29/10/2015

A História do Halloween e seus Detalhes



O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, sendo que não existe ao certo referências precisas de onde surgiram essas celebrações. 

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo Céltico. Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra "Hallowinas" - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia). 

Mas os estudiosos dizem que a palavra Halloween surgiu da seguinte forma: 

O nome é, na realidade, uma versão encurtada de "All Hallows' Even"(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day). "Hallow" é uma palavra do inglês antigo para "pessoa santa" e o dia de todas as "pessoas santas" é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, "All Hallows' Even", como "Hallowe'en", e mais tarde simplesmente "Halloween". 

 O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. 

Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en. Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos. 

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati). Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram. O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o "Dia das Bruxas".

 Travessuras ou Gostosuras? (Trick-or-treat) 

 A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu. 


 Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna) 

A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de Outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não. 

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore. Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre, e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. 

Chegando lá, encontra o diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Devido à esse acontecimento, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Os nabos na Irlanda eram usados como "lanternas do Jack" originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então começaram à utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos. Por isso a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween. 

Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso. 

BRUXAS


As bruxas tem um papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que o dia 31 de Outubro é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Segundo conta-se a lenda, chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno. Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa! 

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos. O gato preto é constantemente associado às bruxas devido à lendas, as quais citam que elas podem transformar-se em gatos e também devido à crenças, as quais pregam que os gatos são na realidade espíritos de pessoas mortas. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa. 

O Halloween pelo Mundo 

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados", e foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, dando origem a festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país. 

Brasil 


O Halloween no Brasil é chamado de Dia das Bruxas e sua celebração acontece no dia 31 de outubro. Acredita-se que na passagem dessa noite as almas saem de seus túmulos e partem pelas ruas amedrontando todos aqueles que estão por perto. O dia das bruxas se infiltrou em nossas comemorações de forma tímida, pois o Brasil, país que celebra as coisas boas da vida, não se vê em meio a festividade aos mortos. 

Apesar de sua pequena influência, pode ser vista em escolas, clubes, casas noturnas e shoppings de várias cidades, mas como dito anteriormente, não adquire força expressiva, já que nem o folclore local é efetivamente comemorado. Muitos nacionalistas dão créditos à influência do imperialismo cultural americano a vinda do halloween, assim, alguns brasileiros, localizados em São Luiz do Paraitinga (estado de São Paulo), decretou o dia 31 de outubro como o dia oficial do Saci Pererê em protesto à inclusão do Halloween. 

A maioria das manifestações critica a posição dos brasileiros em importar a cultura americana, já que o país tem grande diversidade folclórica que não é aproveitada e comemorada. Apesar de todo o esforço da imprensa em destacar essa festividade norte-americana, os brasileiros não costumam festejar a data. É uma festa celebrada por poucos. 

No Rio de Janeiro as manifestações são caracterizadas por placas espalhadas pela cidade opondo tal prática e ainda em pedido ao retorno das considerações brasileiras, isto é, dar valor e importância às crenças nascidas no país, deixando manifestar o patriotismo dentro de nossa cultura. Mesmo dessa forma, as festas de Halloween no Brasil tem se tornado comuns, principalmente entre o público jovem, os quais se reunem em clubes privados ou mesmo em salões particulares, promovendo festas a fantasia com motivos de "horror", objetivando comemorar a data considerada como "O Dia das Bruxas". 

Devido à realização dessas festas, o comércio de fantasias e motivos voltados à monstros e bruxas tem tido um aumento expressivo no mês de Outubro de cada ano. 

Estados Unidos 


Desde 1800, quando os imigrantes irlandeses e escoceses levaram suas festividades de Halloween para a América do Norte, a festa tem se desenvolvido consideravelmente. A conexão da festa com o Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados ficou praticamente deixada de lado, e muitas novas tradições seculares se desenvolveram. Para as crianças, fantasiar-se e sair pelas casas fazendo a brincadeira do "travessuras ou gostosuras" ainda é o maior evento. 

A maioria das famílias nos Estados Unidos e no Canadá participam, mesmo porque não querem correr o risco de pequenos vandalismos. Muitos adultos se fantasiam e participam com seus filhos de festas a fantasia e concursos. Outras atividades de Halloween ocorrem durante o mês todo de outubro. Estas tradições preservam o espírito de alegria do Samhain diante dos pensamentos assustadores de morte e do sobrenatural. Os americanos acrescentaram filmes de terror, casas assombradas comunitárias, histórias de fantasmas e quadros espiritualistas. Cartões e decorações também fazem parte do Halloween. 

A festa só perde para o Natal no faturamento total do comércio. Um outro costume comum do Halloween é recolher dinheiro para a UNICEF (site em inglês), em vez de doces. Esse costume começou em 1950 no estado da Filadélfia, quando uma turma de uma escola dominical teve a idéia de recolher dinheiro para as crianças necessitadas ao brincar de "travessuras ou gostosuras". Eles enviaram o dinheiro que conseguiram, cerca de US$ 17,00, para a UNICEF, que foi inspirada pela idéia e começou um programa de "travessuras ou gostosuras", em 1955. 

