kingoodie: o martelo de 400 milhões de anos


http://www.assombrado.com.br/
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12/11/2014

Aracnofobia


Aracnofobia é a fobia de aranhas. A pessoa que apresenta fobia de aranha mantêm distância de locais onde possam existí-las, evitam viajar para o campo ou morar em um lugar onde apareça uma aranha, mesmo sendo pequena. Ao dormir revistam atrás dos móveis para conferir se não há aranhas no quarto.

Sendo assim, a aracnofobia pode limitar a vida das pessoas que a apresentam, determinando onde vivem, para onde viajam e seus passatempos.
Alguns dos sintomas da aracnofobia são: sudorese, pulso acelerado, inquietação, respiração rápida, taquicardia e náuseas.

O diagnóstico é baseado apenas nos sintomas apresentados.
O tratamento indicado para a aracnofobia é o psicológico, onde a pessoa é exposta de forma gradual ao animal.

A origem do medo é explicada do ponto de vista biológico como uma vantagem evolutiva para a sobrevivência.

Do ponto de vista psicológico, a aracnofobia é classificada como fobia específica, que consiste em medo irracional ou excessivo, persistente e acentuado de um objeto, situação ou animal.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

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01/11/2014

As maldições do filme "O Bebe de Rosemary"



O Bebe de Rosemary é considerado um dos filmes mais icônicos do final da década de 60 inicio da década de 70, sendo considerado por muitas pessoas, até os dias de hoje um clássico do cinema de suspense e terror. O que poucas pessoas sabem é que alguns eventos estranhos acompanharam o filme, tanto durante as filmagens e até após o lançamento da enigmática película. No texto abaixo conheceremos um pouco melhor algumas dessas coincidências que deram ao filme a fama de amaldiçoado.

Sinopse

Um jovem casal se muda para um prédio habitado por estranhas pessoas. Quando Rosemary Woodhouse (Mia Farrow) engravida, passa a ter estranhas alucinações e vê seu marido, Guy Woodhouse (John Cassavetes), se envolver com os vizinhos, uma seita que quer que ela dê a luz ao Filho das Trevas.

O bebê de Rosemary foi lançado em 1968, e naquela época o suspense causou histeria. O grande trunfo do filme, dirigido por Roman Polansky, foi de representar os satanistas do filme como pessoas normais, a uma primeira impressão, e perfeitamente integrados a sociedade. Isso deixa a sensação de que "eles estão entre nós", os satanistas eram sempre representados, no filmes, como malucos e lunáticos, vê-los como pessoas comuns pode parecer assustador, para a época. 



Na trama o marido de Rosemary passa a conseguir bons trabalhos como ator, alguns deles relacionado a eventos macabros, ocorridos com outros atores, e assim abrindo passagem para que Guy, consiga os papeis. Isso começa a acontecer depois que o casal se muda para o edifício Dakota, em Nova York. Rosemary e seu amigo Hutch, começam a suspeitar que esses favorecimentos tem relação com a aproximação de Guy com os vizinhos. A medida que os dois aprofundam suas investigações Hutch acaba falecendo vítima de um misterioso coagulo cerebral. Na verdade Guy faz um pacto, intermediado pelos vizinhos do casal, com o demônio, para conseguir tal sucesso, em troca o próprio demônio teria caminho livre, para fecundar sua esposa e assim trazer ao mundo o seu herdeiro.




As malditas coincidências

Após o lançamento do filme, um crítico teria escrito que os vizinhos de Rosemary, se parecem com "uma pequena e reclusa seita da Califórnia". 

Até aí nada de estranho, mas o produtor William Castle começa a receber ameaças de morte, por causa do tema "anticristo" do filme. A maldição tem início em abril de 1969, quando Castle é internado em caráter de emergência, com falência renal. Na sala de cirurgia do hospital, testemunhas afirmam tê-lo ouvido delirar dizendo: "Rosemary, pelo amor de Deus, solte esta faca!". No final do filme, após descobrir a verdade, que seu filho foi resultado do ato sexual com o demônio, fato que ela acreditava ter sido apenas um sonho, pois havia sido dopada pelos vizinhos em um jantar horas antes, Rosemary aparece próxima do berço do amaldiçoado filho, com uma faca, dando a entender que pretende matar a criança.





No mesmo dia, e no mesmo hospital, estava Krysztof Komeda, compositor da trilha sonora do filme e grande amigo do diretor do mesmo, Roman Polanski, e de sua esposa, Sharom Tate. Assim como Hutch, o amigo de Rosemary, Komeda também morre por causa de um coágulo no cérebro. 



Em agosto do mesmo ano, Sharon Tate, esposa do diretor do filme, é assassinada a facadas por quatro fanáticos de uma pequena seita reclusa da Califórnia (assim como o crítico havia descrito os vizinhos de Rosemary). Assim como Rosemary, Sharon estava grávida. Mais quatro pessoas morreram no ataque, ocorrido na casa de Polanski. Na porta do local, os criminoso escreveram "porco" com o sangue das vítimas.


Sharon Tate
A seita em questão era conhecida como Família Manson e fundada pelo lunático Chales Manson. O assunto Manson e o assassinato de Sharon Tate, já foi abordado mais a fundo em outra postagem aqui no Noite Sinistra (clique aqui para recordar)Esse crime ficou conhecido como "Helter Skelter", nome de uma música dos Beatles (a expressão significa "caos", "decadência"). Manson era grande fã do quarteto de Liverpool.

A última coincidência, ou não, aconteceu vários anos depois do lançamento do filme, quando John Lennon é assassinado, em Nova York, na porta do prédio onde morava, o nome do prédio? Edifício Dakota, o mesmo onde se passava a trama de O Bebê de Rosemary.



Trailer:


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