19/04/2015

John Dee


John Dee nasceu em 13 de julho de 1527, em Londres, Inglaterra, e foi geógrafo, astrólogo, matemático e astrônomo; também um incansável estudioso de alquimia e das ciências herméticas sem que, no entanto, estivesse associado a alguma doutrina secreta, mesmo tendo influenciado diversas outras. Ainda assim, sua imagem notabilizou-se para a posteridade como um dos ocultistas mais influentes de seu tempo e de seus sucessores.
Sua biografia é tão rica quanto incógnita. De sua vida adulta, sabe-se que foi casado por três vezes e pai de oito filhos. Filho do mercador Roland Dee, John Dee teve uma boa educação acadêmica em Cambridge. Seus valores intelectuais foram prontamente recebidos por seu ciclo social e acadêmico, tornando-se posteriormente um dos membros fundadores do célebre Trinity College.
Em 1547, teria sido expulso de Cambridge sob acusação de bruxaria. Entre o final da década de 1540 e início da década seguinte, Dee viajou pela Europa passando por Lovaina e Bruxelas, chegando também a lecionar em Paris. Esta etapa de sua vida proporcionou-lhe acumular experiências e conhecimento sobre diversos assuntos como matemática e astronomia. Durante este período, sustentou-se economicamente elaborando mapas astrais para a elite européia.
Em seu retorno à Inglaterra, teve a oportunidade de lecionar em Oxford, em 1554. Porém, recusou a oferta por não concordar com a postura das universidades frente às disciplinas mais relevantes. Nesta mesma época, mais do que apoio financeiro para dar prosseguimento aos seus estudos, Dee recebeu também da Duquesa de Northumberland, o antigo e misterioso manuscrito Voynich. De autoria desconhecida, o manuscrito é repleto de ilustrações, símbolos uma linguagem incompreensível.


Dee e a Monarquia

No ano seguinte, já desfrutando de grande popularidade e respeito entre o círculo intelectual britânico, traçou o horóscopo da Rainha Mary e da princesa Elizabeth. Foi através de seus préstimos ocultistas que obteve apoio financeiro da monarquia; sendo até mesmo nomeado como "astrólogo real". Porém, em um período de plena influência da Igreja e atividade da Inquisição, este serviço prestado à nobreza rendeu-lhe graves acusações, incluindo uma suposta "traição" à Rainha.
Isto ocorreu porque Elizabeth I questionou o astrólogo a respeito do dia da morte da Rainha Mary. Dee consultou os astros e respondeu-lhe prontamente. A precisão e segurança de Dee ao afirmar a data da morte da Rainha Mary gerou a desconfiança de que um plano para assassinar a monarca estava sendo articulado. O astrólogo foi acusado de bruxaria e de tramar contra a vida da Rainha.
Nesta ocasião, Dee agiu em sua própria defesa, sendo considerado inocente após intervenção da própria Princesa Elizabeth. Posteriormente, ainda teve de passar por um "exame religioso" inquirido pelo Bispo Edmund Bonner. Mais uma vez, Dee foi inocentado e ainda tornou-se amigo próximo de Bonner.
Um de seus maiores feitos ocorreu em 1556 quando propôs à monarquia um projeto de uma biblioteca nacional que não apenas reunisse uma gigantesca quantidade de livros, manuscritos e registros, mas que também zelasse pela sua preservação. A idéia foi desconsiderada pela Rainha. Mas, Dee, incansável em seu propósito, passou a reunir em sua própria residência em Montlake, livros, registros e manuscritos de todo o país e da Europa. Em pouco tempo, sua biblioteca particular já chamava a atenção de estudantes vindos de todos os lugares, tornando-se uma referência de cultura e aprendizado que ia além dos centros acadêmicos.
A ascensão ao trono de Elizabeth em 1558 favoreceu Dee que, gozando de sua confiança, tornou-se uma espécie de conselheiro astrológico e científico da nova Rainha; sendo ele próprio, inclusive, quem sugeriu a data mais apropriada para a cerimônia de coroação. No início da década de 1570, mais uma vez, seu prestígio com a monarquia foi importante para receber auxílio médico quando esteve gravemente enfermo.
No mesmo período, também atuou com auxílio técnico as viagens marítimas britânicas, sendo também um dos entusiastas do surgimento de um "império britânico". A publicação de 1577,Memórias Gerais e Raras no que Concerne a Perfeita Arte da Navegação, que fortalecia as ambições inglesas para as terras do Novo Mundo.
No ano de 1564, Dee escreveu um tratado intitulado Monas Hieroglyphica (mônada hieroglífica) que consistia em uma interpretação cabalística de um símbolo elaborado por ele mesmo e que tentava expressar uma unidade mística da criação. Esta publicação recebeu uma ótima recepção em seu tempo; porém, atualmente, torna-se difícil interpretá-la. Entretanto, um de seus trabalhos mais influentes foi uma obra sobre matemática, o prefácio matemático, que abordava sua importância aritmética sobre as ciências e as artes. Parallacticae Commentationis Praxos Que- Teoremas Trigonométricos foi escrito em 1573.