Espanha 


Na Espanha, a tradição de se comemorar o Halloween ainda é recente, tendo chegado praticamente por volta do ano 2000. O marketing feito sobre a sociedade americana cuidou de universalizar esta festa para proporcionar benefícios econômicos em vários setores, como parques temáticos, livros, cinema e até a gastronomia”. Na Espanha, as s escolas enfeitam o pátio com abóboras e as crianças se fantasiam de “muertos vivientes”, que são os mortos-vivos, além de bruxas e fantasmas.

Assim como nos Estados Unidos, estando as crianças prontas para a festa, saem às ruas para pedir doces e comidas típicas desta época, porém não são todas as pessoas que gostam. 

Muitos vizinhos nem sequer abrem as portas, pois se sentem incomodados e acham que tudo não passa de uma grande besteira. A Espanha é um dos países que ainda mantém a antiga tradição do culto e respeito aos mortos, assim como no Brasil. Os espanhóis costumam ir ao cemitério para limpar os túmulos e levar flores, como é costume no Brasil no feriado de Finados, em 2 de novembro. 
Além disso, o 31 de outubro coincide com a colheita de castanhas e abóboras, na comemoração chamada de “Castanhada”. 

Irlanda 


A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras). 

México 


No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas. O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. 

As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada. 

Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar. 

Tailândia 


Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens, sendo que a festividade acontece no primeiro dia das festas budistas. 

Símbolos típicos do Halloween com seus misticismos e significados: 


A abóbora: Simboliza a fertilidade e a sabedoria. 

A vela: . Indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral. 

O caldeirão: Fazia parte da .cultura, .como mandaria .a tradição..Dentro dele, os convidados.devem atirar.moedas.e.mensagens.escritas.com pedidos dirigidos aos espíritos. 

A vassoura: Simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da energia negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas. 

As moedas: Devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados. 

Os bilhetes: Com os pedidos, devem ser incinerados para que aquilo que é solicitado através da mensagem escrita seja mais rapidamente atendido, pois se elevará através da fumaça. 

A aranha: Simboliza o destino e os fios que tecem suas teias, o meio, o caminho e suporte para seguir em frente. 

Os morcegos: Simbolizam a clarividência, pois eles conseguem ver além das formas e das aparências, sem a necessidade da visão ocular. Conseguem captar as formas e as distâncias através de sua própria energia, emitindo sinais ultrasonicos. 

O sapo: Está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina. 

O Gato preto: Símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Universo. 

Cores

Laranja - Cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia. vital encontrada na cor laranja. 
Preto - Cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. - Cor do mestre. 
Roxo - Cor da magia ritualística. A celebração do Dia das Bruxas em 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. 

Filmes

Hollywood fornece vários filmes sobre o tema, entre os quais se destaca a série "Halloween", no qual um assassino misterioso e praticamnte "imortal" retorna para se vingar em sua cidade natal. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e má impressão das festas de Halloween. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã. 


 Cartaz de um dos Filmes "Halloween" 

http://www.alemdaimaginacao.com/
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20/10/2015

11 de Setembro - Parte 1



11 de setembro de 2001, o dia em que o planeta parou para assistir os E.U.A ser atacado de uma maneira jamais vista antes, dia em que dois aviões cheios derrubaram as Torres Gêmeas do World Trade Center, um caiu sobre o Pentágono e outro foi derrubado pelos passageiros, antes que os terrorista pudessem joga-lo sobre a Casa Branca.
Apenas poucos dias depois do acontecido, diversas teorias que incriminavam o governo americano surgiram, dizendo que eles sabiam ou mesmo planejaram os ataques para terem uma desculpa para invadirem alguns países.
O tema é muito controverso, por isso vamos falar das teorias da conspiração que envolvem esse dia e acontecimentos anteriores e posteriores, para entender exatamente o que aconteceu.

11 DE SETEMBRO – PARTE 1

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Os fatos a seguir ocorreram antes do dia do ataque, o que nos mostra que talvez algumas pessoas já soubessem deles antes da data:

AÇÕES E TELEFONEMAS

American-Airlines
Certamente algo tão grande quanto isso teria todo um planejamento prévio e algumas pessoas teriam que saber disso. E a primeira pista de tudo foi que as duas empresas de aviação envolvidas no caso, a United Airlines e a American Airlines, colocaram muitas de suas ações a venda no SF MAYORmercado, da maneira que muitas empresas fazem quando sabem que o valor vai cair. Além disso, os responsáveis pelo WTC tiveram um grande aumento no número de tentativas de vendas de salas no prédio, como se alguns empresários estivessem prevendo algo.
Outro fato bastante intrigante que ocorreu antes do 11 de setembro foi uma ligação recebida por Willie Brown, que era Prefeito de San Francisco, nesse telefonema alguém lhe advertiu para não viajar no dia 11, pois haveria perigo. Isso mostra que alguém certamente sabia dos ataques e queria proteger o político.