Dee, Kelley e os Anjos

A partir de aproximadamente 1580 a vida de John Dee tomou outros rumos. Foi nesse período que seu contato com o ocultismo se tornou mais freqüente e profundo. Tudo começou quando Dee, imerso em orações, teria recebido a visita do Anjo Uriel, que lhe ofereceu uma espécie de espelho de cristal que permitia a Dee visualizar mundos espirituais e outras formas de inteligência.
Dee recrutou dois auxiliares para ajudá-lo na observação e interpretação das imagens surgidas no espelho: Barnabas Saul e Edward Kelley. Saul foi dispensado pouco depois por suspeita de espionagem. Dee e Kelly deram continuidade aos estudos.
Edward Kelley era mais de vinte anos mais novo que Dee e trazia um histórico de vida polêmico e inconstante. Kelley era um hábil calígrafo que usava seus talentos para falsificar documentos. Fato que lhe rendeu reclusões e a amputação de suas duas orelhas. Certa vez, quando estava na região de Glastonbury, Kelley recebeu de um amigo um tratado que abordava princípios alquímicos como a transmutação do metal em ouro; além de substâncias em pó que seriam as "tinturas da filosofia hermética". Tanto o manuscrito quanto as substâncias teriam sido encontradas no momento da violação de um túmulo de um bispo católico da região. Portanto, neste momento, Kelley já trazia uma considerável bagagem no mundo dos estudos ocultistas.
Juntos, Kelley e Dee conseguiram progressos significativos através de rituais de purificação e transe, telepatia e clarividência. O próprio Dee teria afirmado que muitos de seus manuscritos haviam sido "ditados por anjos" durante suas práticas.
Em 1583, Dee e Kelley, acompanhados de seus familiares, viajaram à Polônia atendendo ao convite do nobre Albert Laski. A intenção de Laski era que os ocultistas pudessem, sob seus domínios, produzir ouro através dos processos alquímicos. Sem sucesso e com as finanças de Lasky em ruínas, Dee e Keely seguiram para outros países da Europa e deram continuidade as suas práticas.
Instalam-se em Praga na segunda metade da década de 1580. Decepcionado por não conseguir desvendar o manuscrito Voynich, Dee entrega-o ao Conde Rodolfo II. Ainda, entraram em contato com monarcas na intenção de obter apoio e respaldo de suas teorias ocultistas; entretanto, não foram bem sucedidos.
Por volta de 1587 houve uma situação curiosa. Kelley teria dito ao companheiro que recebera através do espelho mágico uma mensagem que colocava como condição a necessidade de compartilharem suas esposas, sob pena de o espelho não mais revelar-lhes nada. Dee recusou prontamente. Afastou-se de Kelley e pôs o próprio filho Arthur, de apenas oito anos, para auxiliá-lo na observação e interpretação das imagens. Arthur não correspondeu às expectativas de seu pai. Dee reaproximou-se de Kelley e aceitou a proposta conjugal. Porém, é possível que Kelley tivesse articulado esta situação na intenção de se desvencilhar da companhia de Dee.


Dee, Kelley e a Morte

Envolvido indiretamente na causa política que afligia a região, Dee foi expulso de Praga por Rodolfo II, encontrando abrigo com Guilherme de Roisenberg. Kelley permaneceu em Praga sob o apoio de Rodolfo e deu sequência às suas práticas. Entretanto, Kelley não obteve os resultados esperados por Rodolfo. Pressionado pelo governante, buscou o auxílio de Dee em Praga. Nesta cidade, Kelley é vítima da hostilização da comunidade católica e é desafiado a um duelo por um jovem. Kelley fere mortalmente seu opositor e é preso. Neste momento, Elizabeth I toma conhecimento da situação e envia o capitão Gwinne para libertá-lo e levá-lo de volta à Inglaterra. Durante a fuga, Kelley fratura a perna e, devido aos ferimentos não tratados adequadamente, acaba por falecer.
A partir deste momento tem início um dos piores períodos da vida de John Dee.
Ao retornar ao país de origem, Dee deparou-se com sua biblioteca arruinada e abandonada; seus instrumentos de astronomia e astrologia haviam sido furtados e saqueados por aqueles que atribuíam à Dee a condição "bruxo maligno". Em seguida, por volta de 1592, buscou auxílio com a Rainha Elizabeth, que por sua vez o encaminhou para a cidade de Manchester, para atuar como diretor do Christ’s College. Entretanto, neste momento, Dee já não desfrutava de boa fama. Era visto como um ocultista de índole falha. Esse fator certamente contribuiu para que recebesse desprezo por parte de seus companheiros de trabalho e o inevitável insucesso de sua nova ocupação.
Sua passagem em Manchester se estendeu até o ano de 1605. Neste momento, James I já havia herdado o trono britânico e, dada a antipatia do monarca com as ciências ocultas, recusou-lhe qualquer tipo de ajuda.
A esta altura Dee já se aproximava dos oitenta anos de vida. Enfermo e debilitado, recolheu-se em sua residência em Montlake onde permaneceu seus últimos dias, falecendo entre 1608 e 1609 por causas naturais. Parte de suas obras foi destruída a mando de James I.
Atualmente, o Museu Britânico abriga diversos objetos de uso pessoal de Dee. A maioria relacionados às suas práticas ocultistas como uma esfera de cristal, um espelho, um amuleto e selos. O espelho mágico teria sido recolhido pelo Conde de Peterborough e, anos mais tarde, chegado às mãos do escritor Horace Walpole.


Herança & Segredos

Após sua morte, um antiquário da região adquiriu o terreno onde situava-se sua residência, com o intuito e promover escavações e buscar "relicários" pertencentes ao ocultista. Diversos registros redigidos pelo próprio Dee foram encontrados; entre eles, descrições detalhadas de suas práticas conhecidas como "conferências espirituais". Parte desse conteúdo foi publicado em 1659 por Méric Casaubon. Nesta obra, o autor levanta a hipótese de que Dee teria entrando em contato com "espíritos malignos" e não com "anjos" como afirmava o próprio ocultista. Devido à popularidade de Dee, a obra obteve grande repercussão.
Trabalhos de sua autoria como Filosofia Oculta, um tratado intitulado Harptarchia Mystica e uma suposta tradução do Necronomicon enriquecem sua biografia e ajudam a consolidar sua imagem misteriosa.
Dee foi também um homem de visão política que defendia a colonização inglesa na América do Norte. Seus estudos cartográficos, bem como técnicas e instrumentos desenvolvidos por ele mesmo contribuíram muito para o progresso da navegação. Seu prefácio matemático, por abordar o tema através de um ponto de vista prático e objetivo, também encontrou ótima aceitação em seu tempo e ainda hoje é considerado um de seus trabalhos mais significativos. Ainda, conheceu pessoalmente Shakespeare, que se inspirou no próprio ocultista para elaborar o personagem Próspero, da obra Tempestade.

Um John Dee para a História

De modo até antagônico, Dee foi um anglicano sério que vivia sua espiritualidade de modo intenso e muito particular. Como um entusiasta de Copérnico e do heliocentrismo, seu apreço pela matemática não era puramente pelo valor dos números e a complexidade de cálculos. Pelo contrário, Dee, influenciado pelo pensamento renascentista, interpretava o universo aritmético por um prisma espiritualmente elevado e tentava compreender, através dos algarismos, os mistérios que envolvem a existência humana, Deus e a criação. Mesmo o seu senso de cristandade estava subjugado sobre estes valores.
Mago, ocultista, estudioso, nacionalista, lunático... Qualquer uma destas virtudes pode ser associada à personalidade de John Dee. Porém, o fato que não pode ser desconsiderado é a importância de seu legado para o progresso do mundo renascentista e até mesmo da contemporaneidade.