CONEXÃO SILVERSTEIN

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Apenas seis semanas antes dos prédios serem destruídos, Larry A. Silverstein, um poderoso magnata, assinou os contratos de compra do WTC, mesmo sabendo que na época os edifícios davam prejuízo e necessitavam de reformas que chegavam à casa dos 200 milhões de dólares.
larry_silverstein--300x300Por que então, sabendo de todos esses problemas, Silverstein teria comprado o prédio? Provavelmente ele sabia muito mais do que isso. Acredita-se que tanto sabia, como fazia parte da conspiração que o derrubaria. Por isso os havia comprado com ajuda do governo americano. Mas para que alguém compraria um prédio só para derruba-lo?
Simples, com a queda deles Silverstein recebeu mais de 4 bilhões de dólares do seguro, tendo um lucro gigantesco, pois o valor de compra foi muito menor do que isso. E ele ainda é dono do terreno, que terá novos prédios e aumentará seus lucros ainda mais.

SECURACOM

securacom
Poucos sabem, mas uma empresa chamada Securacom era responsável pela segurança das Torres Gêmeas e da United Airlines, na época que antecedia os atentados. Essa empresa controlava todos os equipamentos eletrônicos do lugar, indo desde portas até câmeras.
WtcNYMuitas pessoas que trabalhavam no prédio dizem que uns dias antes dos atentados, alguns equipamentos de segurança apresentaram falhas, tanto que durante um dia e meio uma das torres ficou completamente sem luz, sendo assim nada foi gravado pelas câmeras, mas há relatos que nesse dia muitos engenheiros e pessoas estranhas foram vistas no prédio, entrando em andares vazios e mexendo em diversas coisas.
Diversos outros problemas com segurança ocorreram nas torres por essa época, como se tivessem tentando desligar as câmeras para que esses engenheiros preparassem as coisas para o ataque, sem nenhum registro oficial.
Mas por que uma empresa de segurança renomada, deixaria pessoas estranhas entrarem nos prédios e participaria de uma conspiração do governo?
aconteceu-11-de-setembro
Poucos devem saber disso, mas na época um dos membros principais da empresa era Marvin Bush, irmão mais novo do George W. Bush, Presidente Americano no dia dos ataques… Agora tudo fazia sentido.
O circo estava armado, os poderosos protegidos, o dono dos prédios derrubados jamais abriria a boca, pois lucraria com sua queda e os preparativos necessários para a derrubada estavam sendo realizados com a ajuda da segurança que deveria proteger os prédios. Tudo estava pronto, para que aquele dia entrasse para história de uma maneira trágica jamais vista…

http://minilua.com/
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12/10/2015

O significado da cruz de Nero




A cruz de Nero, o Pé de Galinha, as Raízes de uma Árvore, dentre muitos outros nomes que esse simbolo possui e também muitos significados são relacionados a ele. Esse símbolo é amplamente conhecido e muito vinculado aos grupos hippies e pode ser encontrado em vários elementos da nossa sociedade, como filmes, jogos, clipes musicais ou desenhos animados.


Você provavelmente deve se lembrar desse simbolo, afina na década de 60 foi utilizado pelos hippies para simbolizar a paz, alguns diziam que significava a "paz sem religião" ou "paz sem cristo", também foi símbolo de ecologia no mundo, pois representa uma árvore de cabeça para baixo.

Mas a mais temida história, principalmente para os cristãos, é de que ela teria sido criada pelo imperador Nero, sim Nero o imperador que se casou com a própria mãe e depois a mandou matar. Nero teria criado a cruz como forma de zombaria, em relação a cruz onde Jesus teria sido crucificado. Essa cruz seria invertida e possuiria os dois braços quebrados e uma ponta da qual seria colocada no chão de forma que ficaria ao contrário.



A Igreja católica sustenta a mesma teoria, apesar de não ser descrita na bíblia, de que Nero crucificou o apostolo de Jesus, "Pedro" com assa cruz. Após várias perseguições a cristãos Nero teria acreditado em uma época que havia dizimado o cristianismo.

Sua haste horizontal quebrada para baixo significaria a derrota do Cristianismo. Usada na Idade Média com um símbolo ligado a Satanás, durante séculos foi uma representação mística.

Alguns estudiosos de símbolos afirmam que a cruz não possui significado místico e que este símbolo foi criado na Inglaterra, em 1958, por Gerald Holtom, para uso em campanha de desarmamento nuclear. Os rascunhos originais constam na coleção real britânica. O próprio autor cita que utilizou o quadro "Os fuzilamentos", do pintor espanhol Goya, como inspiração.,





Fontes: Wikipédia e Forget the Fear

http://noitesinistra.blogspot.com.br/
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05/10/2015

Os Estigmas: O que são? Porque são?



Em síntese: Os estigmas são chagas que alguns fiéis trazem em seu corpo, configurando-se a Cristo Crucificado. O fenômeno é complexo, pois envolve não só noções de Teologia e Mística, mas também fato¬res de Psicologia e Medicina; elementos religiosos e reações fisiológicas se conjugam, tornando por vezes o diagnóstico difícil, já que o fenômeno assume várias facetas. Como quer que seja, dos muitos casos de pessoas estigmatizadas que se conhecem, pode-se dizer que vários são autenticamente sobrenaturais ou graças extraordinárias concedidas pelo Senhor Deus. Com efeito; vêm a ser uma modalidade de participação na Paixão de Cristo decorrente de intensa devoção a essa santa Paixão; têm por finalidade santificar a pessoa estigmatizada por mais íntima união a Jesus Crucificado como também contribuir para a Redenção do mundo no sentido das palavras de São Paulo em Cl 1,24: “Completo em minha carne o que falta à Paixão de Cristo em prol do seu Corpo, que é a Igreja”.

É certo que o fenômeno dos estigmas está associado à meditação da Paixão dolorosa, pois não ocorre entre os cristãos orientais, que mais se devotam à contemplação do Cristo que reina através do lenho da Cruz.

O fenômeno dos estigmas, tal como ocorre, por exemplo, em Frei Pio de Pietralcina (muito conhecido no Brasil) e outros fiéis, suscita interrogações: afinal que tipo de fenômeno é esse? Como se pode explicar? Que sentido tem? É a tais indagações que serão dedicadas as páginas seguintes.

1. Estigmas: que são?

A palavra estigma vem do grego stigma = picada dolorosa. Originariamente indicava a marca impressa no gado com ferro quente, em sinal de apropriação por parte do boiadeiro. Passou a designar, em linguagem cristã, as chagas infligidas ao corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo por ocasião de sua Paixão. E, por último, significa as feridas que pessoas piedosas trazem em sua carne reproduzindo as chagas de Jesus.

Não há notícia de pessoas estigmatizadas antes do século XIII. O primeiro caso registrado é o de São Francisco de Assis, que, aos 14/9/1224, recebeu em seu corpo os sinais da Paixão de Jesus. Após esse Santo, vários outros casos ocorreram na história da Igreja até nossos dias.

Também se observa que os cristãos protestantes apresentam pouquíssimos casos de estigmas, ao passo que os ortodoxos orientais não o conhecem em absoluto. A razão disto é que o fenômeno dos estigmas está associado à contemplação da Paixão dolorosa de Cristo, devoção esta que tomou grande incremento no Ocidente a partir do século XIII por causa dos relatos dos cruzados e outros peregrinos que, voltando da Terra Santa, narravam minúcias da Paixão do Senhor como as haviam observado nos lugares sagrados.

Os estigmas vêm a ser fenômeno que a Psicologia, a Medicina e a Teologia, têm estudado intensamente, a fim de lhe dar uma explicação satisfatória, ou seja, sem ceder a um falso misticismo como também sem cair no naturalismo racionalista. Na verdade, há vários casos de pessoas estigmatizadas que não podem ser elucidados todos da mesma maneira. É o que passamos a verificar.

2. Como explicar?

Procurando sintetizar o que a pesquisa transmite aos estudiosos, pode-se dizer o seguinte: É inegável a influência do psiquismo sobre o corpo humano. O medo faz empalidecer, dilata as pupilas, provoca suor frio, gaguejar... A vergonha faz enrubescer... Em certos casos ditos “crepusculares” (como os da consciência adormecida, hipnose...) se as imagens se tornam mais vivas e efetuam um processo psicoplástico: eczemas, dermografia (sinais ou letras na pele), acne (erupção pustulenta resultante de inflamação), paralisia de certas funções do organismo...

Alguns pesquisadores admitem que uma idéia muito viva e estimada possa chegar a produzir sinais corpóreos. Assim a sugestão incutida a uma pessoa muito sensível pode redundar em marcas no corpo dessa pessoa correspondentes ao objeto sugerido. Ver a propósito ainda o Apêndice deste artigo, pp. 506s.

Na base destas verificações, pode-se afirmar que a contemplação da Paixão do Senhor em grau muito intenso pode produzir lesões na pele do(a) contemplante, lesões semelhantes àquelas que se encontram no objeto contemplado. Em tal caso, os estigmas são a expressão do grau de elevação do sentimento religioso da pessoa, e evidenciam a que ponto pode chegar a força psíquica do indivíduo. É esta a explicação que se dá a casos de pessoas muito santas que apresentam estigmas: S. Francisco de Assis, S. Catarina de Sena, S. Gema Galgani, Frei Pio de Pietralcina... A santidade de vida desses fiéis exclui qualquer processo fraudulento, qualquer tendência a fazer teatralidade ou tragédia, provocar compaixão... O Senhor Deus concede a tais pessoas a graça de participarem corporalmente da Paixão de Cristo, atendendo assim a um anseio das mesmas, desejosas de se configurar ao Senhor Jesus; nessas pessoas a graça de Deus serve-se da índole particularmente sensível de sua personalidade para provocar os sinais da Paixão de Cristo.