Por Spectrum
http://www.spectrumgothic.com.br/

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14/04/2015

Rompendo o Pacto



Segunda visão apresentada no capítulo anterior, Fazer um Pacto com o Diabo é uma operação bastante complexa e implica longa preparação física e mental. O caminho contrário, romper o Pacto, é bem mais simples; não exige substâncias exóticas, atos abjetos ou dispendiosos objetos. O indispensável para anular o Pacto é simplesmente:

1. a FÉ. Fé em Deus, fé em uma inteligência justa diretora do Universo.;


2. um arrependimento sincero em relação atos praticados sob a inspiração do mal.


As Lendas de São Cipriano e do arcediago Teófilo ilustram bem este fato. Cipriano, erudito e inteligente, ao perceber que o Sinal da Cruz impedia a ação de seus poderes demoníacos, deduziu de imediato que atrás do sinal havia uma doutrina-referência poderosa capaz de produzir uma auto-confiança inabalável, verdadeiro segredo de proteção contra feitiços de todo o tipo.


Esta referência, que fortalece o campo energético protetor, no caso da vítima de Cipriano, era a vida do Chrestos Ocidental Jesus. Justina, a moça-alvo dos encantamentos do Mago de Antioquia, tornou-se invulnerável porque assumiu, pela fé, sua natural invulnerabilidade, em uma atitude que "fechou o seu corpo", ou seja, fechou o seu campo mental-espiritual para toda e qualquer influência externa.


No caso do Bispo Teófilo, processo semelhante ocorreu: arrependimento sincero e fé inabalável no poder da Virgem Maria romperam o pacto. Diz a Lenda que certa tarde, em meio às orações na capela, onde havia várias pessoas, o pergaminho, documento-registro do Pacto, emanou de uma parede e, esvoaçando no aposento, foi parar nas mãos de Teófilo.


Santo Alphonse Maria de Ligouri (1696-1787) ensina como romper acordos com o Maligno ainda que assinados com sangue. O procedimento é simples:


1) Renunciar, abjurar, renegar qualquer pacto firmado com o Diabo, explicitamente, em declaração verbal íntima ou com testemunhas de confiança, de preferência um sacerdote.


2) Destruir todos os escritos, fórmulas, talismãs, objetos encantados etc. relacionados à magia negra.


3) Queimar o Pacto, se este foi registrado em documento escrito.


4) Restituir bens ou renunciar a todos os bens ou privilégios obtidos por intermédio do Pacto e compensar quaisquer pessoas prejudicadas por causa do Pacto em todos os casos em que isso for possível.


No folclore árabe existe a história de um mercador que tendo prosperado infinitamente graças a um Pacto com Satanás, ao findar o prazo de desfrute do acordo, depois de muito pensar, decidiu tentar um último golpe para se livrar da dívida e preservar sua alma. No dia determinado, quando apareceu o Maligno a fim de efetuar sua cobrança, foi recebido com desafio irresistível: uma última aposta, um jogo de xadrez.


Se o mercador conseguisse superar o Remo no tabuleiro, estaria livre; se, ao contrário, perdesse a partida, suas penas seriam redobradas. Exímio enxadrista, tanto quanto seu oponente, o mercador conduziu a partida até se colocar em total desvantagem, na iminência de receber o xeque-mate.


Mais uma jogada e o demônio encerraria o jogo. Porém, ao observar a mesa, ao invés de fazer o movimento final da vitória, a criatura infernal, arreganhando seus dentes pontiagudos, tomada de intenso furor, levantou-se abruptamente e proferindo mil maldições desapareceu numa explosão deixando no ar um forte cheiro de enxofre.


Tranquilo, delicadamente o mercador concluiu o jogo e movendo uma peça
em xeque-mate, viu que, como previra, formava-se no tabuleiro a imagem de uma cruz. O Diabo e seus Pactos são extremamente vulneráveis diante de qualquer símbolo do bem apresentado com verdadeira fé.