Todavia nem todos os casos de estigmas podem ser diagnosticados com segurança e clareza.

Há casos em que os estigmas aparecem juntamente com vários sintomas doentios e que parecem ter causa na configuração mórbida da pessoa estigmatizada e não na graça de Deus. De modo especial salienta-se a histeria; a pessoa histérica assume freqüentemente comportamentos e estilo devida teatrais, exibicionistas, procurando chamar a atenção dos outros, impressionando-os ou cativando a sua simpatia ou a sua compaixão; daí a facilidade com que tais pessoas podem querer parecer-se com Jesus Cristo Crucificado por mitomania ou por um desejo doentio. Em alguns casos o anseio psicológico da dramatização ou de impressionar os outros pode ter produzido a configuração corpórea correspondente, sem que se possa dizer que tais pessoas tenham sido especialmente esquecidas pela graça de Deus. Não é necessário que essa dramatização histérica seja efeito consciente e premeditado da parte da pessoa estigmatizada; o inconsciente pode levá-la a apresentar a configuração estigmatizada, de modo que não se pode dizer que todos os histéricos são mentirosos e hipócritas.

Estas dados complexos relacionados com a Psicologia e Fisiologia tornam polivalente o fenômeno dos estigmas. Cada caso há de ser considerado de per si. Haverá mesmo casos em que não se poderá definir com clareza a índole do fenômeno: seria realmente uma graça de Deus ou resultaria unicamente da natureza mórbida da pessoa em foco? É de crer que não raro os dois fatores se conjugam entre si.

Em todo caso, porém, será sempre de grande valia a análise do contexto em que ocorrem os estigmas como também a consideração do teor de vida ou do comportamento geral da pessoa estigmatizada. Se o exercício das virtudes (amor a Deus e ao próximo, espírito de penitência, prática da oração) é notório, pode-se crer que os estigmas são a resposta do Senhor Deus à piedade do(a) seu(sua) servo(a).

Ainda se deve notar que nem todas as chagas que aparecem no corpo humano podem ser tidas como estigmas. Geralmente os estigmas aparecem e desaparecem instantaneamente (podem aparecer, por exemplo, na noite de Quinta para Sexta-feira e desaparecer na noite seguinte, devendo o mesmo fenômeno reaparecer na semana seguinte). Além disto, os estigmas não são acompanhados de supuração; são persistentes, apesar de todos os tratamentos e cuidados médicos que se lhe dispensem.

Pergunta-se agora:

3. Qual o significado religioso dos estigmas?

Antes do mais, é de notar o seguinte: na medida em que são autênticos fenômenos sobrenaturais (questão que deve ser cuidadosamente investigada), os estigmas não são essenciais a uma vida santa; a prática das virtudes, mesmo em grau heróico, não leva necessariamente à produção de estigmas.

Quando ocorrem e são genuínos dons de Deus, revestem-se de duplo significado:

1) Participação física da Paixão de Cisto, correspondente a um anseio da pessoa piedosa. O Senhor concede a fiéis que se devotam a reconhecer seu Amor Crucificado, a graça de trazer em seu corpo os vestígios da Paixão de Cristo.

2) Essa participação da Paixão do Senhor tem efeito de santificação não só em favor da pessoa estigmatizada, mas também em favor do próximo, segundo diz São Paulo: “Completo em minha carne o que falta à Paixão de Cristo em favor do seu Corpo, que é a Igreja” (Cl 1,24). Na verdade, ninguém pode acrescentar algum valor à Paixão de Cristo Infinitamente meritória, mas todo cristão pode dar a essa Paixão a moldura própria da sua personalidade, pode estendê-la ao seu respectivo “aqui e agora” em favor dos irmãos ou numa atitude corredentora. Na Comunhão dos Santos cada qual pode ser útil aos irmãos na medida em que se configura a Cristo Redentor.

4. Casos Concretos

À guisa de complemento, vão apresentados alguns casos concretos de estigmatização, tidos como autênticos uns (não, porém, artigos de fé), duvidosos outros.

4.1. Casos tidos como autênticos

4.1.1. São Francisco de Assis (1181- 1226)

Aos 14 de setembro de 1224, festa da Exaltação da Santa Cruz, enquanto rezava no eremitério do Monte Alverne, Francisco teve a visão de um Serafim, sobre o qual brilhava o Crucificado. Quando a imagem desapareceu, Francisco sentiu “o coração arder de amor, enquanto na sua carne estavam impressos os sinais da Paixão do senhor; apareceram nas suas mãos e nos seus pés as marcas dos cravos: além disto, trazia no costado uma fenda como se tivesse sido atingido por uma lança; a túnica e o calção do santo se achavam manchados de sangue. É Tomás de Celano, o biógrafo mais famoso de Francisco, quem o narra (Vita I Parte II, Cap. II, p. 93). S. Boaventura (+ 1274) oferece relato semelhante em Legenda Maior, cap. XIII, p.2. Testemunhas oculares confirmam o fato, pois o puderam observar no cadáver do Santo.

Imediatamente após o falecimento de Francisco, Frei Elias escreveu ao Provincial da França com grande alegria:

“Anuncio-vos uma grande alegria, ou mesmo um novo milagre. Desde a origem do mundo, nunca se ouviu contar tão maravilhosa coisa, a não ser do Filho de Deus, que é Cristo nosso Deus. Com efeito; muito antes da sua morte, o nosso Pai e Irmão apareceu crucificado, trazendo em seu corpo as cinco chagas, que são realmente os estigmas de Cristo: as suas mãos e os seus pés tinham, por assim dizer, furos devidos a pregos cravados na carne... ao passo que o seu costado parecia ter sido golpeado por uma lança, deixando as marcas de sangue” (S. Boaventura, Legenda Maior Lectio tertia).

A notícia dos estigmas de S. Francisco é tão documentada por testemunhas próximas ao fato que os críticos julgam não os poder pôr em dúvida. É, sim, possível discutir a configuração desses estigmas, pois os relatos nem sempre concordam entre si. É razoável, pois, acreditar que Francisco, ao contemplar assiduamente a Paixão do Senhor, foi agraciado com as chagas decorrentes dessa Santa Paixão.

4.1.2. Santa Catarina de Sena (1347 – 1380)

Parece que não teve estigmas visíveis, mas chagas internas.

A biografia de Catarina foi escrita por testemunhas fidedignas, como por exemplo, o Bem-aventurado Raimundo de Cápua, confessor da Santa e, posteriormente, Mestre Geral da Ordem Dominicana; verdade é que a admiração de Raimundo por Catarina levou o biógrafo a certos exageros, mas julga-se que, em substância, o que ele refere é fidedigno.

Desde criança, Catarina foi muito atraída por Jesus; retirava-se numa gruta para rezar a sós durante horas. Fez-se irmã da Ordem Terceira de S. Domingos, e teve visões e êxtases que repercutiam sobre o seu corpo, o qual se enrijecia e até levitava.

Recebeu estigmas internos, ou seja, as dores dos estigmas. Eis como o Bem-aventurado Raimundo o descreve na qualidade de testemunha ocular:

Catarina estava na capela de S. Sixtina em Pisa. Recebeu a S. Comunhão e, como relatam as pessoas presentes na capela, ela estendeu os braços e as mãos: ficou radiante de luz e caiu por terra, como se tivesse sido mortalmente ferida. Pouco depois recuperou os sentidos.

Então, conta o Bem-aventurado Raimundo, ela chamou seu confessor, e em voz baixa lhe disse: “Saiba, ó Pai, que pela misericórdia de Deus, trago no meu corpo os estigmas de Jesus. Vi o Senhor pregado à Cruz: das cicatrizes de suas sacratíssimas chapas desceram cinco filetes de sangue, dirigidos respectivamente às mãos, aos pés e ao coração. Ciente do mistério, exclamei logo: “Ah, Senhor meu Deus, eu Te peço que não apareçam essas cicatrizes na superfície do meu corpo”. Enquanto eu o dizia, antes que os filetes chegassem a mim, a sua cor de sangue se transformou em cor refulgente, e, sob a forma de luz pura, chegavam aos cinco pontos do meu corpo, isto é, às mãos, aos pés e ao coração”.

Perguntou-lhe então o Bem-aventurado Raimundo: “Nenhum filete chegou ao lado direito?”. Respondeu ela: “Não, mas sim ao lado esquerdo, acima do meu coração – aquela luz que saia do lado direito de Jesus, feriu-me diretamente”. Continuou o Bem-aventurado Raimundo: “Sentes dor nesses cinco pontos?”. Ela, após profundo suspiro, respondeu: “É tal a dor que sinto nesses cinco pontos, especialmente no coração, que, se o Senhor não fizer outro milagre, não me parece possível que eu possa subsistir, escapando da morte dentro de poucos dias”. Após a morte de Catarina, o Pe. Prior do Convento da Minerva escreveu ao Bem-aventurado Raimundo para dizer-lhe que ele e muitas outras testemunhas tinham visto as chagas no corpo da Santa por ocasião das suas exéquias. Além disto, no pé de Catarina que se conserva em Veneza, se observa a marca das chagas: o mesmo se dá na mão da Santa que é guardada no Convento de S. Sixto em Roma.

4.1.3. Santa Verônica Giuliana (1660 – 1727)

Era capuchinha, Foi canonizada por Gregório XI. Desde criança, desejou imitar os mártires, que haviam sofrido por amor de Jesus.