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02/04/2015

Os 10 mandamentos Satânicos



E Satan virou-se e sorriu,
E pronunciou seus mandamentos
Para que a humanidade os seguissem ...



I

"Sua opinião deve valer mais do que tudo no universo"

Apesar destes mandamentos serem baseados no espírito humano, caso você discorde de qualquer coisa escrita nele, sua idéia se sobressai, pois nenhuma escritura, nenhuma religião ou tradição vale mais que o espírito humano .


II


"Amar a si mesmo sobre todas as coisas "

Não há ninguém em sua vida mais importante do que você mesmo, não há deus ou amor maior que voce , o satanista, saiba que todo homem é uma estrela, e que cada um é a coisa mais importante e preciosa em sua própria vida . Seja seu próprio Deus .


III


"Amar ou Odiar o próximo como este a ti."


Ser justo, e a coisa mais importante que deve haver, um satanista sabe agradecer tão bem quanto sabe se vingar, uma boa merece nosso carinho assim como nossos inimigos merecem todo o ódio de nosso coração e claro deve haver uma balança que ame e odeie as pessoas na medida certa .


IV


"Nunca poderás saber tudo, mas irás sempre atrás deste objetivo"

Não importa o quanto voce leia, ouça, estude, decore, sempre ha mais a saber , mas isso não deve desanimar , ninguém além dos tolos , pois isso só nos mostra que há muito a se descobrir , alimente seu corpo com comida e água, seu espírito com sexo e música , e sua mente com sabedoria, veja como a ceia é vasta, e veja como seu apetite é infinito .


V


"Usarás da mente criativa, e dela colherá frutos"


Sua imaginação não foi um acaso da natureza. Ela serve para muita coisa, é a chave para o universo . Realmente ela é uma verdadeira arma mágica, e é nela , somente nela , que passeiam todos os seus poderes, usamos a imaginação nos rituais, a Imaginação é fantasia, mas a magia é real .



VI


"Nào se arrependerá de seus atos intencionais "


O ser humano quando normal é um animal de consciencia e é responsável pelos seus próprios atos, ninguém é obrigado a nada e é errado se arrepender quando praticou seus atos em plena consciencia , além do que esta é uma prática estritamente humilhante que nos aperta o ego e o orgulho, lembre-se que voce nunca está errado se está realizando um desejo interior .


VII


"Aprenderá a rir e a sorrir "


Ao contrário de muitas religiões o Satanismo é a religião da Alegria, você já viu como é triste uma missao católica ? Aprender a rir é essencial , especialmente de voce mesmo, e não isso não significa fazer o papel de palhaço . Receba os obstáculos como desafios, nunca como problemas e se tropeçar e cair , levante rindo. Lembre-se de Nietzche : "O que não o matar, o tornará mais forte ."


VIII


"Confiarás em ti mesmo e em tua mágica"


O Satanista tem que ter tanta confiança de que terá junto com sua magia capacidade de melhorar sua vida ou de resolver um problema que deve acreditar que o problema já está resolvido, sim acredite em sua mágica , em seus poder, em seu valor e em seus rituais , pois é exatamente ai que se esconde a verdadeira mágica .


IX


"Andarás a teu modo, mas respeitarás o caminho de outrem "


Voce é satanista ? Voce é budista ? Seu pai é ateu ? E daí ? O caminho dos outros deve ser respeitado . Rasgar livros sagrados , queimar os locais santos de outras religiões é totalmente anti-satanico, a estrada dos outros não importa, quanto mais voce ver o quanto o outro está errado, menos voce verá que está certo. Respeite os outros se voce espera ser respeitado .


X


"Faças bem, ou nao faças nada " (não confunda com Faças "O" bem)

Se voce ama, ame de paixão, entregues ao prazer de reconhecer sua alma gemea , se voce odeia, ponha fogo neste ódio e deixe ele arder em chamas . Se for gritar, grite alto pois se o primeiro golpe é forte o bastante , seu inimigo não irá se levantar . Viva a vida intensamente . Faça bem feito , faça de uma vez , ou não faça nada.


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