Recebeu os estigmas aos 5 de abril de 1697, no decorrer de longo êxtase. Essas chagas foram observadas pelo Bispo Mons. Eustachi, de Città di Castello, com quatro outras testemunhas e, mais tarde, por diversas Irmãs Capuchinhas. O Pe. Tassinari, que acompanhou o Sr. Bispo, Descreve:

“Mons. Eustachi observou e fez observar a todos nós as chagas das mãos de Irmã Verônica; na parte superior destas, havia uma ferida grande como o calibre de um prego de tamanho médio ou do diâmetro de um pequeno quattrino florentino: em cima de cada chaga, havia uma tênue crosta... Quanto à chaga do costado, à esquerda, seria uma ferida do tamanho do dedo mindinho, larga no meio e pontiaguda nas duas extremidades” (Sumário do Processo de Canonização, p. 212).

4.1.4. Santa Gema Galgani (1878 – 1903)

Desde menina, foi muito virtuosa: sofreu vicissitudes de família. Experimentou distúrbios psiconeuróticos, quando um jovem se enamorou dela, e quis pedi-la em noivado. As tias com que ela morava, consideravam essa perspectiva com bons olhos, porque o rapaz era sério. Gema, porém, se recusava; sem saber como evitaria o passo, pedia a Deus que a ajudasse. Adoeceu gravemente, ficando desenganada. Mas foi curada imprevistamente após muitas orações. Numa visão apareceu-lhe Jesus Crucificado. Sentiu profundas dores. Diz ela: “As chagas de Jesus ficaram gravadas na minha mente de maneira tão viva que jamais se apagaram”. Após a S. Comunhão, certo dia, recebeu promessa de um grande presente. Avisou o confessor. O presente consistia nos estigmas, que se formaram nela enquanto contemplava Jesus com as chagas abertas: destas procediam raios de fogo, que atingiam os pontos correspondentes do corpo de Gema. Esses estigmas se abriam todas as semanas às 20 horas de quinta-feira e permaneciam abertos até as 15 horas de sexta-feira, derramando sangue. Uma vez terminado o fluxo de sangue, as chagas começavam a se enxugar e fechar. No dia seguinte ou, ao mais tardar, no Domingo, tudo estava fechado e, no lugar dos estigmas, se observava uma mancha branca.

4.1.5. Frei de Pietralcina (1887 – 1968) 

Foi capuchinho. Durante cinqüenta anos, trouxe os estigmas: alguns desapareceram pouco antes da sua morte; outros, logo depois do seu falecimento. – O caso tem sido estudado meticulosamente, pois é relativamente recente e sujeito a exames mais rigorosos do que os casos anteriormente registrados.

Frei Pio era de saúde fraca, mas homem de grande bondade e virtude; a todos inspirava simpatia e confiança; às vezes passava quinze ou dezesseis horas por dia confessando e atendendo ao povo.

O primeiro especialista que examinou os estigmas de Frei Pio, foi o Prof. Bignami. Deu ordem para que se enfaixassem as feridas na presença de duas testemunhas e se lacrasse a bandagem. Durante oito dias sucessivos, todas as manhãs eram trocadas as faixas. No oitavo dia, foram retiradas definitivamente as ataduras; o Pe. Pio celebrou então a S. Missa, verificando-se então que de suas mãos jorrava tanto sangue que as testemunhas foram obrigadas a fornecer-lhe lenços para que as enxugasse. Aliás, dia por dia, as chagas, ao serem descobertas, emitiam sangue.

O Dr. Andréa Cardone, médico da família de Frei Pio desde 1910, afirma que se encontrou em ambas as mãos do padre perfurações do diâmetro de 1,5 cm; atravessavam a palma da mão tão profundamente que esta se tornava transparente para a luz.

Muitos médicos examinaram as chagas de Frei Pio, sem poder averiguar algum indício de embuste, hipocrisia ou mentira. É o que leva a crer que se trata de autêntico fenômeno suscitado pela grada de Deus.

4.2. Casos duvidosos e falsos

São muitos os casos de duvidosos e falsos estigmas. Relacionaremos apenas três deles.

4.2.1. Santa Clara de Montefalco (1268 – 1308)

Dizem que não teve propriamente estigmas, mas trazia em seu corpo os instrumentos da Paixão do Senhor, encontrados aí em autópsia depois da morte.

No dia após os funerais fez-se a autópsia e diz-se que no coração da santa foram encontrados os cravos, a lança, o flagelo, um crucifixo de carne e nervos... Tal resultado, porém, é contestado, pois a autópsia foi realizada por uma Irmã na presença de outras Religiosas, que nada sabiam de anatomia.

Crê-se que interpretaram a estrutura interna do coração como se fossem os instrumentos da Paixão. Interpretação imaginosa, favorecida pela fantasia e a afetividade.

4.2.2. Margarida de Città di Castello (1248 – 1291)

Algo de semelhante se relata a propósito desta Irmã: objetos de piedade e três pérolas terão sido encontrados em seu coração – o que carece de documentação adequada.

4.2.3. Paulo Diebel

Em 1928 na cidade de Paris foi descoberto o senhor alemão Paulo Diebel.

Dizia que podia produzir à vontade lágrimas de sangue e estigmas.

Observado atentamente pelo Dr. Osty, foi desmascarado. O médico virou as pálpebras de Diebel e verificou que estavam cheias de pontadas de alfinete e, por isto, sangravam. Quanto aos estigmas, eram falsificados com o sangue de Diebel retirado de uma chaga de suas pernas.

APÊNDICE

Dizíamos que o psíquico exerce influência sobre o físico do indivíduo humano. Com outras palavras: todo fato psíquico (um pensamento, um desejo íntimo e oculto...) provoca um movimento do corpo humano. A fim de mais o evidenciar, sejam, a seguir, citados mais alguns significativos exemplos:

1) Digamos que alguém quer atravessar um riacho passando por uma passarela frágil ou um tronco de árvore. Se essa passarela tem corrimão, a pessoa passa facilmente sem utilizar corrimão. Todavia, se não há corrimão, a pessoa perde o equilíbrio e cai nágua. Por que cai, se, no primeiro caso, passou bem sem se servir do corrimão? Eis a resposta: se não há corrimão, a pessoa naturalmente sente insegurança e concebe o medo de cair nágua; ora esse medo (sentimento íntimo) repercute no físico, provocando desequilíbrio e a queda da pessoa. No caso de haver corrimão, o passageiro se sente mais garantido e seguro; ora esse sentimento de garantia faz que tenha firmeza nas pernas para não cair nágua.

2) Tracemos um círculo sobre uma folha de papel, com uma grande cruz no centro do círculo. Depois tomemos um fio a prumo ou um pêndulo e mantenhamo-lo suspenso sobre o círculo. Feito isto, fechemos os olhos e ponhamo-nos a pensar no círculo, com a mão imóvel sustentando o pêndulo colocado sobre o círculo... Dentro em pouco veremos que o pêndulo começará a girar sobre o círculo, pois a imagem do círculo entretida em nossa mente provocará o automatismo corpóreo ou a circulação visível; a energia da mente se traduz dessa maneira perceptível. – Algo de análogo ocorre se, em vez de pensar no círculo, pensamos na cruz traçada dentro do círculo: o pêndulo fará o movimento de cruz, porque a imagem mental repercutirá no físico do indivíduo.

3) Uma pessoa histérica passeia de noite, de um lado para o outro, em sua casa; tem uma vela acesa na mão. Ouviu dizer que nessa casa há fantasmas noturnos, barulhos misteriosos e coisas semelhantes. Põe-se então a pensar: “Se a vela se apagar, ficarei na escuridão. Que medo horrível!”. E eis que, estranhamente, no mesmo instante, a pessoa apaga a vela. Como? Por quê? – Porque a imagem da vela que se apaga passou da mente para a corporeidade dessa pessoa, provocando a realização concreta do ato vislumbrado mentalmente.

Observam os estudiosos que tal fato não ocorre com qualquer indivíduo; supõe-se uma personalidade histérica ou, ao menos, alguém de fantasia muito viva e vibrante, dotada de fraco senso crítico.

4) Coloquemos uma pessoa no centro de um espelho côncavo. A certa distância coloquemos outro indivíduo no centro de outro espelho côncavo. Este segundo indivíduo poderá sentir o que o primeiro pensa, se as cordas vocais do primeiro estiverem exatamente no centro do espelho côncavo. O fenômeno se explica pelo fato de que as cordas vocais se movem, mesmo que imperceptivelmente, pronunciando as palavras que a pessoa pensa. O som levíssimo assim emitido pela pessoa do primeiro espelho chega até o outro indivíduo porque os espelhos côncavos aumentam o volume do som.

Deve-se observar que estes fenômenos de automatismo ou de reflexo do psíquico sobre o físico explicam fatos aparentemente misteriosos e, por isto, atribuídos a espíritos do além. Tal é o caso, entre outros, da chamada “escrita automática” ou psicografia. – Eis o que se dá com o psicógrafo: ele se sugestiona, consciente ou inconscientemente, no sentido de que está para receber o espírito de uma pessoa “desencarnada”; não raro o psicógrafo conhece esse espírito “desencarnado” (pode ser um grande escritor ou um grande vulto do passado...) No momento em que o psicógrafo julga que está baixando o espírito com sua mensagem, a mão do psicógrafo põe-se a escrever automaticamente, como se estivesse sendo guiada pelo espírito do além... Escreve aquilo que o seu inconsciente conhece a respeito do desencarnado; freqüentemente ele toma conhecimento do “desencarnado” lendo inconscientemente, no inconsciente de quem o consulta, as notícias que lhe são assim oferecidas. A mensagem pode ser muito bela e confortadora, mas ela certamente não provém do além; ela sai do inconsciente do psicógrafo sugestionado.


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